Único vencedor ainda não apareceu para retirar o prêmio, segundo informou a Caixa Econômica Federal


O único vencedor do sorteio da Quina desta terça-feira (20/12) fez sua aposta em uma lotérica do Gama. O sortudo ou sortuda receberá R$ 1.351.600,69, mas ainda não foi retirar o prêmio, segundo informou a Caixa Econômica Federal.

O sorteio deixou contente até mesmo o dono da lotérica onde o jogo vencedor foi feito. “Acredito que vendo sonhos e, hoje, um deles se tornou realidade”, afirma José Eduardo Nogueira, proprietário da casa lotérica Super Sorte, no Gama.

Para quem ainda não foi sorteado, a chance pode ser agora. O prêmio da Mega Sena acumulou novamente e chegou a R$ 40 milhões. A bolada será sorteada nesta quinta (22).

Os mais ambiciosos também podem apostar na Mega da Virada, com premiação avaliada em R$ 210 milhões, sorteada no último dia do ano.

Da Redação do Portal Metrópoles - 21/12/2016 14:11 / Republicado no Gama Cidadão 23/12/2016 15:03

 

 

Para quem pensa que cultura popular está fora de moda veja as fotos.

O 15º Encontro de Folias de Reis do Distrito Federal aconteceu no Gama.

São mais de trinta grupos de várias partes do país representando uma das linguagens artísticas mais antigas do Brasil. Uma festa religiosa sem precedentes.

O Grupo de Barra do Garças - MT, trás quatro gerações para o palco. São duas famílias mantendo a tradição.

No domingo, ao longo do dia, os foliões se despedem da cidade de onde deixarão saudade e muita amizade. Porém, a festa só termina a noite com show e premiações. Durante todo dia haverá muita comida, canções e despedidas. O picadeiro esteve instalado ao lado do estádio Bezerrão.

A Folia de Reis, Reisado, ou Festa de Santos Reis é uma manifestação cultural religiosa festiva e classificada, no Brasil, como folclore; praticada pelos adeptos e simpatizantes do catolicismo, no intuito de rememorar a atitude dos Três Reis Magos — que partiram em uma jornada à procura do esconderijo do Prometido Messias (O Menino Jesus Cristo) — para prestar-lhe homenagens e dar-lhe presentes.

Administradora regional do Gama, Maria Antônia e os Três Reis Magos

Galeria de fotos. Clique aqui!

Da Redação do Gama Cidadão - 20/12/2016 12:04



Incomodados com os constantes alagamentos, moradores da quadra 13 Setor Sul do Gama se mobilizaram para limparem as bocas de lobo da quadra. O Ato aconteceu na manhã do último domingo (18) e os moradores foram retirar o lixo das boca-de-lobo entupidas. Eles aproveitaram, também, para pintar a praça.

Segundo alguns moradores, que não quiseram se identificar com medo de represarias por parte da administração regional, as reivindicações junto à administração foram inúmeras. Acontece que nenhuma delas surtiu efeito. Cansados de esperar pelos gestores, a população decidiu resolver o problema por conta própria.

A situação é vergonhosa e revela o quanto o gestor se preocupa com os problemas das periferias. Os transtornos por conta das boca-de-lobo entupidas viraram rotina em todas as áreas do Setor Sul da cidade.

 

Além do serviço de limpeza de bueiros, foi colocado uma grade para evitar à entupir a boca-de-lobo

 
Praça antes da ação dos moradores. 

Boca-de-lobo entupida antes da ação dos moradores. 

 

Relembre a matéria da época, em setembro de 2016: 

Falta de manutenção programada em bueiros e tampa da grelha deixa moradores revoltados

 

Estudo da Codeplan mostra o abismo financeiro entre pessoas de 18 a 29 anos, principalmente entre cidades como Estrutural e Sudoeste. Situação se reflete na formação educacional e no mercado de trabalho

Douglas Carvalho - Especial para o Correio , Pedro Grigori* - 14/12/2016 06:00 / atualizado em 14/12/2016 15:59

Shirley da Silva, 18 anos, mora na Estrutural: longe dos estudos desde os 13

Na rua onde vive a catadora de materiais recicláveis Shirley da Silva, 18 anos, na Estrutural, o asfalto dá lugar à lama. Além disso, uma chapa de madeirite improvisa um portão na casa de três cômodos que ela divide com seis irmãos, o filho de sete meses e os pais, com quem compartilha a função de garantir o sustento. Nos meses melhores, embolsam R$ 300 trabalhando no aterro sanitário da cidade. A 13km dali, no Sudoeste, a engenheira mecânica Júlia Lins, 25, tem realidade oposta: recebe quase 20 vezes mais do que a receita familiar de Shirley e mora em um apartamento com os pais, em uma das cidades com maior renda per capita.

O contraste socioeconômico entre elas ilustra o perfil dos 700 mil jovens, de 18 a 29 anos, do DF, traçado em pesquisa da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), em parceria com a Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude (Secriança). O estudo, elaborado nos últimos dois anos e divulgado ontem, considerou 31 cidades. E levantou outras desigualdades. Entre elas, a financeira. Enquanto a Estrutural — e o SCIA — abriga a menor proporção de jovens com salário superior a dois salários mínimos, 7%, o Sudoeste e a Octogonal concentram percentual 11 vezes acima: 82%.

O levantamento evidencia as discrepâncias em outros setores, como educação e trabalho. As regiões com as menores proporções de jovens com renda mensal superior a dois salários mínimos recebem também a maior parcela de quem não concluiu o ensino básico. É o caso de Shirley. Ela abandonou os estudos em 2011, aos 13 anos. “Tive vontade de sair da escola”, relembra. Aos 18, integra os 21% daqueles de 18 a 24 anos da Estrutural que não concluíram o ensino fundamental — só Paranoá e Varjão têm índice maior (23%). Shirley também se encaixa no quarto maior percentual de desocupação do DF, o da Estrutural e do SCIA: 29%.


Júlia ilustra os 100% de jovens de 25 a 29 anos do Sudoeste que finalizaram o ensino fundamental. “Não fui obrigada a estudar, mas apoiada a isso. Uniu-se o meu esforço ao investimento que os meus pais fizeram”, analisa a engenheira. Segundo ela, a favorável condição financeira da família quebrou algumas dificuldades. “Tive de abrir muitas portas com o meu próprio mérito, mas sei que teria de passar pelo dobro de obstáculos se não tivesse mais oportunidades”, reconhece.

O professor do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB) Sadi Dal Rosso salienta que o índice de jovens das cidades da periferia do DF que não concluíram o ensino fundamental é preocupante. “Se eles têm menos formação, sofrem com mais dificuldade no mercado de trabalho. Principalmente, para ascender a salários mais elevados”, avalia. Especialista em sociologia do trabalho, Sadi explica as maiores taxas de desocupação nas cidades mais afastadas. “O jovem tem um desafio a mais: o mercado olha a quantidade imensa de mão de obra e opta por quem tem experiência, o que ele não tem. Os mais pobres terão ainda menos, porque têm menos formação”, conclui.


O secretário adjunto do Trabalho, Thiago Jarjour, sugere o aprimoramento escolar dos mais novos para reverter a disparidade. “O jovem tem vantagem nas profissões do futuro, nas áreas de inovação e tecnologia, além de empreendedorismo. Só precisam de um pequeno impulso”, diz.

*Estagiário sob supervisão de Guilherme Goulart

 


Foto: Divulgação / Milene Sodré

O projeto ARTE DA TERRA consiste em uma oficina cerâmica apresentada pelo FAC, Fundo de Apoio à Cultura, que tem como objetivo formar novos artesãos escultores através do ensino da confecção de oito aves brasileiras em argila: Bem te vi, João de barro, Canário da Terra, Papagaio, Tucano, Coruja, Pintassilgo e Pica pau. Pretende-se com isso proporcionar aos alunos uma ocupação que lhes possibilite uma fonte de renda, o resgate da auto estima e a inclusão social. Aprendendo sobre a fauna local e produzindo artesanato de pássaros com simples ferramentas alternativas, os alunos valorizam a identidade cultural, aprendem sobre a necessidade da preservação das espécies assim como divulgam a fauna e arte local.

A oficina já foi realizada na Estrutural e está em andamento na APAED, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais e Deficientes de Taguatinga e Ceilândia. Neste curso o aluno desenvolve sua criatividade e sensibilidade que, conquistadas no manusear o barro, também ajudam a dissolver problemas somatizados e a aprimorar a habilidade psicomotora. Segundo Michele Sodré, artista plástica coordenadora do projeto: ”Vários são os motivos que fazem as pessoas se interessarem pelo curso, mas o mais importante é que independente do motivo, a pessoa resgata o sentido de observar e contemplar a natureza e assim retomar o foco de si e afastar o estresse do dia a dia. E as aves são fonte de beleza e inspiração que muitas vezes são avistadas de nossas varandas e janelas, mas que nós não notamos devido a problemas ou a correria da vida atual.”

O professor do curso, o escultor e artista plástico John Du Francis, desenvolveu uma técnica que facilita o aprendizado do aluno, a técnica dos “5 toques”. Desta forma o aluno modela o pássaro rapidamente e se surpreende com o resultado: “Não tem aluno que pegue na argila e não saia com um passarinho de autoria própria na mão, e o aluno, vendo-se capaz de fazer algo que nunca imaginou fazer, eleva sua confiança e auto estima fortalecendo o sentimento de capacidade para os diversos campos de sua vida.”

O curso proporciona além de diversos benefícios físicos e mentais, um grande incentivo ao turismo e geração de renda através da produção do artesanato. “Esta arte, típica de um determinado local e feita pelas próprias mãos de seus artistas é o retrato mais fiel de uma região, por isso, exaltar a natureza através do artesanato é um complemento perfeito para mostrar a identidade de um povo e destacar suas belezas naturais”, afirma Michele.

O projeto ARTE DA TERRA convida a todos para a exposição e venda dos artesanatos desenvolvidos por alunos da APAED no dia 15 de dezembro de 2016, das 10:00 às 11:30 hs, no salão de festas da APAED localizado na QNM 29 mod D AE C sul. Compareça e conheça a arte da nossa terra!



Foto: Milene Sodré

Para ampliar o diálogo com quem faz e vive a cultura no Distrito Federal e fortalecer a participação das lideranças locais no debate sobre o que queremos para a nossa cidade, o Distrito Federal, por meio do Conselho de Cultura do DF (CCDF) e com apoio da Secretaria de Estado de Cultura do DF (SEC), propõe a reestruturação das instâncias de participação da comunidade, sendo um dos pontos prioritários a revitalização dos Conselhos Regionais de Cultura em cada uma das 31 Regiões Administrativas do DF.

Para isso, serão realizados, entre 24 de maio e 08 de dezembro de 2016, 31 seminários nas Regiões Administrativas sobre a reativação dos Conselhos Regionais de Cultura, assim como as eleições dos conselheiros do Conselho Regional de Cultura de cada uma das Regiões Administrativas (de 04 de junho a 18 de dezembro).

O seminário do Gama, será no dia 08 de dezembro, quinta-feira , de 18h30 às 21h30, noTeatro de Bolso do Galpãozinho - SCE Praça 2 - Lote 2 - Área Especial (ao lado da Rodoviária) 

Já o processo de eleição dos conselheiros do Conselho Regional Cultura do Gama, será realizado no dia 18 de dezembro, domingo, de 14:00h às 17:00h, noTeatro de Bolso do Galpãozinho - SCE Praça 2 - Lote 2 - Área Especial (ao lado da Rodoviária) 

Se você deseja propor, acompanhar e debater abertamente as propostas para a valorização e a dinamização da arte e da cultura na sua região, venha participar do Conselho Regional de Cultura!

Mobilize, candidate-se, chame outras lideranças culturais para participar do processo de reativação desse importante espaço de criação de politicas culturais para a sua cidade e para o Distrito Federal!

Participe!

 

 

SERVIÇO: 

"SEMINÁRIO CONSELHOS REGIONAIS DE CULTURA DO DF"

Data: 08/12, (quinta-feira) às 18h30

Local: Teatro de Bolso do Galpãozinho

Endereço: SCE Praça 2 - Lote 2 - Área Especial (ao lado da Rodoviária)

 

ELEIÇÃO DO CONSELHO REGIONAL DE CULTURA DO GAMA

Data: 18/12, (domingo) de 14:00h às 17:00h

Local: Teatro de Bolso do Galpãozinho

Endereço: SCE Praça 2 - Lote 2 - Área Especial (ao lado da Rodoviária)

 


INFORMAÇÕES: 

Subsecretaria de Politicas Culturais

Secretaria de Cultura do Distrito Federal 

Governo do Distrito Federal

(61) 3325 5212

Estradas urbanas não são só em Brasília

POR HELIO DOYLA/OSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL - 11/11/2016 - 10:58:24

Não há nenhuma necessidade de transformar rodovias do Distrito Federal em vias urbanas, segundo o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Henrique Luduvice – e não Humberto Ludovice, como publicamos ontem. Em várias cidades há rodovias em áreas urbanas, alega ele, e nelas os motoristas têm de trafegar com faróis acesos.

Luduvice cita a Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, que é parte da BR-101, e lembra que a BR-153 passa dentro de Goiânia. Para o diretor-geral do DER, manter os faróis acesos é uma questão de segurança, especialmente de pedestres, ciclistas e motociclistas, e não um artifício para arrecadar dinheiro com multas.

Todas ligam o centro a algum lugar

Luduvice diz desconhecer que o governo esteja estudando a edição de decreto definindo o sistema viário de Brasília, para transformar algumas rodovias em avenidas. Para ele, não há nenhuma dúvida: a lei que define o Sistema Nacional de Viação, de 2011, diz que o Sistema de Viação do Distrito Federal liga o centro de Brasília às regiões administrativas.

Assim, por exemplo, a Estrada Parque Dom Bosco, que corta o Lago Sul, é ligação para o Paranoá. Todas as rodovias hoje existentes ligam regiões administrativas, não importa, no entendimento de Luduvice, que passem por áreas urbanas ou rurais.

Receber salários em dia hoje é quase privilégio

Como se esperava, os servidores do governo de Brasília não decretaram, ontem, greve geral em protesto contra o não pagamento da terceira parcela de seus aumentos salariais. Os professores, geralmente mais mobilizados, aprovaram um indicativo de greve para o início do ano letivo em 2017. Prevaleceram a inteligência e o bom senso.

Se os servidores e seus dirigentes sindicais estão lendo e ouvindo as notícias que vêm de todo o país, e hoje, em especial, do Rio de Janeiro, sabem que a situação financeira é gravíssima. Em Brasília, pelo menos, ainda recebem seus salários em dia.

Não receber uma parcela de aumento salarial, na faixa de 3% a 4%, é pouco diante da situação de servidores de estados que estão com salários atrasados, com ameaças de confisco e sem chance de receber o 13º. E menos ainda diante de 12 milhões de desempregados e de trabalhadores que ganham bem menos – e bem menos mesmo — do que eles.

Risco de dar errado e desagradar

As greves dos empregados da Caesb e da Companhia do Metrô, dos agentes penitenciários e dos auxiliares e técnicos de enfermagem, assim como a mobilização da Polícia Civil, mostram aos servidores que o governo não pode ceder e não tem o que negociar em termos financeiros. Simplesmente porque não tem dinheiro para arcar com os aumentos ou outros benefícios que algumas carreiras insistem em, irresponsavelmente, reivindicar.

Decretar greve nas atuais circunstâncias é um enorme erro tático e político, atitude de quem não enxerga a realidade que nos cerca e só olha para o próprio umbigo ou para o próprio bolso. Seria uma greve sem chances de ser bem-sucedida e que acabaria desgastando os dirigentes dos sindicatos perante seus associados.

E, como a população sabe bem o que acontece e sente no dia a dia as consequências da crise, a paralisação de serviços públicos pelos servidores só provocará reações contrárias na opinião pública.

Impeachment é para desgastar e ameaçar

A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues (foto), está pedindo à Câmara Legislativa o impeachment do governador Rodrigo Rollemberg. Um dos motivos seria não pagar a parcela do aumento, aprovado por lei em 2013.

É uma ação eminentemente política, para fustigar o governador no momento em que os servidores procuram se mobilizar pelo aumento. O impeachment, processo longo, tem de ser aprovado por 16 dos 24 distritais e, como se viu recentemente, com Dilma Rousseff, e em 2002, com Fernando Collor, depende fundamentalmente do apoio que possa ter na população.

No momento, é inviável. Se a deputado Celina Leão conseguir voltar à presidência da Câmara, por decisão da Justiça, o pedido de Marli Rodrigues poderá ser um instrumento para desgastar e ameaçar Rollemberg – e fazê-lo se curvar diante dos distritais.

Mudar é abrir mão de recursos

Há um fator econômico para justificar que vias com características urbanas, no Distrito Federal, sejam consideradas rodovias: o repasse da Cide, imposto sobre combustíveis. Cada unidade da Federação recebe uma quantia que tem como base o número de quilômetros de rodovias que cruzam seu território.

No ano passado, Brasília recebeu cerca de R$ 30 milhões com base na Cide. Cada quilômetro a menos de rodovia na cidade significará menos dinheiro transferido pelo governo federal para a manutenção de estradas.

Na dúvida, liguem os faróis 

O cavalo de batalha em torno dos faróis acesos é, no fundo, falta de assunto melhor. A medida é adotada em inúmeros países e não representa prejuízo significativo para os motoristas. Aumenta a visibilidade dos veículos, que são vistos com mais facilidade, e reduz o número de acidentes.

Desde que a lei entrou em vigor, pouco mais de dois mil motoristas foram multados por trafegar com faróis desligados em rodovias. Diante das dúvidas que se possa ter sobre o que é rodovia e o que é via urbana, é melhor já acender os faróis quando ligar o motor.

E só é multado quem viola a lei.

vento promove intercâmbio cultural entre diversos países

JORNAL DESTAK - 10/11/2016 - 10:04:29
 
 


Neste sábado, o parque da Cidade abrigará a 12ª edição da Feira Internacional das Embaixadas. O evento cultural tem o propósito de ajudar instituições de caridade do Brasil. Mais de 100 países, de todos os continentes, participam da feira. ...

Nações como Brasil, Estados Unidos, China, Rússia, França, entre outros, farão apresentações culturais, exposição de automóveis e venderão comidas típicas de seus países. Também haverá o sorteio de rifas para diversos prêmios, como viagens internacionais e bolsas de estudo no exterior.

Neste sábado ExpoBrasília (Parque da Cidade), a partir das 9h. R$ 10 (meia).

Programa será lançado na segunda-feira (7), às 8 horas. Força-tarefa atuará nas principais avenidas da região administrativa

Foto: Reprodução do 2º mutirão de limpeza contra a dengue no Gama em 2015

A partir desta segunda-feira (7), o Gama receberá serviços de limpeza e de conservação. A iniciativa da Secretaria das Cidades na região durará até 18 de novembro e tem o objetivo de atender a demandas da população relacionadas a higienização de vias e praças, a troca de lâmpadas, a revitalização de faixas de pedestres, a desobstrução de bocas-de-lobo, além de poda de árvores e roçagem. A cerimônia de lançamento do programa será amanhã, às 8 horas, em frente ao Instituto Federal de Brasília.

A ação no Gama será a primeira do programa Cidades Limpas, que envolverá vários órgãos do governo de Brasília. “O administrador regional aponta as prioridades e a nossa função passa a ser articular as ações para resolver as demandas com a rapidez que a população espera”, afirma o secretário das Cidades, Marcos Dantas.

Nesta edição do Cidades Limpas, cerca de 130 pessoas, entre servidores públicos, funcionários de empresas que prestam serviço para o governo e reeducandos, estarão nas ruas do Gama. Além da Secretaria das Cidades e da Administração Regional do Gama, estão envolvidos a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Companhia Energética de Brasília (CEB), o Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF), a Agência de Fiscalização do DF (Agefis), a Vigilância Ambiental e a equipe do programa Mãos Dadas, da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

No Gama, o Cidades Limpas fará a poda de árvores, a limpeza de bocas-de-lobo e o recolhimento de entulho nas principais avenidas locais. Também haverá ações de tapa-buraco, recuperação de iluminação pública e pintura de faixas de pedestre e meios-fios. Depois dessa ação piloto, o programa será levado para outras regiões administrativas.

Lançamento do Programa Cidades Limpa no Gama

7 de novembro (segunda-feira)

Às 8 horas

Em frente ao Instituto Federal de Brasília (IFB), na DF-480

Sucesso entre os fãs de sertanejo, a dupla goiana Israel e Rodolfo foi uma das atrações da festa de aniversário do Gama, realizada entre 12 e 15 de outubro. O show dos artistas reuniu mais de 20 mil pessoas, teve divulgação nos canais oficiais do governo e contou com a presença da administradora regional da cidade, Maria Antônia. Mas os sertanejos agora reclamam de um calote e prometem ir à Justiça contra o GDF. O pagamento do cachê de R$ 90 mil chegou a ser empenhado pela administração, mas foi cancelado poucas horas antes da apresentação. O governo alega que, como não houve assinatura de contrato, não se pode falar em dívida com os artistas.

Apesar da crise financeira do Distrito Federal, a Administração Regional do Gama decidiu investir nas comemorações dos 56 anos da cidade. O órgão pagou R$ 80 mil pelo show do cantor Zé Felipe, conhecido como Justin Bieber do Sertanejo. A outra atração da festança foi o Trio Parada Dura, que também faturou R$ 80 mil. Já a dupla Israel e Rodolfo receberia R$ 90 mil, mas o pagamento acabou suspenso momento antes de os artistas subirem ao palco.

Representante dos sertanejos, o produtor Ernesto Gold afirma que houve um acerto com a Administração Regional para o repasse do cachê. Ele diz que o grupo trouxe uma equipe de 30 pessoas de Goiânia e teve que arcar com custos de transporte e de hotel para todos. “Um show como esse exige uma infraestrutura cara. Ninguém se apresentaria de graça, é claro que houve um acerto, uma promessa de pagamento do cachê. Vamos recorrer à Justiça para receber o valor combinado com a administração”, diz Gold.

O empresário reclama ainda de não ter sido informado sobre o cancelamento do empenho. “Alguém entrou na administração regional às 20h14 do feriado de 12 de outubro, poucas horas antes do show, para cancelar o empenho. Já havíamos recebido a nota, mas ninguém nos avisou de que havia sido anulada. A administração divulgou o show em panfletos, redes sociais, fez uso político da apresentação. E depois, se recusou a pagar o cachê”, acrescenta Ernesto Gold. “A administradora do Gama, Maria Antônia Magalhães, subiu ao palco, tirou foto com os artistas no camarim, mas em nenhum momento avisou de que o governo tinha desistido de pagar pela apresentação”, reclama Ernesto Gold.


O chefe de Gabinete da Administração Regional do Gama, Adilson Velasco, nega que tenha havido promessa de pagamento do cachê. “Pela lei, a celebração de um acordo só acontece com a assinatura do contrato, que é um instrumento público. Não houve nenhum contrato com esses artistas. Houve, sim, a pretensão de contratá-los mas, no meio do processo, percebemos que não haveria recursos para essa finalidade e a administração cancelou o empenho”, diz Velasco.

Ele afirma que panfletos e divulgações em sites a respeito do show, vinculando a apresentação à Administração Regional do Gama, foram feitos sem o aval do governo. “Os empresários fizeram alusão ao aniversário da cidade, isso não quer dizer que a contratação partiu da administração pública. E se eles se anteciparam e trouxeram equipe para a apresentação, fizeram por conta e risco, porque em nenhum momento houve a celebração de contrato”, assegura. De acordo com informações do Siggo, o GDF gastou R$ 3,7 milhões com eventos culturais e R$ 2,1 milhões com homenagens e festividades em 2016.


Helena Mader

Da Redação do Correio Braziliense / Blog CB. - 01/11/2016 - 10:59


Segue documento recebidos pela nossa Redação: 

 

 

Jornal de Brasília - 26/10/2016

Foto: Reprodução

Dezesseis autores do Distrito Federal foram selecionados para fazer o lançamento de seus livros durante a programação da III Bienal Brasil do Livro e Literatura, que acontece até o próximo domingo (30) no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Uma das selecionadas, a produtora Paulliny Gualberto Tort, apresentadora do programa Marca Página, que fala sobre Literatura na Rádio Nacional, disse que este tipo de edital para o lançamento em bienais e eventos literários é importante por gerar visibilidade para o trabalho dos novos escritores, fortalecendo a cena literária na cidade.

“Estou bem feliz de poder estar ali na Bienal, dentro do espaço da Banca da 308. Todos os autores [selecionados] vão ser lançados lá dentro”, falou a apresentadora, que lança o seu livro, Allegro ma non Troppo, hoje (26), às 20h30. Segundo ela, esse tipo de ação é indispensável, não só em eventos como a bienal, mas também em pequenas feiras literárias.

O modelo adotado pela Bienal Brasil seleciona autores que já publicaram algum livro e que passaram nos requisitos exigidos para estar presente no evento. A bienal dá a oportunidade de colocar os livros em uma situação de visibilidade, em um grande evento e com divulgação.

A festa é aberta a todos que queiram levar alegria e conhecer o trabalho da instituição

POR RICARDO CALLADO - 21/10/2016 - 10:46:25
 

Vai ter festa no próximo dia 29 na Creche Criança Cidadã, no Varjão, em comemoração ao mês das Crianças. A programação está repleta de brincadeiras e tem até massagem kids para a garotada. Isso mesmo! Empresários da cidade vão ser voluntários e destinar algumas horas do sábado para oferecer um momento diferente a essa turma. Além das atividades, a equipe levará ingredientes para ajudar na despensa da creche. Quem quiser pode doar leite, biscoitos maisena e de água e sal e achocolatado. Os produtos serão destinados ao preparo do lanche nos próximos meses.

A instituição atende 32 meninos e meninos de baixa renda do Varjão. Eles passam o dia no local, onde fazem seis refeições. Não há recursos do governo e com isso a ajuda da população é fundamental. Quer ajudar? Entregue sua contribuição até o dia 28 de outubro, no Centro de Estética Simone Santiago, que fica na quadra 300 B 2 Edifício Lincoln Center, no Sudoeste. Ah, e tem um detalhe. A festa é aberta a todos que queiram levar alegria e conhecer o trabalho da instituição.

A moda de pessoas vestindo máscaras de palhaços horrorosos, chega ao Setor Leste do Gama. Hoje um morador da cidade divulgou essa foto em um dos grupos do WhatsApp "A Voz do Cidadão".

Em agosto de 2016 ocorreram nos EUA os primeiros casos de jovens que se vestem de palhaços com máscaras de terror.

O que vem acontecendo de fato em torno desse personagem mítico? Muitas pessoas em cidades dos Estados Unidos, Canadá, França e Grã-Bretanha, entre outros países, estão insistindo em se vestir de palhaços, a princípio com o único intuito de assustar os cidadãos comuns; entretanto, essa prática "inocente" tem gerado trabalho para a Polícia.

O que você acha que está acontecendo???

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