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Rollemberg abre VIII Semana do Microempreendedor Individual do Sebrae no DF

Na próxima segunda-feira, 02/05, a partir das 11h, o Governador do DF, Rodrigo Rollemberg; o Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no DF, Luís Afonso Bermudez; e o Diretor Superintendente do Sebrae no DF, Antônio Valdir Oliveira Filho, abrem oficialmente a VIII Semana do Microempreendedor Individual, na Tenda Principal, em Ceilândia, localizada na CNM1, Ceilândia Centro, ao lado do restaurante Comunitário.

Este ano, o evento acontece entre os dias 2 e 7 de maio em 23 pontos espalhados pelas Regiões Administrativas do DF e atendimento gratuito para os empreendedores interessados - das 8h às 18h, de segunda a sexta, e das 8h às 12h no sábado. Com o slogan “Semana do MEI, a semana para sua empresa ficar em dia”, o foco do Sebrae no DF será a capacitação e a divulgação da figura do Microempreendedor Individual, assim como orientações para as obrigações legais do MEI, serviços de baixa, formalização, alteração da empresa, orientações com relação ao preenchimento da Declaração Anual, e a impressão dos boletos das obrigações.

Epidermólise Bolhosa: Fragilidade, vulnerabilidade e esperança

Na Biologia, a borboleta é classificada como um inseto. Na saúde, o símbolo de uma causa e remete às pessoas que convivem com a Epidermólise Bolhosa. Uma conexão de lições e significados pertinentes para aqueles que têm o diagnóstico. Símbolo de transformação, de metamorfose, de fragilidade, de leveza, de celebração e de vulnerabilidade. A borboleta traz a renovação e o renascimento de uma jornada com enfrentamentos diários de uma patologia que compreende um grupo heterogêneo de desordens hereditárias que têm em comum a fragilidade epitelial, que atingem a pele ou a mucosa.

A Epidermólise Bolhosa é uma doença congênita, e traz um histórico clínico de bolhas e erosões recorrentes na pele, que podem ser apresentadas no nascimento ou nos primeiros anos de vida, e afetam mãos, pés, joelhos e cotovelos. Em casos mais graves atingem as áreas da boca e dos olhos, e de órgãos internos, como: esôfago, estômago e intestinos.

A doença é rara, e causa impacto na vida do paciente e de sua família, seja devido as lesões externas na pele, a dor física, ao sofrimento emocional e impacto econômico. Não há dados epidemiológicos sobre a incidência da doença no Brasil, mas estima-se que cerca de 1.600 pessoas têm o diagnóstico, sendo que no Distrito Federal há apenas oito casos detectados. No mundo, a incidência é de nove casos clínicos por milhão de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se a ocorrência de 20 casos por milhão de nascidos vivos.

Dra. Samara Kouzak, médica dermatologista da Derma Advance, explica que há três grupos principais da doença: simples, juncionais e distróficas. Segundo ela, as formas distróficas podem levar a manifestações mais graves, pois durante o processo de cicatrização das feridas há um estreitamento nas mucosas. “A boca pode ficar estreitada, que é a famosa microstomia. A língua pode ficar presa. Pode ter um estreitamento do esôfago, o que leva a dificuldade de alimentação e de ganho de peso”.

A especialista esclarece que o diagnóstico da Epidermólise Bolhosa é feito por meio das manifestações clínicas, que são a formação de bolhas tensas, hemorrágicas e evolui com a formação de feridas extensas. “Diante desse quadro clínico, o dermatologista que é o médico mais capacitado para diagnosticar, pode fazer uma biopsia de pele e mandar o fragmento para análise, feita com imunofluorescência ou microscopia eletrônica, e então a gente consegue diferenciar esses três grandes grupos. Existem algumas pesquisas intra-útero, com mapeamento genético, mas não tem tanta aplicabilidade, é utilizada mais nos centros de pesquisas”.

Cuidado e acompanhamento

Assim como outras doenças raras, a Epidermólise Bolhosa também não tem cura, e o tratamento feito com os pacientes é durante toda a vida. Diferente de outras regiões do Brasil, o atendimento ambulatorial especializado na rede pública é realizado no Hospital Universitário de Brasília, que conta com uma equipe multidisciplinar, que inclui: dermatologista, nutricionista, fisioterapeuta, gastroenterologista, endocrinologista, anestesista, odontologista e assistente social.

Os pacientes precisam de cuidados específicos e a opção terapêutica varia conforme o tipo de Epidermólise. “Nos casos mais leves, o cuidado fica baseado na prevenção de bolhas, evitar traumas, utilizar calçados adequados e macios, escovas de dente macias e uma dieta mais pastosa. Já nos casos com mais lesões de pele ou com acometimento de órgãos internos, existe a necessidade de uma equipe multidisciplinar, cujo atendimento é feito no HUB e quando se formam bolhas na pele existem curativos especiais para isso, fornecidos pela Secretaria de Saúde”.

Além do atendimento multidisciplinar o paciente necessita de acolhimento, cujo trabalho é desenvolvido por associações de pacientes. “Os pacientes precisam de apoio psicológico, pois são feridas generalizadas e dolorosas, que levam a um prejuízo da qualidade de vida. A nossa recomendação é procurar um auxílio especializado e procurar entender um pouco mais sobre a doença”, completa a médica.

Desafios para melhor qualidade de vida

As pessoas que convivem com Epidermólise Bolhosa não tem demanda apenas no acesso aos serviços de saúde. Precisam de acesso universal às escolas, aos direitos humanos, aos direitos sociais, ao mercado de trabalho. De acordo com a relações públicas da Associação de Parentes, Amigos e Portadores de Epidermólise Bolhosa Congênita, Anna Carolina Rocha, eventualmente algumas matrículas de crianças são recusadas pelas escolas. “Muitas vezes, a alegação é de que há falta de infraestrutura nas escolas para receber os pacientes, o que sabemos não ser sempre verdadeiro. O que entendemos como importante é que se elaborem campanhas de conscientização e de informação sobre a doença”.

A inserção no mercado de trabalho também se torna um desafio, isso porque, a Epidermólise Bolhosa se manifesta em toda a extensão da pele, implicando em alterações físicas e até mesmo alguma deficiência, devido à atrofia de mãos e pés. Para Anna Carolina, o problema maior de acesso ao mercado de trabalho está “naqueles que possuem formas mais simples, que não causam atrofias, mas que deixam cicatrizes pelo corpo. Essas pessoas têm dificuldades em se inserir no mercado de trabalho por vias regulares de contratação por causa de sua aparência”.

Preconceito que machuca

O Alta Complexidade ouviu pacientes diagnosticados com Epidermólise Bolhosa. De criança a adulto o consenso entre eles é um só: o preconceito da sociedade vitima e machuca. Os gargalos são muitos, como a falta conhecimento e o receio de contaminação, mas são pessoas que têm sonhos de conseguir estudar, de ter um acesso digno aos serviços de saúde, precarizados em diversas regiões do País e de viver a vida.

A pequena Camila Gomes, de 11 anos, mora em Barro Alto, município de Goiás e faz o acompanhamento médico em Brasília, comenta que o pior é a convivência com as outras crianças na escola, mas mantém firme os sábios conselhos da mãe Lucimeire “saber valorizar a vida nas mínimas coisas”. O futuro, ela ainda não planeja, pois o presente quer batalhar cada vez mais nos estudos e adquirindo mais conhecimento. “Eu sou inteligente e a doença não me limita”.

Para João Pereira, de 22 anos, morador de Planaltina de Goiás (GO), o preconceito enfrentado na escola fez com que desistisse de estudar, ainda na sexta série. O receio de sair de casa e enfrentar o olhar alheio ainda é um obstáculo, tanto que os deslocamentos são feitos apenas quando tem consulta médica, e acorda bem cedinho, às 4h da manhã. “Queria continuar a minha vida, mas gostaria que tivesse mais respeito e dignidade por parte das pessoas, e ser tratado como igual a todo mundo. Em casa, tenho apoio da minha família”, disse.

Mayara Luciana de Oliveira, de 23 anos, é mãe do pequeno Theo Lorenzo Oliveira Elias, de 1 ano e 5 meses, mora em  Bom Despacho, Minas Gerais. Para eles, o maior obstáculo além do enfrentamento da doença é o acesso à saúde, pois a cada seis meses têm de deslocar ao Hospital das Clínicas, em São Paulo.

A mãe conta que o diagnóstico do filho veio desde o nascimento. Theo nasceu sem pele nos braços, nas pernas, nos joelhos, nos pés, na barriga e no bumbum. Os médicos, assim como a grande maioria dos profissionais de saúde, não sabiam do que se tratava e o transferiram para o Hospital das Clínicas em Belo Horizonte, e veio a confirmação de Epidermólise Bolhosa simples. No primeiro momento, veio o choque, a incerteza o choro inconsolável, de imagina como seria a vida do filho, com uma doença sem cura. “Quando a médica disse que não havia cura perdi o meu chão. Depois caiu a ficha e resolvi viver um dia de cada vez sem pensar no futuro”.

Devido à falta de acesso às informações no município em que mora, Mayara comenta que as ajudas chegam pelas redes sociais, os grupos de pacientes e de famílias que compartilham suas experiências. “Aprendemos entre nós”, destaca.

Para ela, o preconceito também é um desafio, mesmo ainda sendo uma criança. “Como ele ainda tem apenas 1 ano e 3 meses não sofre tanto preconceito, mais tem sempre alguém na rua que olha com cara de nojo, cara de dó, algumas pessoas perguntam o que é.  O jeito é levantar a cabeça e bola pra frente. Em relação à doença, estou me acostumando, às vezes sou frágil, me sinto impotente de ver meu filho sofrer e não poder fazer nada por ele, às vezes a tristeza bate, quando está com muitas feridas me sinto mal, choro e peço a Deus pra me dar forças pra cuidar dele”.


Impotência, essa é a palavra que define o sentimento de Juliene Matos, 25 anos, mãe e paciente com Epidermólise Bolhosa, de Capão Redondo, em São Paulo. A revolta por negligência, descaso e despreparo dos profissionais de saúde na maternidade. No mês de setembro de 2015, ela teve o segundo filho, Miguel, também diagnosticado com a doença rara, mas com 10 dias de nascido ele faleceu. A mãe relata que os problemas foram muitos, a médica pediatra responsável pelo parto não conhecia sobre a patologia e não seguiu as orientações que Juliene informou, que são baseadas na expertise leiga – trata-se de um grupo de um pacientes que adquirem conhecimento igual ou superior aos profissionais de saúde.

“Miguel nasceu de parto normal e com pequenas lesões nos pés e nas mãos, com 45 centímetros, 3 quilos e 800 gramas, um bebê saudável, em ótimas condições, pronto para receber alta e ir pra casa, mas a médica optou por ignorar e o colocou em uma incubadora, a 37°C graus. Depois de discussão, abaixaram a temperatura para 31 °C. No dia seguinte, quando retornou a maternidade, o bebê estava com um cateter periférico central, sendo administrado por antibiótico e outros medicamentos. Segundo os profissionais, era uma medida para evitar infecção. Foram três dias de luta e desespero na maternidade, pois a médica se recusava a receber informações de especialistas que atendiam pacientes com Epidermólise Bolhosa”.

Após dez dias, Juliene conta que a criança apresentou uns sintomas frieza e palidez e foi transferido para uma Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Municipal M’Boi Mirim, pois apresentava um quadro clínico de choque séptico. Após uma quinta parada cardíaca, a criança faleceu. “O descaso, o despreparo e a arrogância dos profissionais de saúde Hospital e Maternidade Regional Sul em São Paulo mataram meu filho, acabaram comigo e meu marido, destruíram os sonhos e projetos da vida de uma família”.

Juliene avalia que São Paulo é a maior cidade do Brasil, mas há uma lacuna de desconhecimento em relação a doença.

“A morte do meu filho não é um caso isolado. Muitos bebês que nascem com EB morrem exatamente da mesma forma, simplesmente, porque os estabelecimentos de saúde e profissionais desconhecem a doença. O Estado não se responsabiliza por essa situação. Não há notificação compulsória, não há protocolo de atendimento, não há profissionais especializados, não há infraestrutura para receber neonatais com EB. Quantos sonhos, quantas famílias despedaçadas, quantos bebês ainda precisam morrer para que o Estado reconheça essa situação calamitosa e tome providências?”, questionou.

Políticas públicas

Em 2014, o Ministério da Saúde publicou a Portaria N°199, que institui a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no Sistema Único de Saúde, e um dos avanços nessa portaria será a habilitação dos centros de referência e elaboração de protocolos clínicos – que têm o objetivo de estabelecer claramente os critérios de diagnóstico de cada doença, opções terapêuticas com as respectivas doses adequadas e os mecanismos para o monitoramento clínico em relação à efetividade do tratamento e a supervisão de possíveis efeitos adversos. Segundo informações da Coordenação de Média e Alta Complexidade da pasta, a previsão é de que em 2016 seja criado o protocolo clínico para Genodermatoses, que são doenças genéticas muito raras e afetam a pele, sendo a Epidermólise Bolhosa incluída entre elas.

Atualmente o Ministério da Saúde já elaborou um protocolo clínico Ictiose Hereditária – grupo heterogêneo de doenças hereditárias ou adquiridas de doenças de pele, a Portaria SAS/MS N°13, de 15 de janeiro de 2010, porém, pouco se aborda sobre as condutas e as opções terapêuticas – os curativos e insumos necessários, que são vitais para os pacientes.

Além da pele


Enfrentar olhares alheios, o preconceito, a falta de informação, o acesso ao tratamento e até mesmo de mostrar à sociedade que existe uma vida além da doença, são alguns dos desafios para quem é diagnosticado com alguma doença de pele. Por detrás de um prognóstico difícil, querem fazer boas amizades, desfrutar de momentos de diversão, trabalhar, enfim, ter uma boa qualidade de vida.

Para quem estiver em Brasília, até o dia 17 de janeiro a mostra fotográfica “Além da Pele: a Beleza da Alma e da Família” está disponível no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek.

A exposição reúne 15 imagens de crianças com diagnóstico de genodermatoses e suas mães, registradas pela dermatologista e fotógrafa Dra. Régia Patriota.

“Além da Pele” visa à conscientização para as questões do preconceito e do estranhamento com as diferenças, tendo como objetivo promover a inclusão por meio das diversas formas de linguagens e, nesse caso específico, a fotografia artística. Segundo a médica, a exposição apresenta 15 fotografias de crianças com doenças de pele, retratadas individualmente ou acompanhadas de suas mães.

“Dentre as doenças de pele estão o Albinismo, a Psoríase, a Dermatite Atópica, a Epidermólise Bolhosa, a Ictiose, entre outras. Régia Patriota busca suscitar reflexões em relação ao desconforto e à rejeição que a população ainda tem frente às doenças de pele, mesmo não sendo contagiosas, bem como, contribuir para o combate à discriminação”, avalia.

Antes de chegar à capital, a mostra passou por outros quatro aeroportos do país. Depois de Brasília, os quadros retornam para São Paulo. A mostra é uma realização da Associação Paulista de Medicina, e conta com incentivos do ProacSP e apoio do Instituto Brasileiro de Apoio aos Portadores de Genodermatoses. A mostra está sendo exposta no Conector do Píer Norte, no Terminal 1 do Aeroporto de Brasília.




Grunge e ativismo social

Em 2015, a banda Pearl Jam esteve em turnê no Brasil e doou U$$ 100 mil dólares para pessoas dos distritos afetadas pela tragédia em Mariana, na Região Central de Minas Gerais, mas a banda tem uma história de ativismo social.

No ano de 2006, os membros do Pearl Jam criaram a Fundação Vitalogy é uma organização sem fins lucrativos que desenvolve trabalhos nas áreas de saúde, justiça social, artes, educação e meio ambiente.

Por meio da Fundação, o vocalista Eddie Vedder é parceiro do EB Research Partnership, uma organização americana não-governamental que financia pesquisas clínicas para novas opções terapêuticas direcionadas ao tratamento de pacientes com diagnóstico de Epidermólise Bolhosa. A contribuição de Vedder consiste na doação de parte da arrecadação dos ingressos dos shows e leilões beneficentes.

Por Hulda Rode, jornalista do Alta Complexidade. ©Alta Complexidade Política & Saúde 2016

 

Ação social e bingo marcam Cavalgada da Solidariedade no Gama

Na tarde deste sábado (30), a Associação dos Moradores e Produtores da Ponte Alta (AMPPA), promoveram a Cavalgada da Solidariedade, com o objetivo de arrecadar fundos para a construção do Posto de Saúde na comunidade. A ação contou com a presença do governador Rodrigo Rollemberg que também participou da cavalgada, juntamente com a administradora do Gama, Maria Antônia e amigos da área rural. A cavalgada teve inicio no Point Verde, e percorreram oito quilômetros entre a DF-180 e a DF-379, até o Bar do Adão.

Segundo os organizadores a Cavalgada Solidária, organizada pela AMPPA, contou com recursos próprios, arrecadação, venda de rifas para sorteio de bingo, doações e não teve nenhum patrocínio ou apoio financeiro do governo de Brasília. O Evento foi bancado e curtido por toda comunidade rural e comerciantes da cidade.

A chegada no Bar do Adão, contou com almoço, churrasco e shows das duplas: Ronald Silva e Renato, Leo e Christian, Cantor Jp, Luis e Leonardo entre outros artistas locais.

Mais de 250 pessoas participaram da Cavalgada Solidária.

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Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Viver sem Limite

O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Viver sem Limite, foi lançado no dia 17 de novembro de 2011 (Decreto Nº 7.612) pela presidenta Dilma Rousseff, com o objetivo de implementar novas iniciativas e intensificar ações que, atualmente, já são desenvolvidas pelo governo em benefício das pessoas com deficiência.

O plano tem ações desenvolvidas por 15 ministérios e a participação do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), que trouxe as contribuições da sociedade civil. O Viver sem Limite envolve todos os entes federados e prevê um investimento total de R$ 7,6 bilhões até 2014. (arquivo acessível)

Fonte: www.pessoacomdeficiencia.gov.br

A um dia do fim do prazo, 6 milhões ainda não declararam Imposto de Renda

 Da Redação da Agência Brasil - 28/04/2016 às 17:47:02     Atualização: 28/04/2016 às 17:59:09

A um dia do fim do prazo, cerca de 6 milhões de contribuintes ainda não entregaram a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2016. Até as 17h de hoje (27), a Receita Federal havia recebido 22.661.197 declarações. O número equivale a 79,5% das declarações previstas para este ano. A entrega começou em 1º de março e vai até amanhã (29).

O programa gerador da declaração para ser usado no computador pode ser baixado no site da Receita Federal. O órgão liberou um Perguntão, elaborado para esclarecer dúvidas quanto à declaração referente ao exercício de 2016, ano-calendário de 2015.

O aplicativo do Imposto de Renda para dispositivos móveis (tablets e smartphones) está disponível nos sistemas Android e iOS, da Apple. Os aplicativos podem ser baixados nas lojas virtuais de cada sistema.

Quem perder o prazo de entrega estará sujeito a multa de R$ 165,74 ou de 1% do imposto devido por mês de atraso, prevalecendo o maior valor. A multa máxima pode chegar a 20% do imposto devido.

Cerca de 28,5 milhões de contribuintes deverão enviar à Receita Federal a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física em 2016.

A estimativa é do supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir. O número representa crescimento de 2,1% em relação aos 27,9 milhões de documentos entregues no ano passado.

Marginal da DF-480 beneficia 25 mil motoristas por dia

Pista foi entregue no fim do ano passado e ajuda a desafogar o trânsito na região do Gama. Governador visitou o local nesta manhã (26)

Mariana Damaceno, da Agência Brasília - 26/04/2016

Atualizado em 26 de abril de 2016, às 15h33

A marginal da DF-480, entregue em novembro de 2015, ajuda a desafogar um trânsito diário de cerca de 25 mil carros que saem do Plano Piloto em direção ao Gama. Na manhã desta terça-feira (26), o governador Rodrigo Rollemberg esteve na via, que tem 6 quilômetros de extensão e mão dupla, para apresentar à população as intervenções feitas — terraplanagem, pavimentação, drenagem e sinalização.

A obra da marginal teve início em agosto de 2014, com recurso do Tesouro local. Em janeiro de 2015, por falta de verba deixada pelo governo anterior, ela precisou ser interrompida, mas foi retomada em julho, graças ao financiamento fechado com o Banco do Brasil no início do ano passado. Foram investidos R$ 4.459.511,78.

"Recebemos um governo na pior situação entre todos os estados do País, mas hoje estamos num momento melhor. Estamos, aos poucos, conseguindo investimentos importantes para a cidade, como este do Banco do Brasil", disse o governador.

O trecho fica entre a DF-001 e o campus da Universidade de Brasília na região administrativa e soma-se a um pedaço que já estava pronto, de aproximadamente 2 quilômetros. A infraestrutura atende também moradores da Ponte Alta e trabalhadores do setor de indústria local.

Segundo o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem, Henrique Luduvice, a obra ainda melhora o acesso e a mobilidade de cerca de 23 mil famílias que moram perto da nova pista. O DER foi o responsável pela intervenção.

Antes do asfalto, a administradora do Gama, Maria Antônia Rodrigues Magalhães, conta que o espaço trazia transtornos aos moradores. "Quando chovia, era só lama. Na seca, poeira. Essa é uma obra muito importante para essas pessoas."

Estavam presentes os secretários da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, José Guilherme Leal, de Educação, Júlio Gregório Filho, de Fazenda, João Antônio Fleury, de Gestão do Território e Habitação, Thiago de Andrade, e do Meio Ambiente, André Lima; os secretários-adjuntos de Infraestrutura e Serviços Públicos, Maurício Canovas, da Segurança Pública e da Paz Social, coronel José Cláudio de Siqueira Carvalho, e de Desenvolvimento Econômico, Francisco de Assis; os administradores regionais de Santa Maria, Nery Moreira da Silva, e do Riacho Fundo II, Francisco Vicemá Medeiros; o deputado distrital e líder do governo na Câmara Legislativa, Julio Cesar (PRB); e o deputado federal Augusto Carvalho (SD).

Reivindicações
Depois da visita à marginal, o governador seguiu para a unidade do Instituto Federal de Brasília no Gama, onde alguns moradores citaram as principais demandas locais. Entre as reivindicações estão a recuperação de vias, o aumento de segurança e de opções de entretenimento na região e a regularização de alguns setores, como o Núcleo Rural Engenho das Lajes. Segundo Rollemberg, todos os pedidos serão encaminhados para as áreas responsáveis dentro do governo. "Nosso objetivo aqui era realmente ouvir a população e construir com vocês a solução para os problemas."

Rollemberg informou que já foi contratado o projeto para as obras do Cine Itapoã e que estão sendo feitos ajustes para aumentar o número de policiais nas ruas. De acordo com ele, uma equipe de engenharia do Departamento de Trânsito (Detran) está estudando as possibilidades de melhorias no local.

Além das autoridades que estavam na visita à DF-480, participaram do encontro no IFB o reitor da instituição, Wilson Conciani, e a diretora-presidente da Agência de Fiscalização do DF, Bruna Pinheiro.

 

Ministério Público apresenta 11 sugestões para o problema da Pediatria no DF

Na última quarta-feira, 20 de abril, o Comitê Distrital de Saúde reuniu-se para tratar do problema da Pediatria no Distrito Federal. Na ocasião, foi feita uma breve exposição pelo secretário de Saúde, Humberto Fonseca, sobre a distribuição dos pediatras na rede e sobre o fechamento de pronto-socorros de Pediatria na rede privada, o que, segundo ele, aumenta a demanda na rede pública de saúde. A Secretaria de Saúde (SES) alegou que a falta de pediatras no mercado de trabalho e a dificuldade em manter esses profissionais em áreas como Brazlândia e Planaltina impede o atendimento pleno da população infantojuvenil. Fonseca informou, ainda, que todos os candidatos do último concurso foram chamados e que a SES prepara um novo certame para essa especialidade.

Segundo exposto na reunião, a SES quer incluir um aditivo no contrato de gestão do Hospital José de Alencar (Hospital da Criança) para permitir a contratação de pediatras e ceder a carga horária desses profissionais à SES. Outra opção é credenciar instituições ou profissionais para que se contorne o problema com o reforço da força de trabalho. O encontro contou ainda com a presença do presidente do Comitê Distrital de Saúde, Hilmar Castelo Branco; dos promotores da Saúde Jairo Bisol e Marisa Isar; do coordenador da Pediatria da Secretaria de Saúde, Henrique Gomes; da presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Martha Borges; e de membros da Defensoria Pública do DF e da Procuradoria do DF.

Para a promotora de Justiça Marisa Isar, a sugestão parece reproduzir o modelo adotado no passado na UTI do Hospital de Santa Maria e que não foi exitoso, sendo inclusive declarado ilegal pelo Tribunal de Justiça. Atualmente, a UTI daquele Hospital é gerido por empresa que oferece mão de obra à SES e com frequência ameaça interromper os serviços prestados. “Esse é o problema das terceirizações: provocam o sucateamento da rede, ficando o Estado à mercê da falta de continuidade do serviço. Com a forma proposta, haverá quarteirização do serviço, por isso pretendo me reunir com os Ministérios Público do Trabalho (MPT) e Contas (MPC) para discutir a questão”. Por outro lado, se há crise de pediatras no mercado, haveria escassez também para que o Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (ICIPE) e empresas credenciadas os contrate.

Sugestões à Secretaria de Saúde 

O Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) apresentou informalmente 11 sugestões para que a SES/DF amenize o problema, dentre eles o retorno dos pediatras da Secretaria que se encontram fora da área da assistência, cedidos a outros órgãos, na área administrativa, na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e no Hospital da Criança. Esse, deveria contratá-los por sua conta e risco já que pelo contrato de gestão assinado com a SES/DF teria de fazer a gestão de pessoal. Outra orientação é o restabelecimento das horas extras para a Pediatria e o fim das 18 horas de jornada ininterrupta dos profissionais da Saúde, apontado pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF) como forma de burlar a jornada de trabalho por estimular o exercício de apenas parte do plantão, com rodízio entre profissionais. A instituição pretende encaminhar o áudio da reunião ao Conselho de Saúde, que a despeito do pedido feito pelo Ministério Público ao Comitê, não participou do encontro.

Orientações do MPDFT:

1) Transferência da carga horária de todos os pediatras lotados na Fepecs para a área de assistência, sem restrições;
2) Transferência de todos os pediatras lotados na Administração Central para a área de assistência da SES;
3) Restabelecimento das horas extras exclusivamente para os pediatras lotados na área assistencial com controle sobre a produtividade e a adoção de mecanismos de fiscalização rígidos, conforme indicado pelo Ministério Público, TCDF e Secretaria de Transparência e Controle;
4) Revogação das cessões de todos os pediatras, sem exceção, que se encontram em outros órgãos;
5) Revogação das autorizações de mudança de especialidade;
6) Investimento na atenção básica com o levantamento e controle da jornada de trabalho de todas as equipes de saúde da família, como forma de desafogar a demanda dos hospitais investindo-se na prevenção e em cumprimento às recomendações do TCDF, para que se obtenha os melhores resultados na atenção básica;
7) Realização imediata de concurso público para a especialidade médica Saúde da Família e Pediatria, além das demais especialidades da área de saúde que compõe as equipes, concordando com o pedido da ação civil pública ajuizada pelo MPDFT para compelir o DF a realizar o concurso e nomear os aprovados em certame para agente comunitário de saúde;
8) Atuação do CRM visando a dar cumprimento à Resolução do CFM nº 1451/95 que determina que pronto-socorros mantenham a especialidade pediatria em seus atendimentos;
9) Revogação da portaria que autoriza a realização de 18 horas ininterruptas pelos servidores da SES/DF;
10) Adoção de controles rígidos de frequência nos moldes já recomendados pelo TCDF e pelo MPDFT;
11) Distribuição dos pediatras e dos demais profissionais na rede pública de saúde, de acordo com interesses da assistência e não dos profissionais.

Projeto Casas do Saber inaugura nova biblioteca no Gama

No inicio de abril, com o objetivo de homenagear um dos mais importantes sociólogos brasileiros, foi inaugurada no Engenho das Lajes, a biblioteca comunitária com o seu nome "Prof. Eugênio Giovenardi ", a 178ª biblioteca comunitária faz parte do Projeto Bibliotecas do Saber. O evento contou com a presença do professor Eugênio Giovenardi, administradora da cidade Maria Antônia, e os alunos juntamente com os professores que receberam com muito carinho o homenageado.  

O projeto Bibliotecas do Saber surgiu, em 2007, com o objetivo de levar a cultura impressa e digital às regiões mais carentes do Distrito Federal através da criação ou da reforma de apenas 20 Bibliotecas Públicas.

A equipe de voluntários que faz a campanha de arrecadação de livros através de doações nos postos Cascol, escolas parceiras e outros, utiliza todos os recursos possíveis para dar alto nível de qualidade às bibliotecas do programa.

 

Saiba mais sobre o projeto no site: www.bibliotecasdosaber.com.br

A pequena Pietra: Um coração precisa da nossa ajuda para continuar batendo!

Quem puder ajudar, o telefone da Patrícia, mãe da Pietra é 9670-5701

COLABORADORES DO BLOG DO EDSON SOMBRA - 20/04/2016 - 05:50:03

Há 01 ano e 02 meses nasceu a pequena Pietra. Ela nasceu com síndrome de Down e cardiopatia. 50% das pessoas com síndrome de Down nascem com cardiopatia. Se elas tiverem recursos financeiros são operadas em São Paulo ou na rede privada aqui do Distrito Federal. Se não tiverem dinheiro, como é o caso de Pietra entram na fila de regulação do INCOR, mas a fila é lenta e muitas crianças não resistem à espera e morrem antes de serem operadas. Pietra está resistindo a 01 ano e quase 02 meses, mas o valente coração já está cansado e bem inchado. ...

Se for operada, o que custa em torno de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), provavelmente sobreviverá e poderá ter uma vida digna. A síndrome de Down não é um problema. As técnicas de estimulação garantem uma vida feliz e cada vez com mais autonomia. Mas, por causa da fragilidade do coração, a pequena moradora de Planaltina não está podendo nem ser estimulada.

No Brasil, vale repetir, crianças pobres com cardiopatias são sentenciadas à morte! O juiz que sentencia é a corrupção, os executores da sentença de morte são os corruptos que sucateiam o SUS. Que pátria cruel, em que a falta de recursos, ocasionada pela corrupção e pelos corruptos, é uma sentença de morte. A pequena Pietra precisa de ajuda.

XXII Caminhada da Paz Rotary Club do Gama

Caminhada pela paz mobiliza 2500 pessoas com o tema “harmonia, compreensão e tolerância entre os povos”.

Segundo coordenação do evento mais de 2500 pessoas participaram na manhã deste domingo (17), da 22ª Caminhada da Paz. A concentração foi na frente do Centro Olímpico Gama, no Setor Central, desde a 7h30 da manhã. A ação, que é resultado de uma parceria da Administração Regional do Gama e do governo de Brasília, é promovido pelo Rotary Club, Rotary Club Gama 12 de Outubro e a Casa da Amizade do Gama. O evento que está incluído no calendário oficial do Governo de Brasília, conforme a Lei 4.708/2011, e que este ano teve um percurso de dois quilômetros em ritmo leve.

Durante a caminhada, houve exibição do Clube do Omega e equipe de ciclismo, apresentação do grupo de Teatro do Detran, para conscientizar crianças sobre o trânsito, assim como manifestações contra o preconceito racial, contra a violência à mulher e à juventude.

No final da caminhada foram sorteadas cinco bicicletas, um participante ganhou e as outras quatros foram para estudantes das escolas públicas da cidade, que produziram os melhores trabalhos sobre a paz no mundo. As crianças participaram de brincadeiras.

Participação e apoio: Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Detran, Secretária de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Programa Viva Brasília - Nosso Pacto pela Vida), Secretária de Estado de Esporte, Turismo e Lazer, Administração Regional do Gama - RAII, Coordenação Regional de Ensino do Gama, Portal Gama Cidadão, Rádio 98 FM, Senac Gama, Corredores de Rua do Gama – CORGAMA, além de autoridades, integrantes de Projetos Sociais da cidade, escolas da rede pública de ensino de Brasília, Distrito 4530 Dra. Vera, administradora regional professora Maria Antônia, servidores da Administração Regional e o deputado Agaciel Maia, autor da Lei nº 4.708/2011.

Rotary - O Rotary Internacional foi fundado em 23 de fevereiro de 1905, congrega mais de I, 2 milhão de sócios distribuídos mundialmente por 190 países, cultivando a amizade e o voluntariado, com verdade e justiça, na busca da paz e compreensão mundial e da melhoria das condições de vida da humanidade e das mais de 28 mil comunidades em que se faz presente.

 

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Gama receberá Circuito de Feiras do Livro do DF

De 11 a 13 de abril, o Circuito de Feiras do Livro do Distrito Federal chega ao Gama. O evento será realizado e 9h às 21h na Biblioteca Pública do Gama. Clique e confira a programação.

Confira lista de autores confirmados:

Alexandre Pilati
André Giusti
Dinorá Cançado
Henrique Siqueira Silva
Laerte Silvino
Leo Cunha
Marco Augusto de Rezende
Marco Miranda
Roberto Klotz
Tino Freita

 

Clique e confira a programação.

 

 

Ao Mestre com Carinho: Portal Projetado pelo arq. Ariomar da Luz Nogueira

Por Rock Lane, arquiteto e urbanista

    O portal criado pelo arquiteto e urbanista candango Ariomar da Luz Nogueira, nos remete às antigas tradições arquitetônicas de se construir, especialmente na arquitetura oriental, um santuário, ou seja “jinja”, onde se tem um torii na entrada, aquele portal de madeira, na maioria das vezes, pintado de vermelho. Este tipo de construção assinala que a área dentro do portal é um espaço sagrado. Espaço de meditação e reverência entre o portal e o templo principal. 
    A presente intervenção deste grande arquiteto na paisagem não é voltada para as questões religiosas, mas busca reverenciar um espaço voltado para a convivência e o lazer saudável. Lembra a arquitetura gótica, onde a forma define a função, com as estruturas aparentes articulando o espaço arquitetônico, neste caso, o arco ogival projetado mais aberto, com pilastras e colunas compondo o conjunto, transformando pedra  em poesia (aqui pedra artificial como se pode definir o concreto);  é como se uma flor interplanetária brotasse pelo suave e instigante toque do artista; um toque de arte que transforma a matéria corrupta em puro êxtase para o espírito.

   Em  arquitetura, um portal, também chamado de pórtico, portela portador, é a entrada principal (ou conjunto de entradas principais) de uma igreja, catedral ou grande edifício. Geralmente, se apresenta de forma ornamentada ¹.  As portas surgiram dos antigos portais, na Grécia antiga².

Referências

  1.  FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 369.
    1.  Ching, Francis (1997). A Visual Dictionary of Architecture (New York: Van Nostrand Reinhold).

 

 

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Arquiteto e urbanista Ariomar da Luz Nogueira é homenageado em vida

A Nova Acrópole Gama reconhece sua importância histórica e artística

Por Juan Ricthelly Vieira da Silva 

O Gama é um celeiro de artistas das mais variadas linguagens, contando com filósofos, atores, músicos, poetas, cineastas, artistas plásticos, pintores e etc.

A cidade é repleta de intervenções urbanas, a começar em sua principal via de acesso, o Balão do Gama, popularmente conhecido como Balão do Periquito, nome este que foi adquirido em razão da escultura do arquiteto, poeta e artista plástico Ariomar Nogueira, que fez uma homenagem ao time de futebol local, quando este chegou à elite do futebol brasileiro.

Há também um enorme coração no Parque Urbano Vivencial do Setor Norte do Gama, fazendo justiça ao dito popular gamense 'Quem ama mora no Gama!'

Nesse espírito artístico tão próprio dessa cidade, a Nova Acrópole Gama, escola de filosofia à maneira clássica, localizada na Quadra 23 do Setor Leste (Antigo Setor Bancário), que possui uma biblioteca pública com acervo de mais de 1.900 livros, uma livraria especializada em autores de filosofia e oferece palestras gratuitas, em seu Dia da Arte, decidiu homenagear o arquiteto Ariomar Nogueira, se propondo revitalizar a enigmática escultura 'Os Namorados' e que se encontra no balão da Quadra 23\24.

A escultura é de 1996 e fazia parte de um conjunto com outras três esculturas inominadas, lamentavelmente uma líder religiosa destruiu duas delas, restantes apenas duas das quatro obras originais.

O simbolismo presente nas obras, mesmo no estado em que se encontram, é de uma riqueza inegável, pois dão a ideia de harmonia nas forças masculinas e femininas presentes na natureza, forças essas capazes de gerar vidas.

Os trabalhos de revitalização das duas esculturas restantes se iniciaram no dia 03 de Abril (Domingo), e terão continuidade nos próximos fins de semana.

A Nova Acrópole Gama convida a todos os interessados a se unirem aos seus voluntários na conclusão da revitalização e lançará uma campanha para a escolha do nome da outra escultura.

 

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Portal Gama Cidadão