Correio Braziliense - 17/12/2017 07:55 / atualizado em 16/12/2017 21:28

Fila de espera no Hospital Regional de Planaltina: falta de trabalhadores de diversas especialidades na troca de turno obriga pacientes e familiares a aguardarem até 14 horas para conseguir socorro

Mudança no protocolo de recepção e tratamento de pacientes e deficit de profissionais são alguns dos motivos. Governo reconhece o problema, mas alega que precisa de tempo para adaptação do novo sistema clínico

Passavam das 22h quando a massoterapeuta Eliana Pires Maciel, 44 anos, aguardava atendimento no pronto-socorro do Hospital Regional do Gama. A jornada dela havia iniciado horas antes. Ela ergueu o semblante cansado e narrou o drama começado antes do meio-dia. “A minha filha sentiu uma dor forte na barriga e desmaiou. Procurei o posto. Lá, não tinha médico. Também não tinha ambulância para trazê-la para cá. Chamei um Uber e estou aguardando atendimento”, resumiu.

Casos como o de Eliana se tornaram rotina nas emergências das unidades de saúde da capital federal. Em novembro, a Secretaria de Saúde mudou a regra de atendimento — somente pacientes considerados de risco são assistidos. Os reflexos começam a surgir pouco mais de um mês depois: o acesso ficou complicado, criticam parentes e doentes. O Executivo local não sabe informar quantas pessoas são recebidas nos prontos-socorros, tampouco a demanda reprimida. Durante uma semana, a reportagem acompanhou pacientes em busca de tratamento. Muitos voltam para casa sem a devida atenção.

 

No Hospital Regional do Gama, a entrada da área de emergência serve de abrigo para moradores de rua: situação precária

 

Após 11 horas de espera, Eliana conseguiu que a filha, Milena Pires Couto, 18 anos, fosse examinada. A jovem passou por testes clínicos para comprovar duas hipóteses: crise renal ou apendicite. “O método que estão usando para atender as pessoas não é correto. Muita gente não é recebida pelo médico e fica perambulando pela cidade”, critica a massoterapeuta.

A 74km dali, no Hospital Regional de Planaltina, a história se repetia com a servidora pública Maria Neves da Silva, 51. Ela aguardou 14 horas na emergência. Quase desmaiou no banheiro e foi amparada por outra paciente. O vaivém de Maria começou no posto de saúde, continuou no pronto-socorro, voltou ao posto e, por fim, ela decidiu aguardar no hospital. “Cumpri todos os protocolos e sigo sem atendimento. O que concluo é que o método não funciona”, desabafou.

Carência

Ali, outro problema desequilibra a situação. A falta de médicos ao longo do dia fica acentuada na troca de turno. Na última quarta-feira, o chefe do plantão recolheu fichas de pacientes que aguardavam atendimento ortopédico — pessoas com braços, pés e pernas quebrados — e teve de dar uma notícia amarga. “Não tem médico ortopedista no plantão. O que estava aqui foi embora”, disse a 150 pessoas na fila.

Outras especialidades também sofrem com a carência de profissionais na troca de turno. A recepcionista Juliana Rodrigues Gonçalves, 35, precisava de um clínico geral para a filha Mariana, 9. A perna da menina estava tomada por feridas e bolhas. Aparentava uma alergia. Elas sequer passaram pela classificação de risco. “O médico encerrou o expediente e ninguém deu continuidade ao atendimento”, reclamou. “Não tem previsão para retomarem o serviço.”

A versão de Juliana é confirmada por uma enfermeira, que pediu para não ser identificada. Ela disse que muitos profissionais foram realocados no programa Saúde da Família — aposta da Secretaria de Saúde para acabar com os problemas da atenção básica. “Escala de emergência é matemática. Determinada quantidade de profissionais consegue realizar determinada quantidade de atendimentos. Com as perdas que tivemos, o abismo entre a demanda e a capacidade de atendimento aumentou”, explicou.

Escalas capengas

Apesar de aparentar certa tranquilidade, as emergências dos hospitais regionais de Ceilândia (HRT), de Taguatinga (HRT) e de Samambaia também estão com o serviço comprometido. Cartazes pregados na entrada anunciam a escala dos profissionais. Por ela, vê-se que especialidades como cirurgia geral, clínica médica, cardiologia e pediatria ficam até dois turnos sem nenhum médico.

A situação degringolou de tal forma, que, em Ceilândia, o vigilante dita as regras. O servidor que deveria assegurar a preservação do patrimônio do hospital assume outra função: a de mediador. Ele decide quem concorre a um atendimento e quem vai embora sem sequer entrar na unidade. Um único enfermeiro faz a classificação de risco. Em Samambaia, a porta permanece entreaberta. Em Taguatinga, moradores de rua se misturam aos pacientes.

Sem maca

Os pacientes de mais sorte enfrentam outra fila até ficarem diante de um médico. No HRC, por exemplo, os pacientes se amontoam em um corredor. Na última terça-feira, o Corpo de Bombeiros deixou um homem com o pé quebrado na unidade. Ele teve de pular com uma perna só até a ortopedia. Não havia maca nem cadeira de rodas. O militar que fez o socorro sentenciou: “É sempre assim.”

Agência Brasília - 17/12/2017

Iniciativa nasceu do projeto Luz & Autor em Braille, que incentiva pessoas com deficiência visual a criar as próprias obras literárias. Em 22 anos de atuação, já foram produzidos mais de 800 textos

As ações desenvolvidas na Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga, ganharam um peso maior neste ano. A primeira Academia Inclusiva de Autores Brasilienses foi fundada com o intuito de promover a obra literária de pessoas com deficiência visual no País e no mundo.

A iniciativa nasceu do projeto Luz & Autor em Braille, desenvolvido há 22 anos na biblioteca. Com mais de 800 trabalhos produzidos, o local não só proporciona acesso à leitura para os que não enxergam ou têm baixa visão, como também os estimula a produzir os próprios textos.

Desde a criação da biblioteca, em 1995, o projeto já integra 83 autores com deficiência visual com outros escritores que atuam como voluntários. Em 2010, o projeto lançou o livro Revelando Autores em Braille, que traz um compilado de histórias e poemas escrito de forma inclusiva.

Coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes acredita que a criação da academia é o coroamento do trabalho de 22 anos. “É a efetivação do projeto que vem sendo desenvolvido ao longo desses anos”, diz.

Fundadora e presidente da academia inclusiva, Dinorá Couto não esconde o entusiasmo de poder levar reconhecimento aos autores com deficiência visual, que muitas vezes não têm a oportunidade de mostrar seu trabalho. “Nunca pensei que eu tivesse um poder tão grande e fácil de resolver nas mãos, que é dar alegria a essas pessoas.”

Umas das 83 escritoras do projeto, Noeme Rocha equipara a Academia Inclusiva de Autores Brasilienses, da qual é vice-presidente, a qualquer instituição acadêmica literária.

Dinorá conta que até pelerines foram confeccionados para a posse dos membros. “Fizemos a logo bordada para que os deficientes possam sentir e saber o que está ali”, comenta.

Outra novidade é que a academia inclusiva não ficará restrita a participantes do DF. A fundadora conta que tem membros do País inteiro e até participantes internacionais vindos dos Estados Unidos, Portugal, Itália e França.

Uma biblioteca inclusiva e cidadã

A Biblioteca Braille Dorina Nowill surgiu em 1995, após a Secretaria de Cultura receber 2 mil livros em braille da Fundação Dorina Nowill. No entanto, para atender a esse tipo de público, precisava de um atendimento especial à altura da assistência que um deficiente visual necessita.

Criada com base nessa necessidade, a biblioteca, no primeiro momento, foi instalada em uma sala de aula na Escola Classe 6 de Taguatinga. Com o intuito de promover acesso à literatura de pessoas com necessidades especiais, o espaço também oferece mais de 900 áudios de livros.

Os deficientes visuais têm ainda à disposição aulas de reforço, informática, dança e braille. A coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes, conta que o trabalho impacta diretamente a vida dos frequentadores. “É um ambiente de transformação”.

Para ela, o espaço promove novos despertares de pessoas que não têm mais perspectiva nenhuma de vida, nem expectativa. “Elas começam a renascer de um lugar que eu acho que nem elas mesmo esperavam, entram para a faculdade, começam a trabalhar, se tornam autônomas e independentes”, afirma Leonilde.

Frequentadora assídua da biblioteca desde o começo do ano, Valdeli Rodrigues conta que o espaço trouxe um outro estilo de vida para ela. “Eu só tenho 15% da visão, e poder estar em um local onde o deficiente é incluído é maravilhoso”, conta ela que teve a perda da visão gradativa por causa do glaucoma.

“Eu só vim me dar conta que eu tinha baixa visão neste ano. Até então, eu tinha um outro estilo de vida. A biblioteca que foi me orientando, me incluindo nas atividades. E isso é ótimo, a autoestima da gente cresce, tem um órgão que pensa na gente.” Valdeli conta que na biblioteca pode aprender a escrever e a ler em braile e a se adaptar à realidade que ainda é novidade para ela.

Resgate da autoestima

A coordenadora da biblioteca explica que um dos principais pilares do local é resgatar essa autoestima. “Eu considero que a maior missão que a gente tem aqui não é emprestar livro, nem a leitura. Para isso acontecer o resgate da autoestima é fundamental. Porque depois que foi retomado isso, aí a pessoa vai querer ler, vai querer estudar, querer escrever, e aí pronto, ela está viva.”

Vinculada à Secretaria de Educação, a Biblioteca Braille Dorina Nowill está atualmente instalada no Complexo Cultural de Taguatinga, ao lado da Biblioteca Machado de Assis e atende cerca de 90 deficientes assíduos.
 

De acordo com a Forbes, Ryan é o único na lista de youtubers mais ricos do mundo com menos de 10 anos – tudo isso apenas filmando os brinquedos que ganha.

C/Superinteresante - foto pública - 12/12/2017 - 17:53:45 

Todo mundo já foi criança, e todo mundo já ganhou ao menos um brinquedo. Eis que ter deixado de filmar cada segundo desses momentos pode ter sido jogar no lixo um bilhete de loteria premiado. Ryan que o diga. Com apenas seis anos ele faz exatamente isso da vida: filma os brinquedos que ganha e posta no YouTube. Brincadeira de criança que fez dele um dos maiores youtubers do planeta, com uma renda de R$ 36 milhões por ano.

O canal de Ryan tem um título pouco criativo, mas muito prático. Ryan ToysReview (Avaliações de Brinquedos do Ryan, em português). A ideia é que ele dê suas impressões sobre as novidades do mundo dos brinquedos. “Avaliações de brinquedos para crianças, feitas por uma criança”, diz o slogan do canal.

De acordo com a Forbes, o canal foi o oitavo mais lucrativo do mundo em 2017. Os 11 milhões de dólares gerados durante o ano o transformou no único youtuber com menos de 10 anos a entrar na lista.

A coisa toda começou há dois anos, quando ele tinha apenas quatro anos de idade. “Ryan costumava assistir vários canais sobre avaliação de brinquedos – alguns de seus favoritos eram EvanTubeHD e Hulyan Maya – porque eles faziam vídeos sobre o desenho Thomas e seus Amigos”, afirmou sua mãe (que não revela seu nome), em entrevista ao site TubeFilter.

“Um dia ele me perguntou ‘Por que eu não estou no YouTube junto com todas as outras crianças?"


Então decidimos: é, a gente pode fazer isso. Foi quando fomos à uma loja comprar seu primeiro brinquedo, um trem de Lego, e tudo começou aí”.

O sucesso não foi imediato. O primeiro vídeo de Ryan a fazer sucesso foi esse aqui, em que ele aparece quebrando um ovo de papel machê recheado com brinquedos automotivos. Deu certo. Publicada em julho de 2015 a gravação acumula até hoje mais de 800 milhões de visualizações, fez com que os seguidores da criança se multiplicassem exponencialmente, e que seu sucesso ultrapassasse figuras como Justin Bieber. No auge da popularidade, Ryan ficou quase 20 semanas em primeiro lugar entre os vídeos mais assistidos da rede.

Hoje ele possui 10 milhões de inscritos. Sua fama, no entanto, é muito maior. Seu vídeo de mais sucesso é o que aparece acima. A produção já acumula mais de um bilhão de visualizações desde que foi publicado em abril de 2016 – um exagero de visualizações mesmo se comparado a gigantes da rede social; Whindersson Nunes, o maior youtuber brasileiro tem 25 milhões de seguidores, e seu vídeo mais famoso é Qual a Senha do Wifi, uma paródia musical com 60 milhões visualizações.

Ryan ainda tem em seu canal uma seção só com experimentos científicos realizados por ele. As produções incluem desde a fabricação caseira de lâmpadas de lava até testes onde ele analisa o que acontece quando marshmallows são expostos ao vácuo.

Seus pais afirmam que a maioria dos brinquedos é doada para a caridade, após Ryan filmar suas impressões sobre a novidade. Como a própria descrição do canal diz “Ryan ama brinquedos”. E quem não ama, né Ryan? Com esse monte de dinheiro envolvido fica ainda mais fácil.
 

Durante flashday do estúdio Artoria Tattoo, que será realizado neste sábado (16), cada 5 quilos de alimentos doados garantem 10% de desconto nas tatuagens

Para ajudar a quem mais precisa tatuadores do Gama realizam neste sábado (16) um flashday solidário para marcar o aniversário de 3 anos do estúdio Artoria Tattoo. Durante o evento, a cada cinco quilos de alimentos doados, será oferecido desconto de 10% em qualquer desenho disponível para tatuagem. Os clientes podem acumular até 50% de descontos, que são intransferíveis.

Os alimentos arrecadados serão entregues a instituições que acolhem e amparam aqueles em situação de vulnerabilidade social. Segundo o tatuador Fabricio Matos, a mobilização é importante para que as pessoas possam ter um fim de ano um pouco mais digno. “Nessa época aumenta o número de pessoas em situação de rua. A gente quer aproveitar o nosso amor por tatuagem para incentivar doações”.

flashday será realizado na pizzaria Tio Sam, localizada no Setor Central do Gama. Além de Fabrício Matos, também participa do evento o tatuador Dan Átila. Para tatuar, é preciso ter mais de dezoito anos e apresentar os documentos que comprovem a idade. As tatuagens custam entre R$ 120 e R$ 400.
 

SERVIÇO:

Quando? Dia 16 de dezembro
Onde? Tio Sam Pizzaria, Loja 01, Quadra 11, lote 39. St. Central - Gama, Brasília - DF
Que horas? A partir das 10h (Chegue cedo, pois os desenhos serão reservados por ordem de chegada)
Link do evento: https://www.facebook.com/events/558019467689979/

Para outras informações, mande um wpp para o estúdio: 981366553 ou acesse a página do facebook Artoria Tattoo. 

Agência Brasília - 14/12/2017

Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Região também recebeu na manhã desta quinta-feira (14) 7,1 quilômetros de ciclovia e 1 quilômetro de ciclofaixa, que vão beneficiar ainda moradores do Gama e de parte do Entorno

A população do Gama, de Santa Maria e de parte do Entorno foi beneficiada nesta quinta-feira (14) com a entrega de uma ponte na DF-290, por onde passa o Córrego Alagado.

Com a inauguração da estrutura, a pista volta a funcionar com duas faixas no trecho. O lugar precisou ter uma das vias interditada há cerca de um ano por conta de um desmoronamento.

“Essa ponte vai melhorar muito a vida de quem passa por aqui. Ela tem um papel logístico muito importante, pois liga a BR-040 à BR-060, duas rodovias muito importantes para o Distrito Federal e para o escoamento da nossa produção”, disse Rollemberg.

A ponte de aproximadamente 40 metros teve investimento de R$ 3.679.866,50.

Também foi entregue hoje uma ciclovia na região, com 7,1 quilômetros de extensão, e uma ciclofaixa de 1 quilômetro. As obras custaram R$ 2.251.927,81, e duraram quatro meses e seis meses, respectivamente.

De acordo com o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), Henrique Luduvice, as obras foram feitas com recursos do Banco do Brasil, e houve economia de mais de R$ 1 milhão. O departamento ainda instalou semáforos na região.

Vídeo:

Atividade ocorre em 6/12, na sede do MPDFT, das 9h às 13h. Inscrições são gratuitas e vão até 1º/12

O Núcleo de Gênero Pró-Mulher do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) soma esforços à campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres com a realização do Primeiro Encontro MPDFT e Movimentos Sociais de Mulheres. O evento será realizado na próxima quarta-feira, 6 de dezembro, das 9h às 13h, na sede da instituição. Mais de 150 países participam dessa campanha, que é coordenada pela ONU Mulheres.

O encontro, realizado no Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, tem o objetivo de promover o diálogo aberto, transparente e colaborativo com os movimentos sociais que atuam na defesa dos direitos das mulheres. Com a iniciativa, será possível identificar demandas e estabelecer metas institucionais para 2018. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 1º de dezembro pelo link.

Por ocasião da campanha, o Núcleo de Gênero participou, no último dia 23, na Casa da ONU, do lançamento do relatório da Pesquisa de Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (PCSVDF Mulher). O documento foi desenvolvido pela Universidade Federal do Ceará, em parceria com o Instituto Maria da Penha, com patrocínio da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e o apoio do Instituto Avon. A pesquisa está disponível do site do NG/MPDFT.

16 Dias de Ativismo
O período escolhido para a campanha é bastante simbólico, já que se inicia em 25 de novembro – Dia Internacional de Não Violência Contra as Mulheres – e finaliza em 10 de dezembro – e Dia Internacional dos Direitos Humanos. No Brasil, a mobilização começou na segunda-feira (20/11), Dia da Consciência Negra, o que amplia a campanha dos 16 Dias para o período de 20 de novembro a 10 de dezembro.

De acordo com a ONU Mulheres, a antecipação do Brasil ocorreu por iniciativa da sociedade civil, para destacar o racismo como uma forma de violência sofrido pelas mulheres negras, ampliando a violação dos seus direitos humanos. Monumentos emblemáticos, como o Cristo Redentor (Rio de Janeiro/RJ), o Elevador Lacerda (Salvador/BA) e o Palácio Buriti (Brasília/DF) estão iluminados de laranja – cor escolhida para simbolizar o fim da violência de gênero. Neste ano, a mobilização adotou o lema “Não deixar ninguém para trás: acabar com a violência contra as mulheres e meninas”, em referência aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Serviço
Primeiro Encontro MPDFT e Movimentos Sociais de Mulheres
Horário: 9h às 13h
Local: Sala de treinamento 1 da Sede do MPDFT (Eixo Monumental, Praça do Buriti, Lote 2)
Inscrições: de 20 de novembro a 1º de dezembro (http://www.mpdft.mp.br/inscricoes)