A enfermeira não notou que a criança que havia nascido há pouco mais de uma hora estava ao lado dos lençóis e jogou o bebê no cesto

Um bebê foi jogado dentro do cesto de roupa suja no Hospital Regional do Gama (HRG) uma hora depois de nascer na última segunda-feira (20/3). O caso está sendo investigado pela 14ª Delegacia de Polícia (Gama) como lesão corporal culposa.

Segundo a família da criança, a enfermeira que entrou na sala pós-parto para recolher os lençóis não viu que ela estava no meio dos panos e acabou jogando o recém-nascido no cesto, junto com a roupa de cama. O fato ocorreu no momento em que a mãe precisou ir ao banheiro e deixou a criança na cama.

Embora a criança tenha batido a cabeça e ficado com um hematoma, foi liberada para permanecer com a mãe de segunda para terça-feira (21). Mas, em função do agravamento do estado de saúde, o recém-nascido precisou ser transferido para o Hospital de Base do DF (HBDF) pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Após exames, foi diagnosticado um sangramento no cérebro. A equipe médica do HBDF não informou se ele corre risco. Nesta quarta (22), a criança deve fazer novos exames.

A Secretaria de Saúde afirmou que está apurando o que ocorreu.

Aguarde mais informações

Metrópoles22/03/2017 8:50 , atualizado em 22/03/2017 9:10

 

Ouro Minas Brasil empresa especializada na fabricação e comercialização de produtos de higiene e saúde anuncia abertura de escritório no Gama, Distrito Federal. A empresa atua nas áreas de higiene pessoal, íntima, pet, energia e vitalidade.  Uma Empresa que desde sua criação em 2002, dedica-se a indústria de produtos para proporcionar saúde e bem-estar a toda sua família e animais domésticos, com preocupação em preservar o meio ambiente.

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A região administrativa do Gama – RAII foi à primeira cidade a receber a Rede Itinerante de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. O evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher aconteceu no sábado, 11 de março, no Núcleo Rural Alagado da Suzana no Gama.

O evento contou com palestras e aconselhamentos sobre o empoderamento das mulheres, além de pintura de rosto para as crianças, pula-pula teve a apresentação teatral do programa de educação ambiental Lobo Guará promovida pela Polícia Militar. Esse programa tem como objetivo de promover a Educação Ambiental e a preservação do nosso Meio Ambiente.

A dona de casa Maria do Socorro Nunes, de 64 anos, participou do evento e relatou para equipe do Gama Cidadão que atividades desse tipo precisam de mais tempo com as famílias, visitando suas casas. Muitas pessoas da vila não compareceram ao evento por questões religiosas já que o evento foi realizado em um templo ecumênico.

A subsecretária de Políticas para Mulheres, Lúcia Bessa conversou com as famílias do Alagado da Suzana. O assunto foi sobre a rede de atendimento e proteção às mulheres no Governo de Brasília. Veja o vídeo:

A rede itinerante conta com o apoio do Governo de Brasília, Ministério Público, Defensoria Pública do DF, OAB, Policia Militar do DF, Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), Hospital Regional do Gama, Secretaria de Estado de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (SEDESTMIDH), e o projeto Mala do Livro, em parceria com a Unidade Móvel de Acolhimento à Mulher, além dos Coses, Cras, Creas, Uama, Escolinha Rio Verde, ONG Evolução Capoeira, Segurança Alimentar - CONSEA/DF e o Programa Polícia e Cidadania - PROVID/PM-DF.


Mulheres lideranças no Alagado de Suzana


Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres


Crianças da comunidade Alagado da Suzana e a Subsecretária de Políticas para Mulheres, Lúcia Bessa

Galeria de fotos. Clique aqui!

 

O equipamento estava quebrado e foi consertado há dois meses, mas não podia voltar a funcionar porque precisa operar em temperatura controlada

O tomógrafo do Hospital Regional do Gama voltará a funcionar nos próximos dias, depois de um ano e meio fora de uso. O equipamento estava quebrado e foi consertado há dois meses, mas não podia voltar a funcionar porque precisa operar em temperatura controlada, mas os aparelhos de ar condicionado também estavam quebrados.

Nesta segunda-feira, o presidente do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal, Gutemberg Fialho, entregou dois aparelhos, que custaram ao sindicato cerca de R$ 7 mil e vão permitir que o hospital volte a fazer os exames. Milhares de pacientes que tinham de procurar outros hospitais ou ser removidos para fazer o exame serão beneficiados.

Segundo a equipe da direção do HRC, voltando a funcionar, o tomógrafo vai ajudar a dar vazão a uma fila de espera de 17 mil exames, entre emergenciais e ambulatoriais. “Ter condições de oferecer o serviço traz tranquilidade à equipe e resolutividade para a população. A postura do Sindicato dos Médicos mostra maturidade no sentido de estar sensível à necessidade da população”, afirmou o diretor do Hospital, José Roberto de Deus Macedo.

Segundo Gutemberg Fialho, com essa ação o Sindicato reafirma uma atuação que não se restringe à defesa dos médicos enquanto trabalhadores. “Denunciamos constantemente as deficiências do sistema público de saúde e, sempre que possível, como agora, contribuímos, dentro das limitações institucionais e financeiras que temos, para a melhora da assistência à população”, afirmou.

A necessidade dos aparelhos de ar condicionado chegou ao SindMédico-DF e à Defensoria Pública do DF, em fevereiro, quando as duas entidades buscavam ajudar a equacionar os problemas referentes aos partos realizados no HRG e no Hospital Regional de Santa Maria. Tanto Gutemberg, quanto o defensor Celestino Chupel, do Núcleo de Saúde da Defensoria se prontificaram a ajudar. Recolocar o tomógrafo em funcionamento significa, não só uma melhor prestação de assistência, mas a salvação de vidas.

Vítima de um acidente vascular cerebral (AVC), em outubro de 2016, o servidor do Departamento de Estradas e Rodagem (DER), Arnaldo Teixeira dos Santos, de 53 nos, deu entrada no Hospital Regional do Gama (HG), onde foi pedida uma tomografia. Como aparelho do hospital quebrado, o pedido entrou no sistema de regulação para que o exame fosse realizado no Hospital de Base do DF. Sem médico disponível para seguir com o paciente, a família arcou com o custo de ambulância e exame particulares. Quatro dias depois, Arnaldo morreu no Hospital de Base. Se o exame tivesse sido feito dias antes ele poderia ter sobrevivido. (Veja a história completa no Portal Metrópoles http://bit.ly/2eebbBA.)

Memória:
Em 2009, o Hospital Regional do Gama recebeu um tomógrafo adquirido pelo governo do Distrito Federal, a um custo anunciado de R$ 1,1 milhão. Também foi feita uma reforma no valor de R$ 390 mil para instalar o aparelho.

Blog Gama Livre - 21/03/2017 - 22:11:57

Peças publicitárias começam a ser veiculadas, esta semana, na TV, internet e cinema

"Somos os Baniwa, vivemos no Alto Rio Negro, Amazônia. Andamos pelados. Nosso único esporte é caçar. Não temos pátria nem religião. Comemos com as mãos e cortamos o cabelo sempre igual...Isso, pelo menos, em 1.500. De lá para cá, tudo mudou. E se, mesmo assim, você continua a ser 'homem branco', porque nós não podemos continuar a ser índio?".

A pergunta, formulada por um velho líder baniwa, fecha o filme da primeira campanha do Instituto Socioambiental (ISA), lançada esta semana em TV, internet e cinema. A reflexão resume sobretudo um desafio atual para os mais de 250 povos indígenas existentes no Brasil: enfrentar o racismo e o preconceito que sofrem por terem incorporado hábitos e tecnologias não-indígenas ao seu dia a dia. Como se, para terem suas identidades e seus direitos respeitados, precisassem viver parados no tempo, em um museu.

"Os índios, como cada um de nós, são donos de suas identidades e incorporam o que acharem importante do mundo que os rodeia, sem deixar de ser índios", afirma André Villas-Boas, secretário-executivo do ISA. "Parte da população criou no imaginário - com a ajuda de livros escolares, inclusive - a figura do índio 'puro', o índio mais índio do que os outros, como se aqueles que fugissem desse estereótipo não merecessem ter seus direitos garantidos", completa Mariana Borga, diretora de criação da J. Walter Thompson, agência parceira do ISA responsável pela campanha. "Queremos quebrar esse preconceito".

A campanha, filmada em uma comunidade do povo baniwa no Alto Rio Negro, Amazonas, pela Pródigo Filmes, é um convite a todos os brasileiros para olhar os povos indígenas com mais generosidade e respeito. "Estamos felizes de poder ajudar a combater o preconceito que sofremos e que sabemos que parentes nossos em várias partes do País também sofrem, muitas vezes com violência", diz André Baniwa, uma das principais lideranças da etnia que protagoniza a campanha. "Diante de séculos de contato com os brancos, os Baniwa são um exemplo de resistência cultural", reforça Beto Ricardo, coordenador do Programa Rio Negro, do ISA.

A campanha chegou à J. Walter Thompson por meio do Planning4Good, uma iniciativa da associação de planejadores Grupo de Planejamento, da qual faz parte Jurandir Craveiro, presidente do Conselho Diretor do ISA. "O insight do preconceito expõe uma questão pouco admitida no Brasil, que é o racismo contra os índios”, diz Craveiro.

O Instituto Socioambiental (ISA) é uma das principais organizações ambientalistas e indigenistas do Brasil. Com 23 anos de existência, o ISA atua regional e nacionalmente para defender povos indígenas, comunidades tradicionais, direitos humanos e o patrimônio cultural, e para valorizar a diversidade socioambiental no Brasil. Com informações da assessoria de imprensa do ISA.

Agência Brasil - 13/03/2017 - 15:39:47

Reativado o Pronto Atendimento Infantil e a Pediatria do HRG, o caos se mudou para a Obstetrícia (ou permaneceu?)

O governador do DF, Rollemberg, o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, o superintendente de Saúde da Regional Sul (Gama e Santa Maria), nomeado recentemente também secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Ismael Alexandrino Júnior, estiveram no dia 2 de março reabrindo o Pronto Socorro Infantil (PAI) e a Pediatria do Hospital Regional do Gama (HRG). Muito discurso para comemorar a reabertura de serviços que jamais deveriam ter fechado. Teve até placa para comemorar a reativação dos serviços. Discursos, entrevistas, palmas.

Muita festa, mas logo no primeiro dia de funcionamento não havia médicos suficientes para atender a demanda. Horas e horas foram gastas por mães e crianças para terem um atendimento.

No dia seguinte, foi divulgado na imprensa como uma grande coisa o atendimento, no PAI/Pediatria, de cerca de 60 crianças pelos médicos Humberto Fonseca e Ismael Alexandrino. Que bonito! Secretário e gestor colocando a mão na massa. Na massa, não. Nas nossas crianças.

O secretário havia garantido que os novos pediatras permitiriam uma escala adequada, mas os dois gestores citados no parágrafo anterior chegaram a atender cerca de seis dezenas de pacientes. E olha que eles não fazem parte da equipe da área de pediatria e pronto atendimento infantil. Um indicativo de problemas no setor. Ou foi apenas uma peça publicitária?

Servidores do HRG assinalam que os dois poderiam ter aproveitado o tempo para tomar pé da dramática situação vivida pela Obstetrícia do hospital. Pela Obstetrícia, não. Pelos pacientes do setor. Um descalabro, na opinião de alguns funcionários. Não mais do que 30 metros separa o PAI da portaria da Obstetrícia.

Sábado (11/3), este descalabro caiu na rede, tomando a forma de imagens. Pelos grupos de WhatsApp fotos do caos, do absurdo, que se verifica no setor de Obstetrícia. E o relato dramático e indignado de servidores.

Com o também absurdo fechamento da Obstetrícia do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), a obstetrícia do HRG superlotou. Além do mais, ainda segundo fontes de dentro do hospital do Gama, faltam materiais. E espaço, macas, para a acomodação das mulheres que tiveram seus bebês, bem como para acompanhantes.
E ainda mais, segundo as denúncias, mães e bebês chegam a ficar 48 horas e até 72 horas mal alojadas, em cadeiras desconfortáveis, ou ocupando com outras mães leitos, a espera de alta médica. E ficam por tanto tempo, à espera de exames que não acontecem.

É o caos!

Blog Gama Livre - 12/03/2017 - 11:19:56

O Centro de saúde 8 do Gama, está fechado para reforma há quase três anos. Em maio de 2015 ocorreu a intervenção socialista para reforma e manutenção nas partes hidráulica e elétrica, além de adequações para deficientes. Moradores reclamam que o Centro de saúde no Setor Central da cidade, era para ter sido entregue à comunidade em maio de 2016 segundo informações da secretária de saúde na época, mas a reforma ainda não foi concluída. Sem saber onde buscar atendimento os moradores estão indo busca atendimento no Entorno.

Já vamos para o terceiro ano de governo e nenhum dos compromissos assumidos com a população do Gama foi comprido. 

 

Pouco depois de surgir no cenário nacional, o Distrito Federal ganhou seu primeiro parque ecológico, criado em 1961, no Gama. A entrada era gratuita e os frequentadores tinham à disposição 744 hectares de área verde, tanques de água corrente, um córrego cristalino e muitos pontos de cerrado intocado. Durante mais de 40 anos, gente de todas as cidades próximas passou por lá em busca de sombra e água fresca. Desde 2002, porém, o espaço caiu no esquecimento. O governo pretende revitalizar o parque e, segundo o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), há um plano de manejo ambiental. Até que saia definitivamente do papel, o Parque Recreativo do Gama, popularmente conhecido como Prainha, continuará a ser o resquício de um cenário paradisíaco arruinado pela poluição, pela falta de segurança e pelos problemas fundiários que marcam o DF.

Na memória de moradores antigos da região, a Prainha de outrora era um ponto de encontro dos moradores. Com árvores frondosas e areias brancas, possui um rio, que a margeia, com uma água puríssima em que dava para ver uma moeda no fundo do córrego. O córrego alagado.

Em meados de 2002 a “Prainha”, chegou a funcionar como clube. O empresário que passou a explorar o local melhorou a estrutura do restaurante, da lanchonete, reformou e instalou uma bomba nas duas piscinas e criou um canal de escoamento para que as águas das piscinas fossem vertidas para o Córrego do Alagado. Mas uma varredura nos contratos, feita pela Secretaria de Administração de Parques e Unidades de Conservação do DF, Com parques, então responsável pelo local, considerou o contrato ilegal. Ao perder a concessão, o empresário retirou boa parte das melhorias que implementou. A administração do parque voltou para as mãos do governo e nenhuma reforma na infraestrutura foi feita desde então. Hoje tudo se encontra em completo estado de abandono e não mais se pode frequentar o parque com segurança. A área das piscinas não passa de um mausoléu a céu aberto as demais construções, sem manutenção, seguem sendo vencidas pela força da natureza.

De área de laser a um lugar com eminente perigo à vista

Quem cruza a guarita, completamente depredada e pichada, tem de enfrentar uma estrada de terra esburacada, em meio ao mato alto que cerca a reserva. Apenas as trilhas ecológicas e o Centro de Educação Ambiental, que recebe alunos, professores e pesquisadores, estão disponíveis. As piscinas estão secas, o córrego exala mau cheiro e, como o parque se situa na divisa entre DF e Goiás, é afetado pela criminalidade dos bairros limítrofes. Ali virou um ponto de desova de veículos, assalto e tráfico de drogas e até serve para a prática de sexo. Os funcionários do pouco que resta em algum funcionamento no Parque da Prainha recomendam que ninguém circule sozinho pela mata. É muito perigoso. Para piorar ainda mais a situação, não bastasse o abandono do parque, a área de reserva biológica do Gama, próxima a Prainha, está sendo invadida por posseiros.

Soluções a vista?

Há um plano do governo do Distrito Federal para revitalizar toda aquela área, porém o que se vê é que nada sai do papel. Sem avanço quem toma lugar é o abandono, a mata, a criminalidade e os grileiros.

No plano já elaborado pelo GDF há, inclusive, a realização de um trabalho para retirar as invasões da área de reserva biológica. As construções seriam revitalizadas e novas vias de acesso seriam abertas, dentre outras tantas coisas. Na verdade há muita conversa fiada e pouca ação concreta.

De água boa a ruim

A qualidade da água também preocupa a todos os envolvidos nesse imbróglio chamado “Prainha”. Especialistas tem atribuído problemas na água do Alagado a unidade fabril de bebidas da AMBEV, que andou despejando substâncias no afluente do córrego. Ao Presídio Feminino do Gama, Colmeia, que elimina despojos no local. E, também, à Estação de Tratamento de Água e Esgoto (ETE) de Santa Maria, construída bem próxima ao córrego Alagado.

Com relação a essa última questão, da ETE, segundo a Caesb a Estação de Santa Maria faz tratamento em nível terciário. Um processo que, além de retirar dejetos orgânicos e matéria em suspensão na água, elimina as algas.

Hoje, com relação ao córrego a situação melhorou muito, pois tanto a cervejaria quanto o presídio ajustaram seus sistemas e lançam apenas esgoto tratado no córrego, com impacto reduzido ao meio ambiente. Há quem defenda que o córrego alagado retornou à vida, há peixes, o nível de oxigênio esteja alto.

De fato, a AMBEV fez um evento em prol da despoluição do córrego Alagado e seu afluente. O evento aconteceu no Clube Social da unidade fabril do Gama, que fica bem ao lado. Na ocasião foram plantadas mudas de árvores do cerrado por todos os presentes. A equipe do Gama Cidadão foi lá para conferir de perto o evento e também plantou dois pés de árvores nativas.

Conclusão: o parque sai ou não sai?

Apesar de já existir o projeto do Parque da Prainha, até o momento nada saiu do papel. Da parte do GDF é um tal de projeto pra cá, pra lá e nada acontece. A Administração do Gama também nada faz, a não ser entrar na onda da morosidade do GDF. Enquanto isso todos aqueles que lutam pelo parque tem de matar um leão por dia para que toda aquela reserva não sucumba do mapa do DF, ficando apenas na memória daqueles que um dia vivenciaram vida naquele local.

Ah e não pensem vocês que é só a Prainha que sofre com descaso e morosidade não. O Parque Vivencial Urbano do Gama segue o mesmo caminho. Até quando os moradores do Gama e região vão ter que conviver com todo esse descaso?

O Portal Gama Cidadão segue firme nessa junto a essa luta pela consolidação destes tão importantes parques. E não é de hoje que estamos tratando desse assunto. Confira mais abaixo outras matérias realizadas pelo Gama Cidadão.

 

 

“É um trabalho protagonista, porque acabo impulsionando capacidades. Mas a operação das atividades se dá institucionalmente. Eu não sou o governo. Eu estou participando, mas meu papel é de interlocução", diz Márcia Rollemberg, primeira-dama do DF. Foto: Kleber Lima

Desde a campanha do marido ao Governo do DF, Márcia Rollemberg já dizia que não seria uma primeira-dama decorativa. Tinha intenções de contribuir com o governo e compartilhar as experiências como gestora pública, principalmente na área social. Desde que Rodrigo Rollemberg tomou posse do Palácio do Buriti, ela tem conciliado o trabalho como secretária executiva da Fundação João Mangabeira, entidade ligada ao PSB, à jornada de mãe e avó e a colaboração voluntária com as ações do governo.

Os desafios, ela conta, vieram desde o primeiro dia. “Eu nunca estive nesse lugar de referência, em uma posição em função do outro. Sempre tive uma trajetória própria profissional”, conta a mineira de Teófilo Otoni. A tarefa de ressignificar o papel de primeira-dama começou com a destinação da Residência Oficial de Águas Claras. Morar lá não passou pelos planos dela. E foi aí que começaram as mudanças.

“Lidar com a Residência Oficial foi um dos desafios. O primeiro exercício foi resignificar o espaço e, assim, acabei ressignificando o papel de primeira-dama. Então, me envolvi com a casa, abrimos para visitação e fizemos de lá um espaço de trabalho”, diz, lembrando que o local, agora, tem outra dinâmica. “Sempre prego a socialização dos espaços”, lembra.

Mas isso, ela ressalta, tem a ver com o perfil profissional dela, que já foi secretária da Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, diretora de Articulação e Fomento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e gestora de formação pública na área da saúde.

As intervenções de Márcia na gestão Rollemberg passam pelas áreas com as quais ela tem afinidade e formação: mulheres, diversidade, direitos humanos, crianças… “São áreas em que vi perspectivas de fazer um trabalho de interação e integração. Tento contribuir e compartilhar experiências com as pessoas que estão fazendo políticas públicas no DF”, observa ela, que tem um gabinete no Palácio do Buriti e alguns servidores para cuidar da agenda e dos compromissos institucionais.

A relação próxima com a sociedade civil organizada garante uma boa interlocução com o governo. “A cidade é uma criação coletiva e todos temos responsabilidade pelo comum, pela sociedade”, diz ela, que, embora tenha uma atividade protagonista, lembra que apenas colabora com a gestão do marido.
“É um trabalho protagonista, porque acabo impulsionando capacidades. Mas a operação das atividades se dá institucionalmente. Eu não sou o governo. Eu estou participando, mas meu papel é de interlocução”, ressalta ela, que é formada em serviço social pela Universidade de Brasília (UnB), onde conheceu Rodrigo.

A vovó Márcia

A vida fora da agenda oficial de primeira-dama é tranquila e de muita dedicação à família. Vovó da Mel, de três anos, Márcia se prepara para receber o segundo neto, Rafael, que está para nascer. “De vez em quando, a gente hiberna na fazenda, em alguns fins de semana. E vamos todos”, conta, com o sorriso mais largo, ao falar dos filhos – Gabriela, Ícaro e Pedro Ivo – e dos netos. “Sou muito próxima dos meus filhos e da família. Eu curto muito estar com eles”, diz.

Se dá tempo de fazer tudo isso e ainda ser mãe e vovó corujas? Ela responde com um sonoro “Dá”. Os horários são criados. “Vamos pra fazenda no fim de semana, jantamos durante a semana. Sempre damos um jeito”, exalta. “Eu estou me preparando para ter tempo para curtir o Rafael, porque sei que esta é uma fase inesquecível e fundamental, tanto para ele quanto para a gente”, acrescenta.

Millena Lopes - JBr. 08/03/2017

Secretaria de Saúde diz que serviço é retomado graças à contratação temporária de 24 pediatras. Unidade parou sob argumento de que quadro de 8 pediatras era insuficiente

A unidade de Pediatria do Hospital Regional do Gama (HRG) reabre nesta quinta-feira (2) após passar seis meses fechada. De acordo com a Secretaria de Saúde, a retomada se deve à contratação temporária de 24 pediatras. A pasta também diz que “revitalizou” o pronto-atendimento infantil, que custou R$ 139,24 mil.

O atendimento na unidade do HRG tinha sido suspenso totalmente em setembro do ano passado, sob o argumento de que o quadro de oito pediatras era insuficiente para o atendimento na enfermaria e no pronto-socorro. No entanto, pacientes já enfrentavam restrição desde agosto.

Durante o período parado, quem precisava ser recebido era encaminhado a outras unidades. Casos de alta complexidade eram atendidos no Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib) – a 33 km de distância – e no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), por exemplo. Os menos complexos eram levados aos centros de saúde do Gama e de Santa Maria.

Antes, o governo tinha informado a expectativa de reabrir a unidade ainda em setembro do ano passado, quando anunciou a nomeação de 14 pediatras. No mês seguinte, no entanto, houve protestos em frente ao hospital cobrando a volta dos atendimentos.

Segundo a administração do HRG, entre 150 e 200 crianças são atendidas na emergência pediátrica do Gama diariamente, em tempo de serviço normal. Dados da secretaria indicam que 75% desses casos não são graves e, por isso, poderiam ser levados à atenção primária – UPAs ou postos de saúde.

Por Por Gabriel Luiz, G1 DF Foto: Israel Carvalho / Gama Cidadão - 02/03/2017 - 10:57:31

Valor foi arrecadado entre dezembro e janeiro. Audiência pública será convocada em março para debater possíveis aplicações da verba

Morador do DF corre para comprar caixa d'água e reduzir impacto do racionamento (Foto: TV Globo/Reprodução)

O governo do Distrito Federal arrecadou R$ 9,6 milhões com a aplicação da tarifa de contingência sobre a conta de água entre dezembro do ano passado e janeiro de 2017. A taxa aumenta em 20% o valor cobrado por água e esgoto aos moradores que consomem mais de 10 m³ por mês. A arrecadação corresponde aos valores brutos, sem desconto dos impostos.

Só em dezembro, foram arrecadados R$ 2,47 milhões, cobrados sobre 112 mil moradores. No mês seguinte – quando as regiões abastecidas pelo reservatório do Descoberto entraram em racionamento –, mais pessoas ultrapassaram o limite de consumo. Segundo a Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), 300.132 moradores foram taxados em janeiro.

A verba arrecadada ainda não tem destinação, informou o presidente da Caesb, Maurício Ludivice. "Esse dinheiro está sendo aplicado em um conta específica e só pode ser retirado pela Adasa [Agência Reguladora de Águas]."

Responsável pela administração dos recursos, a Adasa informou ao G1 que um audiência pública será convocada para o dia 7 de março a fim de debater possíveis aplicações dos milhões recolhidos. A partir do que for deliberado entre a sociedade civil, especialistas e membros do governo, será formulada uma resolução com os procedimentos operacionais para investir os recursos.

O presidente da Caesb, Maurício Luduvice, em coletiva para explicar sobre o racionamento do reservatório Santa Maria (Foto: Luiza Garonce / G1 DF)

Nesta quarta-feira (22), a Caesb anunciou que a região central de Brasília, abastecida pelo reservatório de Santa Maria, vai ficar um dia sem água a cada seis dias. O racionamento está previsto para começar na próxima segunda-feira (27), seguindo os mesmos moldes da restrição aplicada nas regiões abastecidas pelo Descoberto.

Isso significa que o abastecimento será interrompido às 8h e só começa a ser retomado 24 horas depois. Como o ligamento é lento e gradual, a água pode levar até dois dias para voltar. As primeiras regiões a entrar no rodízio são Lago Norte, Varjão, Granja do Torto, SAAN, SOF Norte e Jardim Botânico.

Mesmo instalados no Plano Piloto, ministérios, palácios, tribunais e outros órgãos públicos federais da Praça dos Três Poderes e da Esplanada dos Ministérios estão fora do racionamento. Por "segurança nacional", os palácios do Alvorada e Jaburu, residências oficiais da Presidência e da Vice-Presidência, também ficam fora do racionamento. Pelo menos em um primeiro momento, diz a Caesb.

Segundo a companhia, a decisão para poupar esses endereços foi tomada porque a medida, definida pelo órgão do DF, não poderia interferir em competências federais. Prédios como o Tribunal de Contas da União ou a Procuradoria-Geral da República vão sofrer corte porque não estão na Praça dos Três Poderes.

Os hospitais públicos e os setores hospitalares Norte e Sul permanecerão abastecidos pela rede de distribuição ou por caminhões pipa.

A tarifa de contingência foi aplicada pela primeira vez em dezembro, antes das regiões abastecidas pelo reservatório do Descoberto entrarem em racionamento. De acordo com a Adasa, a taxa aumenta em 20% o valor cobrado pelo serviço de água e esgoto para os moradores que consomem mais de 10 m³ por mês.

Atualmente, a tarifa mínima de água é de R$ 55,15. A taxa extra não é aplicada a unidades que consemem menos de 10 mil litros ao mês – segundo a Caesb, esse valor representa o consumo racional médio de uma família.

Famílias inscritas no Cadastro Único do Governo Federal para Programas Sociais (CadÚnico) pagam taxa ainda menor, de 10%. Serviços essenciais, como hospitais, centros de diálise e o Hemocentro, também não pagam nada a mais.

Por Luiza Garonce, G1 DF - 22/02/2017 - 15:54:00

A rodada de assembleias e mobilizações contra os desmandos de Rollemberg e sua trupe passou, na manhã desta quarta-feira (22), no Hospital Regional do Gama. Servidores do hospital e dos centros de saúde se reuniram para exigir a manutenção dos serviços prestados nos centros e postos de saúde.

Um caso a parte foi debatido, o superintendente da Região de Saúde Sul, Ismael Alexandrino Júnior, editou uma circular que obriga os servidores que têm restrição médica a trabalharem nas emergências e UTIs. “Onde já se viu uma pessoa que não pode carregar peso, ser lotada onde terá que carregar paciente? O governador e seus mandados esquecem que a saúde do servidor ficou na Secretaria de Saúde. Muitos já não conseguem mais trabalhar com tanto improviso. Isso é mais um absurdo para a coleção deles”, afirmou Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde.

Os presentes deixaram marcado uma mobilização, que será feita junto com a população do Gama, no dia 14/03, às 10h.



Por SindSaúde DF  - 22/02/2017 - 18:11

Serão inicialmente 23 novos pediatras para o PAI do HRG

O Pronto Atendimento Infantil (PAI) do Hospital Regional do Gama (HRG), que estava fechado desde agosto do ano passado, volta a funcionar no primeiro dia de março. Para o bem das crianças e seus familiares.

Na manhã desta quarta (22/2) houve reunião no HRG para apresentação dos novos pediatras com contratos temporários.

Verdade que deveriam ser pediatras concursados. Mas o GDF dormiu no ponto, não se sabe o porquê (ou se sabe?), e mesmo depois de dois anos de nova gestão do Buriti ainda não realizou concurso público para emprego efetivo. O que levou à repetição da ineficiente prática de contratação temporária de pessoal.

Que os 24 novos pediatras possam contribuir para minorar o sofrimento e a angústia das crianças e seus familiares, que estavam sendo forçados a se deslocarem da cidade do Gama para outros hospitas, alguns há distâncias superiores a 30 quilômetros de onde moram.

Os 24 pediatras permitirão que o hospital programe para o PAI uma boa escala de pessoal, o que deverá permitir um bom atendimento, como tanto merecem nossas crianças.

A soma de forças do Conselho Regional de Saúde do Gama, entidades, foruns populares, pais, crianças, e demais moradores, valeu a pena. Teremos de volta mais um serviço do velho,bom e indispensável HRG. Mas que para voltar a ser bom, cada vez melhor, precisa receber carinho e recursos do governo do Distrito Federal.

Por Gama Livre Foto: Reprodução/WhatsApp - 22/02/2017 - 18:21:20

 

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Gama DF: Calamidade na saúde pública


Pronto-Socorro Pediátrico do HRG é fechado