Yet GO, nova Franquia de mobilidade urbana, chega ao Distrito Federal, e vem crescendo dia após dia. superando expectativas e ganhando adeptos.

YET GO, FRANQUIA DE MOBILIDADE URBANA, CRESCE EM TODO O BRASIL OFERENDO BENEFÍCIOS AOS MOTORISTAS, PASSAGEIROS E FRANQUEADOS

Lançado em novembro de 2016, o Yet Go, sistema de franquia e aplicativo de mobilidade urbana 100% brasileiro já está disponível em todas as capitais, oferecendo valores mais baratos na corrida, com serviços de carro comum, executivo, mototaxi e motofrete.
Atualmente no Distrito Federal, são mais de 1.000 motoristas cadastrados, numero este que cresce todos os dias.

Segundo Alberto Souza Júnior, sócio-fundador e diretor de operações da plataforma, comparando com a bandeira 1 do táxi comum, ao utilizar o serviço pelo aplicativo, os usuários têm uma economia de até 40%.

Para atrair a clientela, a empresa oferece uma série de promoções, não trabalha com tarifa dinâmica, não cobra tarifa de cancelamento da corrida e mantém fixo o preço do quilômetro rodado. “Os usuários podem pagar tanto em cartão quanto em dinheiro e não é necessário informar o número do cartão para se cadastrar no aplicativo”, destaca o executivo.

Ele explica que a exemplo do que ocorre em outras cidades em que o serviço já funciona, mensalmente a empresa fará o Yet10, que são corridas a R$10 para qualquer lugar dentro do DF.

O aplicativo, 100% brasileiro, foi desenvolvido em Belém (PA) e lançado em novembro de 2016. Ele está disponível para download no Android e Apple Store. Além de Brasília, a Yet Go funciona em São Paulo, São Luís, Fortaleza, Belo Horizonte, Belém, Alagoas, Curitiba, Santa Catarina, Rio Grande do Sul , Goiânia e Distrito Federal.

A lei que regulamenta aplicativos de transporte individual executivo no DF foi sancionada em agosto do ano passado após aprovação da Câmara Legislativa. Para entrar em vigor, 13 itens foram vetados pelo Executivo local, como a obrigatoriedade de ser dono do carro e a necessidade de comprovar residência por pelo menos três anos no Distrito Federal.

Além disso, ficou definido que os veículos tenham quatro portas, ar-condicionado e que sejam licenciados no DF. É necessário ainda que os automóveis tenham no máximo cinco anos, contados a partir da emissão do primeiro Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo, para carros movidos a gasolina e álcool, e oito para adaptados, híbridos e elétricos. Os motoristas devem estar em dia com o Certificado Anual de Autorização, da Secretaria de Mobilidade, e apresentar nada-consta criminal.

Para usar o serviço basta baixar o App, no GooglePlay no seu smatfone

Um dos médicos presentes apontou que, no ano passado, houve diversos óbitos e vários bebês ficaram com sequelas por falta de assistência no tempo ideal, em função da superlotação no HRG

Por Gama Livre Foto: Reprodução/Divulgação - 03/02/2017 - 13:36:26

A reabertura do Centro Obstétrico do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) prevista para o próximo dia 13 depende da contratação de novos médicos neonatologistas. A perspectiva parece vã, dado o desinteresse de candidatos inscritos no processo seletivo simplificado para contratação de médicos anunciado em novembro passado: a oferta foi de 124 vagas de 20 horas semanais para as quais se inscreveram apenas cinco candidatos, cuja posse ainda não é certa.

A suspensão dos partos no HRSM provoca maior desorganização na rede assistencial e sobrecarrega os demais hospitais, sobretudo o Hospital Regional do Gama (HRG), o único outro localizado na Região Sul do DF. Presentes em reunião realizada no auditório do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF), na noite de 1º de fevereiro, obstetras e neonatologias dos dois e de outros hospitais do DF, discutiram os problemas que se intensificaram.

O diretor do HRSM, uma representante da direção do HRG, o presidente do Conselho Regional de Medicina, Jairo Zapata e representantes da Defensoria Pública e da Ordem dos Advogados ouviram os relatos. O Ministério Público não enviou representantes. E o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, apesar de ter sido convidado com antecedência, nem representante mandou.


As origens do problema
Ano a ano, cai o número de profissionais das áreas de neonatologia, gineco-obstetrícia e pediatria (entre outras). O HRG já chegou a realizar 900 partos de alto risco e risco habitual por mês. Desde março passado ficou com a capacidade reduzia a 300 partos mensais de risco habitual.

Quando inaugurado, há nove anos, o Hospital de Santa Maria diminuiu a demanda pelo HRG. A aventura com a terceirização com a Real Sociedade Espanhola de Benemerência e a posterior retomada da gestão da unidade, em 2011, deixaram o HRSM sem corpo clínico e, por isso, a Intensecare foi contratada para atuar na sala de parto e demais serviços de neonatologia.

Em julho de 2015, por falta de pagamento pela Secretaria de Estado de Saúde do DF (SES-DF), a empresa deixou de prestar atendimento na sala de parto e o serviço foi suspenso sendo retomado somente em março de 2016, com a transferência de um médico, 37 profissionais da área de enfermagem (especializados em assistência neonatal) e equipamentos do Gama.

O HRSM ficou responsável pelos partos de alto risco (gestação de até 37 semanas), com capacidade limitada a 350 por mês, e o HRG com partos normais. A escala da neonatologia em Santa Maria não fecha mais e, por isso o serviço foi novamente suspenso. O Gama perdeu toda a condição de assumir a demanda.


Paliativo insuficiente para profissionais e pacientes
“As pacientes voltaram a bater de porta em porta em busca de atendimento. Já é ruim quando têm carro, mas chegar a ir de ônibus, sem saber em que porta bater”, queixou-se um dos médicos presentes. Em teoria os partos de alto risco deveriam ser assumidos pelo Hospital Universitário de Brasília (HUB) e o Hospital Regional da Asa Norte deveria assumir parte dos habituais. Mas essa expectativa não se concretizou plenamente.

Tampouco se concretizou, relataram os presentes, o reforço de um gineco-obstetra do HRSM que seria deslocado para o HRG, porque as escalas de plantão de Santa Maria não têm permitido a disponibilização.

E mesmo com o reforço na obstetrícia resta a questão do cuidado com os bebês prematuros. “Quem vai se responsabilizar pelos prematuros”, questionou um dos presentes, o qual também destacou que o Hospital Universitário não tem como atuar de porta aberta.

Um dos médicos presentes apontou que, no ano passado, houve diversos óbitos e vários bebês ficaram com sequelas por falta de assistência no tempo ideal, em função da superlotação no HRG. O mesmo, afirmaram outros, ocorreu no HRSM. “Pacientes com dilatação estão esperando a realização do parto sentadas em um banco. Logo depois do parto estão sendo tiradas do leito e voltam para o banco para que outra possa ser atendida”, contou.


Dificuldades não param de surgir
O HRSM conta com 15 leitos de Unidade de Cuidados Intermediários (UCIN) e 50 leitos no Alojamento Compartilhado (ALCON). Na falta de neonatologistas em número suficiente, pediatras ajudam a preencher a escala e, por vezes, apenas um profissional fica responsável pelas duas unidades. Com o Centro Obstétrico a exigência fica ainda maior.

“É grave o fato de pediatras dos centros de saúde, sem experiência de atuação nas emergências e nesses setores, serem desviados para atuar nessa situação”, destacou a diretora de Imprensa e Divulgação do SindMédico-DF, Adriana Graziano, que também é pediatra.

Há uma queixa generalizada pelo aumento de processos contra médicos em função da incapacidade administrativa que prolonga o caos nas duas unidades. A indefinição da gestão também provoca atritos entre as equipes dos hospitais e entre as especialidades.

Enquanto profissionais e gestores locais se desdobram para suprir as necessidades dos pacientes, a gestão central, a começar do secretário de Saúde, simplesmente se cala e ignora as reclamações das equipes e da população.

“Não somos favoráveis ao fechamento de serviços, somos favoráveis a oferecer condições de trabalho aos nossos servidores e de assistência aos pacientes”, enfatizou o diretor do HRSM, Igor Dourado. A representante da direção do HRSM, Kenisse Araújo Dourado, também compareceu e deu explicações sobre o plano de contingenciamento criado para contornar a crise atual.


OAB e Defensoria Pública podem judicializar o caso
Causou estranheza ao coordenador do Núcleo da Saúde da Defensoria Pública, Celestino Chupel, e ao presidente da Comissão de Bioética, Biotecnologia e Biodireito da OAB-DF, Felipe Bayma, que fossem os dois diretores e não o secretário Humberto Fonseca, algum subsecretário ou os coordenadores de especialidade que tenham comparecido para explicar a situação e ouvir as demandas. “Estamos em um ponto que pouco resta o que fazer além de mover uma ação de responsabilidade civil contra os gestores”, afirmou Bayma. “A situação chegou ao insustentável”, desabafou Celestino.

O novo presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM-DF), Jairo Zapata, fez críticas ao governo e orientou os presentes a encaminhar denúncias que podem, explicou, levar a uma interdição ética, caso fique comprovado não haver condições para o exercício da atividade médica nas unidades de saúde.


O presidente do SindMédico-DF, Gutemberg Fialho, cobrou dos diretores presentes a disponibilização de livro de ocorrências e incentivou os médicos a fazerem o registro dos fatos e situações adversas enfrentadas no dia a dia das unidades de saúde.

Foi decidido que uma equipe com representantes do Sindicato, do CRM-DF, da OAB-DF e da Defensoria Pública visitará as duas unidades na próxima semana e que o grupo vai pedir audiência com o secretário de Saúde. A OAB e a Defensoria Pública vão estudar conjuntamente a possibilidade de mover uma ação civil pública contra eles.

No dia 27 de Janeiro de 2017 aconteceu a cerimônia de reinauguração do colégio Objetivo e a nova unidade da UNIP EAD (Universidade Paulista). O novo espaço está localizado na Área Especial 02, Praça 02, Escola 01, Setor Leste no Gama.

O evento foi realizado pela Sra. Ivone Penaforte e o seu esposo Prof. Mário, donos do Objetivo no Gama. A cerimônia de reinauguração do Colégio e da nova unidade da UNIP EAD contou com a presença de várias autoridades da cidade entre elas a administradora do Gama (Profa. Maria Antônia), servidores de administração do Gama, chefe da Vigilância Ambiental do Gama, Conselho Tutelar, Francisco Roques Chaguinha, Edson Rocha, representante do Conselho de Saúde, com representante da Associação Comercial e Industrial do Gama, Joneides Fernandes, vários empresários, professoras e comunidade.

Um evento belíssimo que mostra um pouco da força econômica que a cidade do Gama tem quando instituições de ensino tão fortes e reconhecidas, como o Colégio Objetivo e a Universidade Paulista (UNIP), investem mais uma vez na cidade.

As novas instalações do Objetivo/UNIP no Gama contam com amplas salas de aulas, biblioteca, salas de educação infantil, lanchonete, pátio multiuso e laboratório de informática completo (com computadores novos que servirão aos estudantes de EAD da UNIP).

Na ocasião, a empresa iFLY esteve presente com um estande mostrando seu produto, que é o INDOR SKYDIVING. Um local onde você pode sentir a sensação de como é um salto de paraquedas.

Esteve presente também a Empresa de Segurança Privada, AEGON, que fornece serviço de segurança em escolas por meio do seu grupamento de agentes escolares.


Conselho Tutelar, Francisco Roques Chaguinha e representantes da Rádio Comunidade FM


Representante da Faciplac, Francisco Cruz, professora Ivone Penaforte, administradora do Gama, Maria Antônia e Joneides Fernandes


Representantes da Orquestra Cordas do Gama


Representante do Conselho de Saúde, Enoquio Sousa e professores 


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Rollemberg elencou realizações de sua gestão, como pavimentação de estradas e infraestrutura. Disse também que pretende, até abril, resolver questões relacionadas ao Setor Industrial Leste


Empresários do Gama debateram demandas com o governador Rollemberg em reunião na noite desta terça-feira (25). Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Em encontro que avançou pela noite desta terça-feira (24), representantes do empresariado do Gama debateram suas demandas com o governo de Brasília para alavancar o setor produtivo. A reunião seguiu o formato de diálogo mantido pelo Executivo com outras regiões do Distrito Federal.

Acompanhado de assessores da área econômica, o governador Rodrigo Rollemberg deu retorno em relação aos principais pedidos. “É uma oportunidade de ouvir as reivindicações do setor produtivo, tão importante para o desenvolvimento da cidade, e fazer os encaminhamentos necessários”, disse ele.

Para o presidente da Associação Comercial e Industrial da região, Juneídes Fernandes da Silveira, é preciso união para que o setor cresça e ajude na geração de renda e de empregos. “Somos cidade referência no Entorno”, declarou. Ele citou demandas como a entrega de uma rodoviária e a construção de salas de cinema e de cultura no Gama.

O empresário Paulo Octavio, um dos presentes, disse que construirá um shopping na região, com cerca de 150 lojas distribuídas em 90 mil metros quadrados de área. Ele pediu apoio para que não haja entraves ao empreendimento. “Acreditamos na cidade e que este é o momento”, observou.

Rollemberg elencou algumas realizações de sua gestão, com destaque para as obras de infraestrutura no Condomínio Porto Rico. Ele disse que pretende, até abril, resolver questões relacionadas ao Setor Industrial Leste.

“Vamos construir um projeto de lei que precisará ser submetido à audiência pública”. A ideia, segundo o governador, é definir regras para a área até que seja aprovada a Lei de Ocupação do Solo.

Sobre o shopping, ele disse que o governo estudará alternativas para que seja implementado. Além das obras de infraestrutura, citou a pavimentação de estradas importantes que servem à região.

Da Redação Agência Brasília - 24/01/2014

 

A região foi a primeira a receber o programa Cidades Limpas, do governo de Brasília. 


Foto: Agência Brasília – 18.12.2016 

O Governo do Distrito Federal realiza desde novembro do ano passado ações de limpeza no Gama. O programa Cidades Limpas, tem como foco a limpeza de ruas, renovação de jardins e praças, poda de árvores e retirada de lixo e entulho de áreas verdes. A limpeza também é uma forma de controle dos focos do mosquito que transmite a dengue, a febre chikungunya e o zika vírus.

Quem vê o trecho entre a Escola Classe 14 e o Centro de Ensino Fundamental 4, no Gama, cercado por pneus, com mudas plantadas e limpo, não acredita que ali era um local que despertava o interesse de bandidos. Foi por lá que começou o mutirão de limpeza.

Durante todo esse mutirão estão sendo realizados uma série de serviços, tais como: limpeza de bocas de lobo, poda de árvores, recolhimento de galhos, recolhimento de entulhos, reposição de lâmpadas nas praças e avenidas principais, revitalização de faixas de pedestres e operação tapa-buracos. A operação de limpeza é executada pela CEB, SLU, Caesb, Novacap, Agefis e Diretoria de Vigilância Ambiental – DIVAL, sob comando da Coordenadoria das Cidades com base nas necessidades apontadas pela administração regional e pela comunidade.  

A limpeza e manutenção da cidade, vias, ruas, avenidas, praças, tem sido uma reivindicação constante da população e o Gama Cidadão tem mostrado como a cidade está cheia de problemas.

 

Da Redação do Gama Cidadão - 21/01/2017 19:36

 

Entre um discurso e outro sempre com o apoio de passageiros, seja pelo aceno de cabeça, de mão, ou mesmo com palavras— os manifestantes puxavam frases de protesto

Por Gama Livre Foto: Reprodução/Divulgação - 06/01/2017 - 10:47:41

Foto da manhã desta sexta (6/1), quando jovens encerravam na Rodoviária do Gama, DF, o protesto contra o tarifaço de Rollemberg e a ameaça do governador ao passe-livre.

Rollemberg pode até achar que é um tamanduá, mas que ele fique sabendo de uma coisa: Quem não pode com a formiga, não assanha o formigueiro! E todo tamanduá tem seu dia de onça-pintada. Até mesmo da onça-parda.

Entre um discurso e outro —sempre com o apoio de passageiros, seja pelo aceno de cabeça, de mão, ou mesmo com palavras— os manifestantes puxavam frases de protesto. Uma dessas:

Rollemberg, quem não aguenta com a formiga não assanha o formigueiro.

Parece que Rollemberg, no caso do tarifaço das passagens de transporte público, sentou num formigueiro. Num tremendo formigueiro. Que sofra ele as consequências dos seus próprios atos, não o povo.