Vicente Vecci

Essa era a antiga denominação da região da Palestina, para fins de governo do antigo império romano que lá chegou 63 anos antes da era cristã. Mas o termo atual, originou-se do nome que os gregos davam a uma região justa-linear ao Mediterrâneo, estendendo-se desse mar até o território oriental da Síria, do Líbano atual até às proximidades do Mar Vermelho. É considerado um dos lugares do planeta mais remotamente habitados pelo homem. Há estimativas de 90 séculos de ocupação contínua, segundo pesquisas pela idade radiométrica de achados arqueológicos. Desde quando começou a civilizar-se, sempre foi um local de conflitos, permanecendo até os dias atuais com atividades terroristas e bélicas do estado islâmico, palestinos e judeus e a  guerra civil na Síria entre rebeldes e tropas do ditador Bashar Al Assad apoiadas pela Rússia, Irã, China, integrando uma irmandade maligna, causadora de genocídios  e a morte de aproximadamente 400 mil pessoas. O mais recente aconteceu no Noroeste desse país, aonde fortes evidencias apontam utilização de armas químicas, vitimando em grande escala crianças. Países ocidentais condenaram esse crime de lesa humanidade e de extrema crueldade.

Os conflitos antigos eram entrem  reis provinciais, alguns de origem grega  remanescentes do império macedônico, deixado por Alexandre. Era também uma região rica e possuía terras férteis para as atividades agrícolas nas diversas províncias como a Iduméia, Peréia, Samária, Judéia, Decápolis, Feníca (hoje Líbano), Batanéia, Gálianítide, e Galiléia. Essa última citada, na era cristã tinha como capital Sefóris, próspera cidade, transformada num centro administrativo pelos romanos. Foi governada por Herodes Antipas, preposto da Roma Antiga. Foi lá que nasceu o Precursor do cristianismo Jesus, nome de origem grega, oriundo do aramaico Yeshua. Segundo o Novo Testamento e fontes históricas, Jesus era filho de Maria. E sua família morava em Nazareth, a dois quilômetros do Lago Tiberíades que antes desse nome romano, os hebreus chamavam-o de Mar da Galiléia ou lago Genezarete. Geograficamente é um segmento do rio Jordão que forma o lago e depois continua até desaguar no Mar Morto. A curta vida de Jesus passou-se em grande parte nas margens desse lago de água doce com 10 km de largura e 20 km de comprimento, nessa época, margeado de vários núcleos habitacionais e povoações históricas. Três de seus apóstolos foram recrutados entre os pescadores desse lago, respectivamente Pedro, André e João. Daí a importância da irradiação espiritual positiva proveniente dessa região que, sem os recursos que a mídia globalizada tem hoje, atravessou fronteiras distantes, quebrou tabus, credos e mitos e contribuiu para a humanização do planeta. A celebração natalina é uma das consequências dessa fonte.

Contudo existe um paradoxo: o teor principal da mensagem vindo de lá, que é amar o próximo como a ti mesmo, não tem sido praticado em grande escala nessa região desde a época dessa irradiação até os tempos atuais. Lá os conflitos com mortes são permanentes e distantes de soluções.  E aí então é que fica uma indagação: se na região que nasceu Aquele que melhor incorporou e personificou o Cristo Universal e originou-se o cristianismo, não se consegue praticar prioritariamente a Sua mensagem, imagina-se como deve estar a vida noutros cantos do planeta. Basta lembrar dos países pobres da África onde o radicalismo islâmico chacina inocentes e as que ocorreram na Europa como aconteceu na Bósnia, onde as causas foram motivadas pelas imposições de etnias e/ou ambições materiais e políticas. Refletindo, tudo isso tem como pai o egoísmo que deixa marginalizado os ensinamentos vindo há vinte séculos da antiga Aélia Capitolina, cuja máxima nos ensina que, independente de raças, cor,  línguas e fronteiras, somos todos irmãos.

Infelizmente, segundo a filosofia cósmica, o príncipe desse mundo (ego) reina em muitas regiões, e, até mesmo dentro de nosso lar. E, é preciso de muita luz para eclodir seu império. Luz essa que é procedente do Ente Supremo, e para recebê-la, basta abrirmos voluntariamente um portal em nosso Sistema Nervoso Central. Deve-se então, depois, direcioná-la para fora, e, a chave para essa operação bélica espiritual nos foi dada pelo  Nazareno Yeshua.

Vicente Vecci edita em Brasília-DF há 33 anos o  Jornal do Síndico ( www.jornaldosindicobsb.com.Br   e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. )

Unidade no Setor Leste da região administrativa será a terceira do DF e deverá ficar pronta ainda neste ano. Objetivo é descentralizar a distribuição de medicamentos do SUS

O governo de Brasília começou a instalar no Gama a terceira farmácia de alto custo do Distrito Federal. A iniciativa tem como principal objetivo descentralizar o serviço, que funciona no Plano Piloto e em Ceilândia.

Segundo o diretor de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Saúde, Emmanuel Carneiro, a nova unidade é apenas um dos passos para que o atendimento seja expandido. “Estamos fazendo estudos para identificar lotes viáveis e abrir mais farmácias de alto custo em outras regiões administrativas.”

No Gama, ela funcionará em um terreno cedido pela Secretaria de Fazenda na Praça 1, Área Especial s/n, Setor Leste — onde ficava a sede da Junta Militar da região. Os trabalhos se iniciaram em 22 de março, e a previsão é que sejam concluídos no segundo semestre deste ano.


Obras de instalação da farmácia de alto custo do Gama foram iniciadas em 22 de março. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

A princípio, a nova farmácia deve atender cerca de 5 mil pessoas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). As outras unidades em funcionamento têm cadastro de aproximadamente 30 mil pacientes.

Para financiar as obras, foi firmado um convênio com a Faciplac (Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central), que tem sede no Gama.

“A instituição forneceu R$ 719.670,71 e recebe, em contrapartida, acesso a ambientes de aprendizagem na rede de hospitais públicos para os alunos do curso de medicina”, explica Carneiro.

Farmácias de alto custo distribuem medicações do SUS

As farmácias de alto custo são responsáveis pela distribuição de medicamentos do grupo Componente Especializado da Assistência Farmacêutica. São cerca de 200 remédios de uso crônico prolongado e para tratamento de doenças raras e de baixa prevalência.

Dos 90 tipos de condições tratadas pelo grupo, a secretaria destaca os remédios para asma, doença de Alzheimer, esclerose múltipla, esquizofrenia, dor crônica, dislipidemia, transplantes de órgãos, glaucoma e insuficiência renal crônica.

Farmácias de alto custo no DF

Funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas

Asa Sul

Estação 102 Sul do Metrô-DF

(61) 3322-9498

Ceilândia

Praça do Cidadão (EQNM 18/20, Blocos A e C)

(61) 3581-3672

 

Razão é a grande demanda somada à falta de profissionais. Demais unidades da rede farão o atendimento


 
A contratação de 22 profissionais temporários permitiu a reabertura do pronto-atendimento infantil do Hospital Regional do Gama. No entanto, o agravamento de problemas sazonais de saúde e a grande demanda vinda da região do entorno levou o hospital a operar nas últimas semanas com uma demanda que mais que dobrou com relação ao que era inicialmente previsto. De uma previsão inicial de cerca de dois mil atendimentos, no último mês a emergência do Gama atendeu 4.860 crianças.
 
Por exigência do Ministério Público, a contratação temporária foi feita pelo valor do piso de contratação de médicos pela rede pública. Assim, a baixa atratividade dos salários somada à grande quantidade de trabalho fez com que, dos 22 profissionais temporários contratados, nove pedissem exoneração apenas na primeira semana após a reabertura. Outros cinco saíram também na última semana. A isso se soma a baixa oferta de médicos pediatras de um modo geral, um problema que afeta não apenas o Distrito Federal. Diante do quadro, a Secretaria de Saúde viu-se obrigada a restringir, a partir desta quarta-feira (12) o pronto-atendimento infantil no Gama por tempo indeterminado. Os demais hospitais da rede estarão prontos para atender aos casos urgentes e emergentes que vinham sendo encaminhados para lá.
 
Os pacientes menos graves devem procurar a atenção primária, nos centros de saúde e clínicas de família da região onde moram. Para urgência e emergência,os atendimentos serão feitos no Hospital Regional da Asa Norte, Brazlândia, Ceilândia, Hospital Materno-Infantil de Brasília (HMIB), Guará, Paranoá, Planaltina, Sobradinho e Taguatinga.
 
SOLUÇÃO – A Secretaria de Saúde busca alternativas para solucionar o problema e reabrir o pronto-atendimento infantil do Hospital Regional do Gama o mais rápido possível. Nesta quarta-feira (12,) será realizada uma reunião entre a pasta e 11 pediatras da Região Sul que não aderiram à conversão do modelo de atenção para Estratégia Saúde da Família, para que eles possam reforçar o atendimento no hospital.
 
DEMANDA – A falta de profissionais, problema enfrentado nacionalmente, e o aumento da demanda não afetaram apenas o Gama. De janeiro para março deste ano, o número de atendimentos de pediatria praticamente dobrou na rede de saúde do DF, passando de 26.017 para 46.775.

As unidades de Planaltina apresentaram o maior número de problemas: 483 falhas a serem consertadas
Por OTÁVIO AUGUSTO - Correio Braziliense/Gustavo Moreno/CB/D.A Press - 08/04/2017 - 10:43:08

Fiscalização nos centros de saúde foi iniciada há 10 meses e não tem prazo para acabar. Em outubro do ano passado, governo foi notificado sobre os problemas, que incluem espaços inadequados e falta de medicamentos e insumos.

Uma devassa em 63 centros de saúde evidenciou 2,8 mil falhas em um dos setores mais castigados da administração pública. A auditoria realizada pelo Instituto de Fiscalização e Controle (IFC), com apoio do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT), deve apresentar relatório nos próximos dias com as conclusões e as recomendações de ajustes no serviço. Além de espaços inadequados, que limitam a quantidade de atendimentos, os auditores notificaram falta de medicamentos e insumos, aparelhos sem manutenção, baixa quantidade de profissionais e descarte inapropriado de lixo. Em algumas situações, os dejetos comuns e hospitalares são acondicionados juntos.

Planaltina, distante 45km do Plano Piloto, teve nove unidades vistoriadas e também apresentou o maior volume de itens para correção: 483. Na sequência, São Sebastião e Sobradinho tiveram sete endereços visitados, com 424 e 348 falhas, respectivamente. As instalações antigas, na maioria da década de 1980, necessitam de reformas estruturais ou grandes intervenções. Algumas unidades funcionam em casas alugadas, com ordem de despejo, devido à falta de pagamento. Infiltrações, mofo e infraestrutura elétrica e hidráulica comprometidas são encontradas em todas os centros de saúde.

Os indicadores tratam de um recorte da saúde extremamente importante para o Buriti: a atenção primária. O programa Saúde da Família está sendo fortalecido e deve se tornar protagonista da assistência na capital federal. A Secretaria de Saúde admite as falhas e garante que está se adequando às recomendações da auditoria. A avaliação dos pacientes ajudaram na consolidação das críticas. Gama, Candangolândia e Riacho Fundo obtiveram as melhores avaliações. Estrutural, Granja do Torto e São Sebastião, as piores.

Nos últimos 10 meses, período em que os auditores começaram a monitorar as unidades, ocorreram três vistorias. O Executivo local foi notificado em outubro do ano passado e teve 120 dias para sanar parte dos problemas. A Secretaria de Saúde não sabe precisar quantas falhas foram solucionadas. As visitas continuam. Na última quarta-feira, o diretor de organização de serviços de Atenção Primária, Lucas Bahia, detalhou algumas mudanças. Houve investimento de R$ 10,5 milhões em contratos de manutenção predial, aquisição de 6,2 mil aparelhos e equipamentos médico-hospitalares, além de redução do desabastecimento. A falta de remédios e insumos saiu de 25% dos produtos, quando a auditoria começou, para 10% agora.

Apesar dos ajustes, Lucas acredita que o relatório conclusivo pode apresentar outros deficits e falhas. “Desde o início de 2016, estamos promovendo uma reestruturação na atenção primária. Criamos a gerência de apoio operacional, o núcleo de material e patrimônio específico para o setor e o núcleo de logística farmacêutica. No início da auditoria, ainda estávamos implantando isso. Hoje, a velocidade de resposta é muito maior. Esses mecanismos são responsáveis pela solução dos problemas”, explica Lucas.

Participação popular

A auditoria é realizada com o apoio de 300 voluntários. Esse é o modo que o IFC encontrou de mobilizar a população a fim de cobrar resultados e monitorar os ajustes. “Nossa intenção é formar núcleos para fazer esse tipo de fiscalizações pelo menos uma vez por ano. Dessa forma, vamos conseguir um índice de resolução das falhas mais alto”, pondera a presidente do IFC, Jovita Rosa. A fiscalização realizada no DF já ocorreu em mais de 80 municípios de São Paulo, Goiás, Paraná e Minas Gerais.

Jovita reconhece que o montante de falhas encontradas na saúde da capital federal é alto, mas aposta em uma adequação permanente. “Vamos consolidar o relatório, entregar ao secretário de Saúde e cobrar uma proposta de mudança. Uma das medidas é a assinatura de um termo de ajuste sanitário entre o IFC, o governo e o MPDFT para o descarte de lixo. Não se trata de uma caça às bruxas, mas, sim, do estabelecimento de diálogo para saber o que pode se fazer e quem pode ajudar para mudar esse cenário”, conclui. A versão final do texto está 30% pronta. Em 19 de abril, deve ocorrer nova inspeção nas unidades. O MPDFT aguarda a conclusão do documento para se manifestar.

Reestruturação

Com as alterações no programa Saúde da Família, a Secretaria de Saúde pretende ampliar os atendimentos básicos. A cobertura atual. De 30,7%, deve passar para 75% da população. Foram criadas 329 equipes para recompor a atenção básica. A estratégia será responsável por atendimentos como pré-natal, acompanhamento do desenvolvimento de crianças até 2 anos, monitoramento de pacientes diabéticos e hipertensos, rastreamento de casos de câncer, entre outras atividades, a exemplo de vacinação, tratamentos odontológicos, consultas e exames de rotina e ações preventivas. A intenção é frear a grande demanda nas emergências hospitalares, já que os centros de saúde serão porta de entrada da população na rede pública. Cerca de 85% dos atendimentos hospitalares poderiam ser feitos na atenção primária, segundo a Secretaria de Saúde.

Na última quinta-feira (30), aconteceu mais uma reunião do Conselho de Segurança Pública do Gama. O encontro aconteceu no Centro Integrado de Línguas, no Setor Central. Os membros do Conseg, além de ouvir à comunidade, homenagearam colaboradores da área. No total, foram lembradas 12 pessoas com diploma de honra ao mérito, adquiridos graças aos relevantes serviços prestados a não violência. 10 servidores púbicos, uma Organização Não Governamental e um líder comunitário foram lembrados.

O reconhecimento pelo trabalho dedicado ao bem-estar da população foi feito a Eline Guerra, presidente da ONG Sou Notável; Antônio Gomes Formiga, prefeito Comunitário da Q. 30 do Setor Oeste; Coronel Florestan, ex-comandante do 9º. Batalhão da Polícia Militar e a Edson Vieira, delegado aposentado da Policia Civil.  Os diplomas forma outorgado pela Secretaria de Segurança Pública, com indicação do Conselho.

O presidente do Conseg do Gama, Valdeci Cassiano, avaliou o evento como “bastante positivo, já que várias demandas foram apresentadas por seguimentos da sociedade” e representantes de instituições públicas e privadas. “O nosso apoio às forças de segurança, tem como objetivo motivar os agentes de todas as forças de que compõem o sistema”. Valdeci também ressaltou:

“Estamos passando um momento turbulento. Não podemos esquecer que nos dois últimos anos as forças de Segurança tiveram uma perca em seus quadros, mais de 20% do total sem a devida reposição. A Policia Civil atuando com cerca de 50% do seu efetivo necessário, causado  principalmente pela  iminência de uma reforma previdenciária. Nós comunidade e usuários precisamos encontrar formulas de envolver tanto o poder público e Sociedade Civil Organizada, bem como motivar esses profissionais  para que tenhamos uma Segurança sólida e eficiente mesmo diante das adversidades. Com isso identificamos bons serviços prestados por um  Delegado, Oficiais, praças e servidores mais antigos, que serviram de  legado e incentivo aos mais novos. A ONG Sou Notável,  com parcerias  na reabilitação e internações de dependentes químicos”. O intuito é valorizar que veste a camisa da instituição, que de forma direta ou não, auxilia a segurança trazendo benefícios a sociedade.” Destacou Valdeci.

Os representantes do secretário Edval Novaes, que assumiu a SSPDF recentemente, elogiaram o trabalho de parceria com a comunidade feita pelo Governo de Brasília.

Além dos conselheiros, estavam presentes a Administradora Maria Antônia, que avaliou como “importantíssimo” o evento; o Major Alenson, comandante do 9º batalhão; Tenente Coronel Ferreira, representando o Coronel Nonato, comandante do Comando de Polícia Regional; Major Willian, comandante do Corpo de Bombeiros do Gama; Major Rodrigues Ferreira, sub  comandante do CRS - Santa Maria e Gama-; Capitão Bezerra, comandante do 4º Batalhão Escolar que abrange toda área Sul do DF, coordenador dos conselhos comunitários de Brasília, representantes da SEDEST, Conselho Tutela,  ente outros.

Vejam quais foram os homenageados:

  1. Delegado da 14ª Dp –Edson Viana;
  2. SouNotável – Eline Guerra;
  3. Mini Prefeitura Q30/Oete – Antonio Formiga;
  4. Ten Cel PM Ref – Florestan Nunes ex cmt 9º BPM;
  5. Cap BM – G Gomes ( proj Sociais Idosos APROS );
  6. Ten PM – Nizia 9º BPM;
  7. Sub Tem BM – Fernandes (Briga Mirim APROS);
  8. 1º Sgt BM – Miranda 16º GBM
  9. 2º Sgt BM – Rogério; 16º GBM
  10. 3º Sgt PM – Nicacio; 9º BPM
  11. Cb BM – Machado ; 16º GBM
  12. Sd PM – Gabriela ; 9º BPM

Da redação do Gama Cidadão.


A reunião do Conseg, aconteceu no Centro Integrado de Línguas - CIL, no Setor Central


Moradora do Setor Central, Cirene Silveira, reclama que a segurança piora no Setor Central. 


Comerciante e morador da cidade, Zezinho Frazão, pediu um Redutor de velocidade próximo ao Pró-DF e IFB - Gama e uma passarela no mesmo local. Reclamou da falta de segurança no Setor de Indústria.


Militar do Corpo de Bombeiro, Genivaldo Gomes dos Santos, foi um dos homenageados no evento 


Outra homenageada foi a Sra. Eline Guerra, presidente da ONG Sou Notável

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A decisão da Corte de Contas foi resultado de atuação conjunta da Defensoria Pública no Gama com o Ministério Público de Contas do Distrito Federal.

O Tribunal de Contas do Distrito Federal condenou o ex-Diretor da NOVACAP, Sr. Erinaldo Pereira Sales, ao pagamento de multa pessoal em razão do descumprimento de normas de acessibilidade na duplicação da Avenida JK, no Gama-DF. 

Em junho de 2015, o Defensor Público Wemer Hesbom constatou que as obras de duplicação da Avenida JK, em fase final, não atendiam regras básicas para utilização (com autonomia, dignidade e segurança) por de idosos, cadeirantes, cegos e pessoas com deficiência em geral. Expediu, assim, ofício à Presidência da NOVACAP, recomendando as devidas correções, sob pena de responsabilidade civil, administrativa e criminal.

Em resposta, o Presidente reconheceu que, de fato, o Contrato nº 596/2013, por meio do qual contratada a obra (Processo nº 112.004.851/2012), não previu a observância de normas de acessibilidade, o que deu ensejo a representação da Defensoria Pública perante o Ministério Público de Contas e deste perante o Tribunal de Contas (Processo nº 18171/2015-e), que suspendeu as obras.

Ao final da instrução, a e. Corte de Contas concluiu, na linha do parecer do Procurador do Ministério Público de Contas Marcos Felipe, que o ex-Diretor praticou ato de improbidade administrativa quando aprovou projeto básico, autorizou a abertura de processo licitatório e subscreveu homologação de concorrência sem observância de normas de acessibilidade, e que “a ilegalidade atingiu toda a coletividade, mais notadamente as pessoas com alguma dificuldade de locomoção”. Daí a aplicação da multa prevista no art. 57, inc. II, da Lei Complementar nº 01/94. 

Para o Defensor Público Wemer Hesbom, que vem atuando em questões relativas à mobilidade urbana na cidade – juntamente com a ADEGE (Associação de Pessoas com Deficiência do Gama e Entorno) e com o Clube da Terceira Idade do Gama –, “o poder público não deve contratar e executar, de forma alguma, obras sem observar leis que garantam a mobilidade urbana com segurança e conforto, inclusive pelos mais de 400 mil pessoas que apresentam algum tipo de incapacidade ou deficiência permanente no DF, de acordo com dados do Censo 2010”.

Adep-DF - 03/04/2017 - 18:16:03

A mulher tem se destacado nos últimos anos, mostrando que competência no trabalho, no cenário político e no comando de instituições públicas. Anteriormente tida como sexo frágil, à mulher tem se mostrado forte o bastante para encarar os desafios, as metas e objetivos.

A mulher tem grande colaboração nas influências humanas que se tenta propagar na atualidade. Hoje, em tempos de transformações rápidas, as mudanças tem sido imediatas. Então a presença das mulheres tem sido cada vez mais forte no cenário global.

As mulheres hoje estão conquistando cada vez mais espaços onde, antes, a predominância era basicamente masculina. Podemos ver mulheres em áreas onde antes pareciam ser exclusividade para homens. No cenário político não tem sido diferente. O avanço feminino frente à política mostra a força da mulher. Que vem se mostrando terem grande capacidade em perceber e apontar os problemas tendo sempre boas formas de resolvê-los. O avanço e a inovação é fator preponderante da mulher. A frente ela lidera, coordena, inova e executa.

Mesmo ainda sendo muito vistas, na sociedade, como a cuidadoras de casa e da família, as mulheres vem conseguindo superar suas dificuldades e ainda administrar seu tempo a favor de suas atividades. Tudo elaborado de forma que as questões familiares não entrem em conflito com questões profissionais e sociais.

Mesmo se mostrando dinâmicas e audaciosas, as mulheres ainda são alvo de grande discriminação por aqueles que ainda acreditam que lugar de mulher cuidado de casa e dos filhos. Por isso enfrentam o grande desafio de mostrar que, apesar de consideradas sexo frágil são muito fortes, em relação às adversidades da vida e seus enfrentamentos.

Politicamente a mulher vem enfrentando grandes guerras e desafios.  A arte de fazer, realizar e acontecer. Segundo dados estatísticos as mulheres atualmente somam mais da metade da população brasileira. E do eleitorado também, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com o IBGE, as mulheres passaram a somarem 51,4% da população. Elas estão ocupando cada vez mais espaço no mercado de trabalho e, atualmente, são responsáveis pelo sustento de 37,3% das famílias. Segundo o TSE, o maior número de eleitores tem entre 25 anos e 59 anos de idade para ambos os sexos. O maior grupo de mulheres está na faixa de 45 a 59 anos. Enquanto a maior quantidade de homens foi observada na faixa de 25 a 34.

Importante frisar que em 1997, a Lei das Eleições, passou a prever a reserva de vagas para a participação feminina nos cargos proporcionais – deputado federal, estadual e distrital e vereador.

Em 2009, com a sanção da Lei n° 12.034, a primeira minirreforma eleitoral, essa participação passou a ser obrigatória. O novo texto estipula que sejam preenchidas, e não apenas reservadas, as candidaturas com o mínimo de 30% e o máximo de 70% de cada sexo. Embora os desafios encontrados pelas mulheres tanto na política quanto na sociedade, podemos dizer elas vem conquistando seu espaço.

No GDF não tem sido diferente. Além das mulheres que estão na Câmara Legislativa, eleitas como deputadas distritais, temos as mulheres que vem atuando dentro do Governo, em órgãos, secretarias e entidades ligadas ao GDF.

Podemos então citar as principais mulheres no atual Governo do Distrito Federal. A começar pela primeira dama, Sra. Márcia Rollemberg, que já na época da campanha do seu esposo, e atual governador, Rodrigo Rollemberg, disse que não seria uma primeira dama decorativa.

Márcia Rollemberg, sempre demonstrou intenções de contribuir com o governo e compartilhar as experiências como gestora pública, principalmente na área social. Desde que Rodrigo Rollemberg assumiu o Palácio do Buriti, ela tem conciliado o trabalho como secretária executiva da Fundação João Mangabeira, entidade ligada ao PSB, à jornada de mãe e avó e a colaboração voluntária com as ações do governo.

Primeira-dama do Distrito Federal, Márcia Rollemberg

A mineira de Teófilo Otoni conta que os desafios vieram desde o primeiro dia. “Eu nunca estive nesse lugar de referência, em uma posição em função do outro. Sempre tive uma trajetória própria profissional”. A tarefa de ressignificar o papel de primeira dama começou com a destinação da Residência Oficial de Águas Claras. Morar lá não passou pelos planos dela. E foi aí que começaram as mudanças.

“Lidar com a Residência Oficial foi um dos desafios. O primeiro exercício foi ressignificar o espaço e, assim, acabei ressignificando o papel de primeira-dama. Então, me envolvi com a casa, abrimos para visitação e fizemos de lá um espaço de trabalho”, diz, lembrando que o local, agora, tem outra dinâmica. “Sempre prego a socialização dos espaços”, lembra.

Mas isso, ela ressalta, tem a ver com o perfil profissional dela, que já foi secretária da Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, diretora de Articulação e Fomento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e gestora de formação pública na área da saúde.

As intervenções de Márcia na gestão Rollemberg passam pelas áreas com as quais ela tem afinidade e formação: mulheres, diversidade, direitos humanos, crianças… “São áreas em que vi perspectivas de fazer um trabalho de interação e integração. Tento contribuir e compartilhar experiências com as pessoas que estão fazendo políticas públicas no DF”, observa ela, que tem um gabinete no Palácio do Buriti e alguns servidores para cuidar da agenda e dos compromissos institucionais.

A relação próxima com a sociedade civil organizada garante uma boa interlocução com o governo. “A cidade é uma criação coletiva e todos temos responsabilidade pelo comum, pela sociedade”, diz ela, que, embora tenha uma atividade protagonista, lembra que apenas colabora com a gestão do marido. “É um trabalho protagonista, porque acabo impulsionando capacidades. Mas a operação das atividades se dá institucionalmente. Eu não sou o governo. Eu estou participando, mas meu papel é de interlocução”, ressalta ela, que é formada em serviço social pela Universidade de Brasília (UnB), onde conheceu Rodrigo.

Outra mulher atuante no atual governo é a Márcia Alencar, que esteve a frente da Secretaria de Segurança Pública do DF. A Psicóloga foi a primeira mulher a assumir oficialmente o comando da pasta. Antes Márcia de Alencar ocupava a subsecretaria de Segurança Cidadã da pasta.

Psicóloga, bacharel em Direito, mestre em Sociologia, e com formação em Gestão Pública, foi consultora do Ministério da Justiça em Alternativas Penais e das Nações Unidas em Prevenção e Justiça Criminal em Moçambique. Integrou a coordenação executiva da Conferência Nacional de Segurança Pública com Cidadania, o Comitê Executivo do Pacto pela Vida de Pernambuco e atuou no Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci). Foi ainda secretária executiva de Segurança Cidadã de Jaboatão dos Guararapes.

Agora Márcia de Alencar deixa o comando da pasta, que passa a ser de responsabilidade do delegado da Polícia Federal Edval de Oliveira Novaes Júnior. Mas ela permanece no Executivo e agora assume o posto de secretária-adjunta de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

Mais uma mulher que tem estado firme e atuante no atual Governo é a Lúcia Bessa, subsecretária de Políticas para as Mulheres do Distrito Federal.

Lúcia Bessa é advogada, já trabalhou na empresa Bessa e Bessa Advocacia e hoje é quem comanda a subsecretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, no DF.

A pasta vem formulando e implementando políticas públicas de combate ao preconceito de gênero, à violência contra as mulheres, além de promover políticas públicas de inclusão.

Tem desenvolvido programas e projetos nas áreas de educação, saúde, segurança, juventude, empreendedorismo, autonomia econômica, entre outras, com o objetivo de promover os direitos das mulheres, a partir de cada segmento social, especialmente às vítimas do preconceito e da violência.

Promove ações transversais, com vistas ao combate das ameaças e violações de direitos e para garantir o respeito às mulheres e a igualdade entre os gêneros. O papel social da mulher e sua posição na sociedade brasileira ainda são permeados de contradições.

Um dos feitos da subsecretaria sob seu comando é o da Casa da Mulher que inaugurou o atendimento integrado. Concebida para funcionar como centro agregador de ações, a Casa da Mulher Brasileira tem levado esperança aos que lutam pelo fim da violência doméstica contra a mulher. O lugar revoluciona o atendimento por integrar, num mesmo espaço, diversos serviços especializados, como delegacia e juizado; Ministério Público; Defensoria Pública; apoio psicossocial; promoção da autonomia econômica; brinquedoteca para os filhos das vítimas; alojamento de passagem; e central de transporte. Esse modelo evita a peregrinação da mulher por várias repartições, roteiro capaz de ressuscitar a experiência psíquica do trauma.

Superar entraves administrativos foi o que fizeram a subsecretária de Políticas para as Mulheres do Distrito Federal, Lúcia Bessa, e a coordenadora da Casa de Brasília, Iara Lobo, ao discutirem com representantes do Programa Nacional de Ensino ­Técnico (Pronatec) formas de levar ao local, cursos destinados a capacitar vítimas e libertá-las do jugo econômico de seus companheiros.

Lúcia Bessa usa a palavra “sonho” para definir a Casa e conclama mais mulheres a procurarem atendimento ali. A casa fica muito próxima ao centro da capital, na Quadra 601.

Mais uma mulher que também está atuante no GDF é a Administradora de Sobradinho Jane Klébia do Nascimento Silva Reis.


Filha da cidade, sempre morou em Sobradinho. É Bacharel em Geografia e Direito, pós-graduada em Administração escolar e polícia judiciária. Atualmente, é delegada de carreira da polícia civil do DF.

É servidora pública do DF há 34 anos. Iniciou sua carreira no DF, atuando como Auxiliar de enfermagem do Hospital Regional de Sobradinho – HRS (1982/1989); Professora de geografia de nível fundamental e médio (1989/1999) lecionou no Centro de ensino Fercal e Centro de Ensino Fundamental 03; Agente de Policia Civil (1999/2006) e Delegada de Policia Civil desde 2006.

Exerceu cargos de chefia: na Companhia de Desenvolvimento do Planalto – CODEPLAN, como Chefe de Controladoria (2010), Fundação de Apoio à Pesquisa – FAP, na função de Chefe da Procuradoria (2014); Secretária de Estado da Criança Adolescente e Juventude do Distrito Federal (2015).

Têm na atividade pública prazer e sentimento da realização pessoal, pela possibilidade de colocar à disposição da comunidade os conhecimentos adquiridos ao longo de sua vida, acreditando que o papel da administração, dentre outros, seja o de promover a interação com os diversos órgãos e setores do governo de Brasília que promova melhorias e avanços para a cidade.

Outra mulher dentro do GDF que também está no comando de uma cidade é a Profa. Maria Antônia, Administradora do Gama.



Mineira de Unaí-MG, cidade que está 164km de Brasília, a Profa. Maria Antônia, hoje comanda a Administração Regional do Gama. É casada há 39 anos com seu esposo Armelindo Inácio de Magalhães. Mãe de dois filhos e três netos. É formada em pedagogia e Bacharel em Direito e Pós-graduada em docência universitária.

Exerceu o cargo de professora na secretária de educação do Distrito Federal, é diretoria Nacional do Sindicato Nacional dos Aposentados SINDINAPI, membro da executiva nacional da Força Sindical, em que foi indicada a participar de vários eventos alguns de nível internacional como o Fórum Social Mundial na Tunísia e Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 20) que aconteceu no ano de 2014 no Peru.

Maria Antônia é umas das fundadoras do partido Solidariedade e delegada no Distrito Federal. Ocupou diversos cargos nas esferas do Governo do Distrito Federal, entre eles o de Diretora da Regional de Ensino. Antes de Assumir o cargo era Presidente do Conselho de Segurança do Gama e Vice-Presidente dos Conselhos de Segurança do DF.

De musa das quadras para o comando da Secretaria de Esportes do DF

 

No comando da Secretária de Esportes está uma brasiliense de peso e nacionalmente conhecida. Leila Barros, também conhecida como Leila do Vôlei, de 43 anos, foi atleta olímpica e jogou na seleção brasileira de vôlei de 1988 a 2008. Foi medalhista de bronze nas Olimpíadas de Atlanta 1996 e Sydney 2000.

Coordenadora de projetos sociais, fundou no DF uma instituição voltada à inclusão social e ao desenvolvimento sócio educacional, que já atendeu mais de 50 mil jovens, crianças e adultos. Foi comentarista esportiva da TV Globo por três ciclos olímpicos.

Uma das pastas mais importantes do governo tem uma mulher no comando


A brasiliense Leany Lemos, de 44 anos, é a Secretaria de Planejamento e Orçamento do GDF. Uma pasta de extrema importância dentro do governo.

Leany Lemos é mestre em Ciência Política e Doutora em Estudos Comparativos das Américas pela Universidade de Brasília.  Possui pós-doutorado em Ciência Política pelo programa Oxford-Princeton Global Leaders Fellow. Recebeu o Prêmio ALACIP de melhor tese de doutorado em Ciência Política da América Latina (biênio 2004-2005,) sobre controle horizontal em democracias presidencialistas. É servidora de carreira do Senado Federal desde 1993, e foi pesquisadora colaboradora plena do IPOL/UnB entre 2008-2013.

Ela foi à única mulher no comando do rito de passagem do Executivo no período de transição do Governo em 2014. Coube a ela analisar os currículos dos técnicos que iriam trabalhar no primeiro escalão do GDF. E sendo uma pessoa de extrema confiança do Governador, Leany Lemos comanda a Secretaria de Planejamento e Orçamento do GDF.

À frente do Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) temos mais uma mulher no comando

Mato-grossense criada no Estado do Acre, Jane Maria Vilas Bôas é antropóloga, com pós-graduação em Antropologia Social pela UFRJ. Entre os anos de 1985 a 1986, desenvolveu trabalhos de Orçamento participativo na Prefeitura de Rio Branco. Atuou na Reforma Agrária de sua terra natal e participou dos debates para criação das referências técnicas das Reservas Extrativistas no Incra entre 1987 a 1989. Foi a primeira Superintendente do SESI/AC, de 1989 a 1994. De 1995 a 1998, foi Gerente de Desenvolvimento Empresarial no Sebrae/AC, atuando em Programas de Desenvolvimento Local com geração de Emprego e Renda. Entre 1999 a 2014 desempenhou funções de assessoria e coordenação junto à senadora da República Marina Silva.

Hoje está na presidência do IBRAM. O Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal foi criado em 28 de maio de 2007 por meio da Lei nº 3.984, para ser o órgão executor de políticas públicas ambientais e de recursos hídricos no Distrito Federal.

O instituto possui autonomia administrativa, financeira e patrimonial podendo, dessa forma, celebrar contratos, acordos e convênios com instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais, e cooperativas. Foi constituído como uma autarquia vinculada à antiga Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Seduma), atual Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). E tem como missão executar e fazer executar as políticas de meio ambiente e de recursos hídricos do Distrito Federal, bem como controlar e fiscalizar o manejo desses recursos a fim de propiciar o desenvolvimento sustentável do Distrito Federal de forma a garantir à população os benefícios alcançados pelo crescimento econômico, sem colocar em risco a qualidade de vida dos moradores da região.

Podemos ver, então, que as mulheres estão presentes não só na política como na esfera pública como um todo. O coeficiente de mulheres, principalmente na política ainda é baixo, mas este é um cenário que está em plena transformação. Para ter uma ideia, em termos quantitativos, basta analisar alguns dados apresentados pelo próprio governo onde pode se observar que a participação das mulheres na Câmara dos Deputados é de 9% e, no Senado, de 10% do total. Além disso, o número de governadoras de estado também ainda é muito pequeno. Só que como este é um cenário em constante transformação a tendência é que esses números aumentem. Logo devemos ter um coeficiente maior de mulheres atuantes não só na área pública como na política.

Da redação do Gama Cidadão.

Profissionais vinculados à SSP vão trabalhar em conjunto com lideranças comunitárias para melhorar serviços de segurança pública

 
Márcia de Alencar, reuniu-se, na tarde de quinta-feira (23), com servidores da SSP que representarão a instituição nas 31 regiões administrativas do Distrito Federal.

A Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social (SSP) está capacitando 31 pessoas para trabalhar como articuladores territoriais nas Regiões Administrativas do Distrito Federal. Os profissionais vão atuar como interlocutores entre SSP e a comunidade. A ideia é que eles identifiquem os problemas relacionados à segurança pública de cada localidade e, dessa forma, auxiliem a Secretaria na elaboração de programas prioritários.

“Essas pessoas vão dialogar com os administradores, com as forças de segurança, movimentos sociais, além de lideranças comunitárias e membros dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) fazendo a interlocução entre as demandas de segurança pública e buscando a solução para esses problemas nos territórios”, explicou a subsecretária de Segurança Cidadã, Andréia Macêdo.

A capacitação começou no dia (23), na sede da SSP, quando a secretária da Segurança, Márcia de Alencar, apresentou aos articuladores territoriais a estrutura e os papéis de cada setor da SSP. O treinamento termina sexta-feira (24), na Escola de Governo.

A medida está dentro da proposta do programa Cultura de Paz, que integra a principal política de segurança pública do Distrito Federal: o Viva Brasília – Nosso Pacto pela Vida. O objetivo da aproximação dos articuladores territoriais é justamente fortalecer as ações de prevenção e enfrentamento da violência e criminalidade, além, é claro, de reconhecer e valorizar os potenciais culturais, religiosos e esportivos de cada região.

Mapeamento

Dentre as atribuições dos articuladores está a missão de fazer um mapeamento nos territórios, identificando problemas pontuais de cada cidade. “A falta de uma poda de árvore e iluminação pública, uma quadra de esportes abandonada ou mesmo um ponto de tráfico de drogas. Estas são algumas situações que podem contribuir para o aumento da criminalidade”, exemplificou a subsecretária Andréia Macêdo.


Secretária de segurança do DF, Márcia de Alencar, conversando com os articuladores territoriais do Viva Brasília


Presidente da Rede Urbana de Ações Socioculturais (Ruas), Max Maciel, palestrando para os articuladores territoriais

Gerente de Monitoramento da Situação da Segurança Pública, Maxwell Silva, ensinando os articuladores territoriais
 

Willian Nascimento, da Assessoria de Comunicação Social da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Paz Social do DF - 24/03/2017 com adaptações do portal Gama Cidadão.

A enfermeira não notou que a criança que havia nascido há pouco mais de uma hora estava ao lado dos lençóis e jogou o bebê no cesto

Um bebê foi jogado dentro do cesto de roupa suja no Hospital Regional do Gama (HRG) uma hora depois de nascer na última segunda-feira (20/3). O caso está sendo investigado pela 14ª Delegacia de Polícia (Gama) como lesão corporal culposa.

Segundo a família da criança, a enfermeira que entrou na sala pós-parto para recolher os lençóis não viu que ela estava no meio dos panos e acabou jogando o recém-nascido no cesto, junto com a roupa de cama. O fato ocorreu no momento em que a mãe precisou ir ao banheiro e deixou a criança na cama.

Embora a criança tenha batido a cabeça e ficado com um hematoma, foi liberada para permanecer com a mãe de segunda para terça-feira (21). Mas, em função do agravamento do estado de saúde, o recém-nascido precisou ser transferido para o Hospital de Base do DF (HBDF) pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Após exames, foi diagnosticado um sangramento no cérebro. A equipe médica do HBDF não informou se ele corre risco. Nesta quarta (22), a criança deve fazer novos exames.

A Secretaria de Saúde afirmou que está apurando o que ocorreu.

Aguarde mais informações

Metrópoles22/03/2017 8:50 , atualizado em 22/03/2017 9:10

 

Ouro Minas Brasil empresa especializada na fabricação e comercialização de produtos de higiene e saúde anuncia abertura de escritório no Gama, Distrito Federal. A empresa atua nas áreas de higiene pessoal, íntima, pet, energia e vitalidade.  Uma Empresa que desde sua criação em 2002, dedica-se a indústria de produtos para proporcionar saúde e bem-estar a toda sua família e animais domésticos, com preocupação em preservar o meio ambiente.

A Rede aposta na marca própria para o mercado do DF e Entorno, os produtos Saudita conta com uma equipe de profissionais que desenvolvem a produção de suas mercadorias de forma selecionada, com seriedade visando sempre ótimos resultados e satisfação dos seus clientes.

Matéria Prima

Matéria prima usada pela Ouro Minas Brasil é oriunda de plantações próprias na sede da Fazenda Ouro Minas, situada na cidade de Alta Floresta, Estado do Mato Grosso. A fazenda está em área de Floresta Amazônica, onde propicia colheita com qualidade e selecionada para uso nos seus produtos.

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Possuindo prazos e entregas com seriedade conforme combinado com seus clientes, a Ouro Minas Brasil Saudita trabalha com Rapidez e eficácia.

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Os produtos Ouro Minas Brasil Saudita são de origem confiável, com embalagens econômicas e práticas. Desenvolvidos com seriedade e respeito a toda família e animais domésticos, visam sempre a satisfação de nossos clientes.

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A região administrativa do Gama – RAII foi à primeira cidade a receber a Rede Itinerante de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. O evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher aconteceu no sábado, 11 de março, no Núcleo Rural Alagado da Suzana no Gama.

O evento contou com palestras e aconselhamentos sobre o empoderamento das mulheres, além de pintura de rosto para as crianças, pula-pula teve a apresentação teatral do programa de educação ambiental Lobo Guará promovida pela Polícia Militar. Esse programa tem como objetivo de promover a Educação Ambiental e a preservação do nosso Meio Ambiente.

A dona de casa Maria do Socorro Nunes, de 64 anos, participou do evento e relatou para equipe do Gama Cidadão que atividades desse tipo precisam de mais tempo com as famílias, visitando suas casas. Muitas pessoas da vila não compareceram ao evento por questões religiosas já que o evento foi realizado em um templo ecumênico.

A subsecretária de Políticas para Mulheres, Lúcia Bessa conversou com as famílias do Alagado da Suzana. O assunto foi sobre a rede de atendimento e proteção às mulheres no Governo de Brasília. Veja o vídeo:

A rede itinerante conta com o apoio do Governo de Brasília, Ministério Público, Defensoria Pública do DF, OAB, Policia Militar do DF, Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), Hospital Regional do Gama, Secretaria de Estado de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (SEDESTMIDH), e o projeto Mala do Livro, em parceria com a Unidade Móvel de Acolhimento à Mulher, além dos Coses, Cras, Creas, Uama, Escolinha Rio Verde, ONG Evolução Capoeira, Segurança Alimentar - CONSEA/DF e o Programa Polícia e Cidadania - PROVID/PM-DF.


Mulheres lideranças no Alagado de Suzana


Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres


Crianças da comunidade Alagado da Suzana e a Subsecretária de Políticas para Mulheres, Lúcia Bessa

Galeria de fotos. Clique aqui!

 

O equipamento estava quebrado e foi consertado há dois meses, mas não podia voltar a funcionar porque precisa operar em temperatura controlada

O tomógrafo do Hospital Regional do Gama voltará a funcionar nos próximos dias, depois de um ano e meio fora de uso. O equipamento estava quebrado e foi consertado há dois meses, mas não podia voltar a funcionar porque precisa operar em temperatura controlada, mas os aparelhos de ar condicionado também estavam quebrados.

Nesta segunda-feira, o presidente do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal, Gutemberg Fialho, entregou dois aparelhos, que custaram ao sindicato cerca de R$ 7 mil e vão permitir que o hospital volte a fazer os exames. Milhares de pacientes que tinham de procurar outros hospitais ou ser removidos para fazer o exame serão beneficiados.

Segundo a equipe da direção do HRC, voltando a funcionar, o tomógrafo vai ajudar a dar vazão a uma fila de espera de 17 mil exames, entre emergenciais e ambulatoriais. “Ter condições de oferecer o serviço traz tranquilidade à equipe e resolutividade para a população. A postura do Sindicato dos Médicos mostra maturidade no sentido de estar sensível à necessidade da população”, afirmou o diretor do Hospital, José Roberto de Deus Macedo.

Segundo Gutemberg Fialho, com essa ação o Sindicato reafirma uma atuação que não se restringe à defesa dos médicos enquanto trabalhadores. “Denunciamos constantemente as deficiências do sistema público de saúde e, sempre que possível, como agora, contribuímos, dentro das limitações institucionais e financeiras que temos, para a melhora da assistência à população”, afirmou.

A necessidade dos aparelhos de ar condicionado chegou ao SindMédico-DF e à Defensoria Pública do DF, em fevereiro, quando as duas entidades buscavam ajudar a equacionar os problemas referentes aos partos realizados no HRG e no Hospital Regional de Santa Maria. Tanto Gutemberg, quanto o defensor Celestino Chupel, do Núcleo de Saúde da Defensoria se prontificaram a ajudar. Recolocar o tomógrafo em funcionamento significa, não só uma melhor prestação de assistência, mas a salvação de vidas.

Vítima de um acidente vascular cerebral (AVC), em outubro de 2016, o servidor do Departamento de Estradas e Rodagem (DER), Arnaldo Teixeira dos Santos, de 53 nos, deu entrada no Hospital Regional do Gama (HG), onde foi pedida uma tomografia. Como aparelho do hospital quebrado, o pedido entrou no sistema de regulação para que o exame fosse realizado no Hospital de Base do DF. Sem médico disponível para seguir com o paciente, a família arcou com o custo de ambulância e exame particulares. Quatro dias depois, Arnaldo morreu no Hospital de Base. Se o exame tivesse sido feito dias antes ele poderia ter sobrevivido. (Veja a história completa no Portal Metrópoles http://bit.ly/2eebbBA.)

Memória:
Em 2009, o Hospital Regional do Gama recebeu um tomógrafo adquirido pelo governo do Distrito Federal, a um custo anunciado de R$ 1,1 milhão. Também foi feita uma reforma no valor de R$ 390 mil para instalar o aparelho.

Blog Gama Livre - 21/03/2017 - 22:11:57