Com a ajuda do programa, que envolve diversos órgãos do DF, foi possível reduzir em 77,4% os casos de dengue no período

Agência Brasília - 25/11/2017 Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília – 7.11.2016

Na edição de comemoração de um ano, o Cidades Limpas volta ao Gama na segunda-feira (27). O programa, coordenado pela Secretaria das Cidades, tem o objetivo de revitalizar áreas públicas das regiões administrativas com ações como limpeza de boca de lobos, pintura de meios-fios, poda de árvores e recolhimento de entulho.

Os casos de dengue no DF diminuíramdrasticamente com o apoio da força-tarefa: foram 3.945 registros de casos prováveis de janeiro a outubro deste ano. No mesmo período do ano passado, a Secretaria de Saúde computou 17.490 casos. Em termos porcentuais, trata-se de uma redução de 77,4% no período.

No Gama, onde o Cidades Limpas esteve em novembro de 2016, a diminuição foi de 40,9% dos casos prováveis de dengue. De janeiro a outubro deste ano, a localidade teve 297 registros da doença. Nos dez primeiros meses de 2016, foram 503 notificações.

O Cidades Limpas visitou as 27 regiões administrativas do Distrito Federal em um ano. Ao todo, removeu 86,3 toneladas de entulho, desobstruiu 2,9 mil bocas de lobo e recolheu 250 carcaças. No período, foram visitados 71,2 mil imóveis para combate ao Aedes aegypti, vetor da dengue, do zika vírus e da chikungunya.

Outras ações do Cidades Limpas nos últimos 12 meses foram:

  • Desobstrução de redes de água pluvial

  • Emissão de 717 carteiras de identidade

  • Manutenção, substituição e reparo de 2,3 mil unidades na rede elétrica

  • Pintura de sinalizações

  • Pintura de meios-fios

  • Poda de 15,3 mil árvores

  • Recuperação de redes de esgoto

  • Tapa-buracos

programa envolveu 4.613 trabalhadores, de 19 órgãos do governo de Brasília. Nos 12 meses de atividades, foram usadas 1.293 máquinas e equipamentos.

Cidades Limpas fica no Gama até 8 de dezembro. A partir do dia 11, segue para Sudoeste, Octogonal e Cruzeiro.

Dados são da mais recente Pesquisa Nacional de Amostra Por Domicílios, realizada pelo IBGE em 2016

Por Letícia Cotta - Correio Braziliense / Foto: brasil.gov.br - 24/11/2017 - 04:06:44

 

Dos 69,2 milhões de domicílios registrados pelo IBGE em 2016, um total de 68,2% são próprios e já quitados. Esse número corresponde a 47,2 milhões. Já os brasileiros que vivem em habitações alugadas correspondem a 17,5%. Os dados são mais recente Pesquisa Nacional de Amostra Por Domicílios (PNAD Contínua), realizada pelo IBGE no ano de 2016.

Dos 69 milhões de lares, 86% são casas e 13% apartamentos – é válido destacar que em todas as grandes regiões o percentual de habitações horizontais ficou acima de 80%. O Distrito Federal registrou um total de 1 milhão de domicílios, sendo 55,7% próprios e 29% alugados. Desse montante, 71,26% são casas – um total de 719 mil lares. Os dados também demonstram que o DF concentra mais de 50% do total de apartamentos da região Centro-Oeste (275 mil).

 

Tecnologia

Quando o assunto é acesso à internet, o Pnad 2016 mostra que, à época, 92,3% dos brasileiros usavam os próprios smartphones como meio principal de conexão. Em contrapartida, o uso de telefone fixo apresentou desuso, marcando presença em 34% dos lares brasileiros. No Distrito Federal, os celulares foram encontrados em 98,1% dos lares, e também é o principal meio de acesso à rede; os microcomputadores têm a "preferência" de 62% dos brasilienses.

Ainda falando em comunicação, as televisões resistem. Com 97,4% de participação nos domicílios, ficam, ainda, bem à frente dos microcomputadores, que ano passado registraram 46,2% de adesão.

 

População

Em 2016, dos 205,5 milhões de habitantes, 48,5% eram homens e 51,5% eram mulheres. Desses, 44,2% eram brancos, 8,2% se consideravam pretos e 46,7% pardos.

A maior fatia da população está na faixa etária dos 30 a 39 anos (que representam 15,9% da população); 60 anos ou mais (14,4%); e 40 a 49 anos (13,8%).

Em 2016, o DF registrava 3 milhões de habitantes, com 47,7% deles sendo homens e 52,3% mulheres. Desse total, 51,7% se declararam pardos; 38,5% se declararam brancos e 8,9% pretos. Além disso, na divisão por faixa etária, 18,3% possuía entre 30 e 39 anos, 14,4% possuía de 40 a 49 anos e 11,8% possuía de 50 a 59 anos.

Mau cheiro, poluição, acúmulo de dejeto, imundície e bloqueio aos pedestres são os problemas relatados pela comunidade.

Os moradores e comerciantes das quadras 05, 11 e 13 no Setor Sul do Gama, estão sofrendo com o descaso da Administração Regional e da Caesb, que juntas não conseguem solucionar um problema recorrente das tubulações rompidas, que infestam a área com dejetos poluentes oriundos do esgoto a céu aberto dia e noite.  

Uma “boca de lobo” está estourada em frente ao COSE Sul, onde também se localiza o Batalhão da Força Nacional. Vários moradores da região são vistos passando com a mão tapando o nariz, para evitar sentir o mau cheiro que exala, além da contaminação dos pneus dos carros e dos pedestres ao passar pelo local carregam para as entrequadras e residências.

O problema é recorrente no Setor. Pelo menos é o que diz a Sra. Sebastiana. Ela conta que desde sexta-feira o esgoto está jorrando a céu aberto, outros moradores já ligaram várias vezes para a CAESB que é o órgão responsável, e até o momento não tomaram nenhuma providência sobre o caso.

Além das dificuldades em transitar pela rua, o mau cheiro incomoda até mesmo dentro do comércio. “Chega ao ponto de incomodar os clientes, tem hora que prefiro ficar fora do que dentro da loja. Pois dentro, o cheiro fica insuportável”, afirmou Vanda.

“A CAESB órgão irresponsável pelo esgoto não tem olfato?”
 

Da redação do Gama Cidadão

Arrecadação feita pelo Metrô-DF fez parte da campanha Outubro Rosa. Nesta terça (21), doações foram repassadas a uma instituição da sociedade civil

Por Ricardo Callado - 22/11/2017 - 17:35:37

Para apoiar mulheres em tratamento contra o câncer em Brasília, 1.117 mechas foram entregues pela Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) para a Rede Feminina de Combate ao Câncer. A cerimônia ocorreu em posto de voluntariado da instituição no Hospital de Base do DF na tarde desta terça-feira (21).

Arrecadadas pelo Metrô para a 3ª edição da campanha solidária Corte e Compartilhe, as mechas foram doadas por passageiros do transporte público durante o Outubro Rosa na Estação Central. A campanha está ligada ao programa Brasília Cidadã, idealizado pela colaboradora do governo Márcia Rollemberg, que participou da entrega.

Márcia também está em tratamento contra um câncer no endométrio. “Esse momento de fragilidade me fortalece mais para essa luta. Faz com que eu possa acreditar e ampliar meu compromisso com a causa.”

Ela ficou emocionada com a quantidade de doações. Em 2015, foram 300 mechas doadas. Em 2016, o número aumentou para 649. “A gente agradece por todas as doações feitas. Inclusive por crianças, que foi uma das coisas que mais me sensibilizou.”

Uma das doadoras foi a chefe da Assessoria Estratégica da Secretaria de Saúde, Roberta Teixeira. “Meu cabelo sempre foi muito longo, e eu já vinha pensando em fazer uma doação há algum tempo. Uma pessoa muito próxima minha descobriu o câncer de mama em julho, e eu quis ajudar.”

Segundo a presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Maria Thereza Falcão, a doação de mecha é uma das melhores formas de apoiar mulheres em tratamento. “Para as mulheres, a perda do cabelo faz muita diferença. Ainda mais no caso do câncer de mama. A perda dos dois tem um efeito muito grande na forma que somos percebidas pelos outros e por nós mesmas.”

Mulheres da Amazônia receberam 150 mechas de cabelo

Além da doação para a rede, 150 mechas foram repassadas para a Associação de Mulheres Ribeirinhas e Vítimas de Escalpelamento da Amazônia.

A instituição atende mulheres que têm partes da cabeça removidas em acidentes quando cabelos ficam presos em motores de barcos usados para transporte em rios.

O DFTRANS informou que a linha de ônibus 271.3, que sai do BRT de Santa Maria (norte) e vai até a rodoviária do Gama sofreu uma ligeira alteração. Com a chegada do asfalto no residencial Ribeirão (cond. Porto Rico), a linha 271.3 também passará por dentro da localidade.

Esta é uma grande conquista para a comunidade do residencial Ribeirão, que antes tinha que ir até a avenida Santa Maria ou até o terminal da 401 para pegar a condução. 

A linha agora está sob o comando da Pioneira. A tarifa custa R$ 2,50. 

 

Informou Administração Regional de Santa Maria DF - RA XIII

 

 

Agência Brasília - 21/11/2017

Neste mês, o recurso será instalado em 700 veículos. No próximo ano, as catracas do metrô também contarão com o sistema. Governador Rodrigo Rollemberg testou o sistema em entrevista coletiva nesta terça (21)

Neste mês, mais 700 ônibus do DF terão o sistema de biometria facial instalado nas catracas. Até fevereiro de 2018, o recurso, que evita fraudes no transporte público, estará presente em 100% da frota das concessionárias que operam na cidade — de cerca de 2,7 mil ônibus.

O cronograma foi anunciado na manhã desta terça-feira (21) pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e o secretário de Mobilidade, Fábio Damasceno, em entrevista coletiva no Palácio do Buriti. Ainda no primeiro trimestre de 2018, a biometria facial começará a ser instalada nas catracas do metrô.

eficiência do equipamento foi demonstrada durante o lançamento do sistema. Cinco ônibus com a biometria facial foram expostos na área externa da sede do governo local. O próprio governador passou pela catraca de um deles para testar a identificação por meio de imagens.

“Esperamos muito por este momento, pois o uso correto dos benefícios garantidos por lei vai ser assegurado pela instalação da biometria facial nos ônibus do transporte coletivo do DF”, disse o chefe do Executivo local.

De acordo com o secretário de Mobilidade, cerca de 300 veículos estão com a biometria facial em funcionamento já a partir desta terça (21). Os testes do sistema começaram em maio, em dez veículos da Linha 110, que faz o trajeto da Rodoviária – Universidade de Brasília (UnB).

“A experiência mostrou que funcionou bem. Tivemos mais de 2 mil bloqueios em dez ônibus”, avaliou Damasceno.

Além de coibir fraudes e garantir o benefício a quem realmente precisa, ele destacou ainda que burlar o sistema resulta em prejuízos à população:

“Reduzir fraudes é reduzir o custo do subsídio [valor que o governo paga no transporte público]. Esperamos que essa diminuição [do custo] seja de 15 a 20%. Esse dinheiro poderá ir para outras áreas, como segurança, para o bem-estar da população.”

Os custos dos equipamentos são arcados pelas próprias concessionárias. A biometria facial no transporte público do DF faz parte do Bilhete Único, lançado em setembro — que integra o Programa de Mobilidade Urbana do DF, o Circula Brasília.

Entenda como funciona a biometria facial nos ônibus

Acima dos validadores, onde os passageiros passam o cartão, são instaladas câmeras que captam imagens de quem passa pela catraca. Por meio de um software, elas são comparadas com as fotos cadastradas no sistema.

Quando o programa detecta automaticamente divergências — ou seja, alerta que as imagens não coincidem —, um analista do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) avalia se há um caso de fraude.

Se confirmada a irregularidade, o benefício é suspenso, e abre-se um processo administrativo em que o usuário tem direito ao contraditório e ampla defesa. De acordo com a secretaria, se ainda assim os esclarecimentos forem insatisfatórios, o cartão é bloqueado.