A comunidade do Gama, Santa Maria e Entorno sabem do caos atual em que vive o Hospital Regional do Gama (HRG). Hospital esse, que já foi um dos melhores do Brasil em estrutura, equipamentos, quadro de pessoal. Reconhecido, antigamente, como de referência no tratamento de várias doenças. Considerado também como Hospital Amigo da Criança. Hoje, é outra instituição, outra coisa. Não tem coração, mas tem cara.

Atualmente o HRG sofre com o abandono, o descaso. Encontrando-se em situação crítica. Há quem diga que ele esteja na UTI, respirando por aparelhos e parecendo haver pessoas que torcem para torná-lo um paciente terminal.

Hoje o HRG  vem perdendo forças, setores estão sendo fechados, como o caso do PAI, Pronto Atendimento Infantil, do qual milhares de crianças da cidade sempre dependeram. Isso depois de ter sido fechado o Pronto Atendimento Infantil, em outubro de 2016. Em frente a reação da comunidade, que algumas vezes foi às ruas, o governo de Brasília reinaugurou a unidade.

Mas a incerteza sempre pairou no ar e alguns já diziam que passados alguns meses, ou dias, o Pronto Atendimento Infantil possivelmente voltaria a fechar. Não deu outra. Bastando apenas um mês e o PAI foi fechado novamente. Na verdade um mês e mais alguns poucos dias, não completando sequer dois meses. Novamente deixando as crianças ser ter atendimento digno e especializado. As mães que procuram o Pronto Atendimento ficaram sem muita opção. Os pais, sem saber a quem recorrer, com seus filhos doentes e o Estado negando o socorro que por lei deveria dar.

Mas o caos não se limitou à assistência das crianças da região. O caos, a cada dia que passa, se espalha pelo hospital. Pelos seus corredores, salas, ambulatórios, setores de exames, leitos de UTI, salas de espera, até mesmo pela sua lavanderia. Teto e paredes estão rachados o local demonstra o sinais de descuido por parte dos responsáveis. As instalações elétricas tem problemas e em época de chuva parecem mais instalações hidráulicas, pois delas saem mais água de chuva do que luz. Muitas goteiras e infiltrações. Tudo isso faz parte da maior crise por qual já passou este "cinquentão". Anos estes que Hospital Regional do Gama completou no dia 12 de março de 2017.

Dentro do processo de crise, o caos atinge a UTI. Em outubro de 2017, dos 20 leitos dessa unidade, dez estavam desativados. Recentemente, muito recentemente, três dos dez desativados foram reativados. Atualmente, dos 20 leitos da UTI, sete estão bloqueados. Isso representa 35 por cento do total de leitos. Seja o valor 50 ou 35 por cento, o caos no HRG continua.

Segundo informações obtidas, os leitos da UTI que estão bloqueados são por falta de manutenção dos respiradores mecânicos. O custo da manutenção corretiva dos dez respiradores que causaram o bloqueio dos dez leitos, era estimado em torno de 30 a 35 mil reais.

O caos atinge também o pronto socorro do hospital. A clínica médica já há algum tempo vem funcionando de maneira precária. Isso tem deixado o povo na mão, o que vem causando muita indignação por parte dos gamenses.

O caos no HRG vem fazendo com que o hospital que deixe de realizar cirurgias, várias por sinal, por falta de roupas lavadas, higienizadas, para médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, pacientes. Há uma média de 600 a 700 partos por mês no Centro Obstétrico do HRG. E há rumores de que o governo pretenda fechar o Centro Obstétrico.

FComGama, Fórum Comunitário do Gama, entregou nesta terça-feira (6/11) ao Ministério Público do Distrito Federal, à Defensoria Pública do DF e à CLDF um manifesto sobre o caos no Hospital do Regional do Gama. Informamos também que segundo apuração da redação deverá haver manifestações, protestos de rua pelo caos no HRG e pelos serviços fechados.






MANIFESTO DO FÓRUM COMUNITÁRIO DO GAMA, QUANTO À NEGATIVA DE SAÚDE PÚBLICA NA CIDADE DO GAMA, DISTRITO FEDERAL

O Fórum Comunitário do Gama, Distrito Federal, espaço de debate popular dos moradores e entidades esteve reunido no dia 21/10/2017, das 15 às 17 horas, à Quadra 01, Conjunto “B”, Lotes 218/220, Setor Norte, Gama, DF, para debater em plenária A SAÚDE PÚBLICA DO GAMA, cujos encaminhamentos resultaram neste Manifesto.

A discussão da temática abordada levou ao entendimento de que grande parcela de usuários da saúde pública se encontra desassistida. Os relatos dos presentes deram conta da precariedade da rede local de saúde, com problemas antigos e recentes que não são resolvidos. A falta de transparência, diálogo e entendimento entre governo e população demonstra a precariedade da situação, o descaso com o assunto, e total desconfiança por parte de quem mais precisa desse serviço público.

Abaixo segue a lista dos problemas mais mencionados:


a)   Fechamento do Pronto Atendimento Infantil — PAI;

 

b)   Restrição no atendimento e risco de fechamento do Centro Obstétrico — CO;

 

c)   Falta de médico e restrição no atendimento do Pronto Socorro — PS, com grande quantidade de doentes em macas nos corredores;

 

d)   10 (dez) leitos da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) sem uso por falta de conserto do mesmo número de respiradores mecânicos, manutenção num valor total, aproximado, de R$ 30.000,00 (trinta mil reais);

 

e)   Cirurgias urgentes ou eletivas impossibilitadas de serem realizadas por falta de anestesistas;

 

f)    Único tomógrafo encontra-se quebrado;

 

g)  Lavanderia terceirizada com problema na caldeira. Empresa que explora a lavanderia não realiza o objeto do contrato, deixando faltar roupas e peças indispensáveis aos procedimentos médicos e aos pacientes;

 

h)   Falta de funcionamento noturno nas Unidades Básicas de Saúde – UBS’s;

 

i)     Construção parada da Unidade de Pronto Atendimento – UPA;

 

j)     Construção parada do Centro de Saúde nº 8, sobrecarregando os demais Centros;

 

k)   Policlínica utilizando instalações precárias no interior do HRG, por falta de espaço adequado;

 

l)     Inexistência de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) na cidade, cujo projeto foi deixado de ser realizado devido o terreno público destinado ser esbulhado por entidade religiosa, cujo processo judicial está em fase de Execução;

 

m)      Falta de critério formal e transparente de remoção e/ou remanejamento dos servidores, que trabalham aviltados com a possibilidade de serem retirados do seu local de trabalho;

 

Ante a falta de acesso universal e igualitário por meio de ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde, este Fórum conclui pela existência de violação a direitos, e solicita aos órgãos de controle imediatas providências no sentido de por fim a tais desmandos administrativos, o que o faz pelo envio deste Manifesto:

 

- à Câmara Legislativa do DF, esperando manifestação de sua Comissão de Educação, Saúde e Cultura – CESC, a quem sugere realização na cidade de Audiência Pública para discutir a temática “Os graves problemas de saúde pública na cidade do Gama;

 

- ao Ministério Público do Distrito Federal e território – MPDFT, requerendo providências de sua Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde – PROSUS; e

 

- à Defensoria Pública do Distrito Federal, requerendo providências que lhe sejam pertinentes.

 

Cidade do Gama, Distrito Federal, em 21 de outubro de 2017.

 

Mesa Mediadora do FComGama:



Da redação do Gama Cidadão

Há uma semana em funcionamento, a farmácia de alto custo do Gama foi oficialmente inaugurada nesta terça-feira (7). Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

Unidade ajuda a descentralizar a distribuição de medicamentos da rede pública. Rodrigo Rollemberg participou da cerimônia nesta manhã

Há uma semana em funcionamento, a farmácia de alto custo do Gama foi oficialmente inaugurada nesta terça-feira (7). O espaço foi aberto para a população em 30 de outubro e já prestou cerca de 400 atendimentos nesses primeiros dias.

A expectativa é que a unidade receba 6 mil pessoas por mês, entre moradores da região administrativa e de Santa Maria, Riacho Fundo I e II, Recanto das Emas e cidades do Entorno.

“Com esta entrega, cumprimos mais uma promessa de campanha: a de aumentar o atendimento pela farmácia de alto custo e construir uma unidade no Gama”, comemorou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, na cerimônia de inauguração nesta manhã.

Essa é a terceira unidade de distribuição gratuita de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS) do Distrito Federal. Há remédios para doenças crônicas como asma, Alzheimer, esclerose múltipla, esquizofrenia e insuficiência renal crônica.

O fluxo das farmácias de alto custo da Asa Sul e de Ceilândia tem aproximadamente 30 mil cadastrados, com a maior concentração (17 mil) na unidade do Plano Piloto.

Segundo o governador, a inauguração de uma nova unidade vai melhorar o atendimento também na farmácia de alto custo da estação de metrô da 102 Sul, que será desafogada.

De acordo com a gerente de Componentes Especializados da Assistência Farmacêutica, da Secretaria de Saúde, Priscila Torres, a migração dos pacientes já está sendo feita. “Desde o mês passado, a população é orientada sobre a mudança do local e a retirada do medicamento.”

Atendimento descentralizado e mais ágil

Roseane Silva Oliveira, de 42 anos, comemorou a abertura da farmácia no Gama. A dona de casa é portadora de lúpus e há dez anos depende da medicação distribuída gratuitamente pela rede.

“Estou gostando bastante, não tem nem meia hora que estou aqui e já vou ser atendida”, relatou Roseane.

O aposentado Miguel Furtado de Mendonça, de 69 anos, festejou que agora terá tempo de sobra, sem precisar enfrentar a longa fila para pegar a medicação. “Não tem muito o que dizer, é excelente essa farmácia”, diz Mendonça, que tem artrite reumática.

No Gama, a farmácia funciona em um terreno cedido pela Secretaria de Fazenda na Praça 1, Área Especial s/n, Setor Leste — onde ficava a sede da Junta Militar da região. Cerca de 20 servidores atuam na unidade, entre técnicos e farmacêuticos.

Além da entrega de medicamentos e do cadastro de novos pacientes, o espaço oferece serviço de orientação farmacêutica para aqueles que vão fazer a retirada pela primeira vez.

Outra novidade é que não será necessário enfrentar mais de uma fila para fazer o cadastro e outra pegar o remédio, tudo poderá ser feito com uma única senha, o que dá mais agilidade ao processo.

Para receber medicação da farmácia de alto custo, é necessário fazer um cadastro no Ministério da Saúde por meio de agendamento pelo Disque Saúde 160, opção 3.

A solicitação será analisada e, se aprovada, o requerente pode retirar o medicamento na unidade indicada com um documento de identificação com foto e receita original. A renovação do cadastro deve ser feita a cada três meses.

Cerca de 80% da lista de 201 medicamentos que devem estar disponíveis nas farmácias de alto custo do DF estão nas prateleiras. Os que faltam estão em processo de compra.

Segundo o secretário adjunto em Gestão da Saúde, Ismael Alexandrino, os remédios que faltam chegarão ainda em 2017. “A maioria deles está dentro do prazo. A previsão é que tudo esteja nas farmácias até o fim do ano”, disse.

Outras obras promovidas pelo governo no Gama

Rodrigo Rollemberg aproveitou a ida ao Gama hoje para destacar outras ações que beneficiaram diretamente a região administrativa. São elas:

  • A inauguração, em breve, da ponte que liga Gama e Santo Antônio do Descoberto

  • A construção da ciclovia na DF-290

  • Obras de infraestrutura na Avenida dos Pioneiros

  • Instalação de iluminação na área do Pró-DF

  • Revitalização da Praça Cine Itapoã

Rollemberg também citou que recentemente foram nomeados 915 servidores da Saúde e que a cobertura da atenção primária subiu de 29% para mais de 45% desde 2015.

Farmácias de alto custo no DF

De segunda a sexta-feira

Das 8 às 17 horas

Gama

Praça 1, Área Especial s/n, Setor Leste

Asa Sul

Estação 102 Sul do Metrô-DF

(61) 3322-9498

Ceilândia

Praça do Cidadão (EQNM 18/20, Blocos A e C)

(61) 3581-3672


Governador Rodrigo Rollemberg fala sobre a Farmácia:

 

Foto: Agência Brasília

As reivindicações da categoria são nomeação de aprovados, ampliação de vagas, reajuste salarial de 8,4%, entre outras

Os mais de 150 mil brasilienses que utilizam o metrô diariamente devem ficar atentos. Os metroviários vão entrar em greve por tempo indeterminado a partir da 0h desta quinta-feira (9/11). Apenas 30% dos funcionários vão permanecer nos postos de trabalho.

A decisão foi tomada pela categoria na noite de domingo (5), em uma assembleia realizada na Estação Praça do Relógio, em Taguatinga.

De acordo com o Sindicado dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal (Sindmetrô-DF), as principais demandas da categoria são: reajuste salarial de 8,4% e a contratação de 631 metroviários que passaram no último concurso – 331 para entrada imediata e 300 para o cadastro de reserva.

O Metrô-DF informou que vai analisar a decisão e tomar as providências necessárias.

Elisama Santos
Informou Conselho Comunitário de Segurança do Gama - Conseg Urbano

O Conselho Comunitário de Segurança do Gama - Urbano, Presidido pelo Cap. da Reserva Remunerada do CBMDF Sr. Valdeci Caciano, juntamente com sua Diretoria: Vice-Presidente Sr. Marcio Carneiro (Comerciante/contador), Diretor Comunitário Joaquim Dantas (blogueiro e comunicador) e 1 ª Secretária Elisama Santos (Artesã).

Apesar de não dispor de recurso financeiro, público ou privado, nem da divulgação nos grandes meios de telecomunicação, a mobilização não fica prejudicada, tendo em vista a lotação das reuniões em diversos auditórios da cidade, como do CIL Gama, Centro de Educacional Engenho das Lages e Campus Gama do IFB. Neste último tivemos a participação de alunos, moradores, servidores e gestores com a presença de quase 200 participantes, uma verdadeira aula de cidadania. Na ocasião as demandas apresentadas foram focadas na segurança dos alunos do Campus Gama do IFB, FAG da Unb, comerciantes do Pró-DF e região, com a melhoria na mobilidade quanto ao percurso dos ônibus e quantidade linhas, aumento do acesso ao passe estudantil, iluminação pública, ronda de viaturas policiais nas proximidades dos estabelecimentos escolares e comerciais nos horários de maior movimentação de público.

A dinâmica de funcionamento do Conselho consiste em mobilizar a sociedade civil organizada, cidadãos em geral e gestores para que, em reunião, levante as demandas da comunidade nas questões relativas à Segurança Pública, ouça as queixas e necessidades, apresente aos gestores responsáveis por cada demanda, para que no prazo hábil até a próxima reunião, esclareça seus encaminhamentos. Seus conselheiros são responsáveis por monitorar, avaliar e gerir problemas e sugerir possíveis soluções para a segurança pública. Apresentam as reivindicações da comunidade em reuniões periódicas com os gestores: PCDF-Delegados da 14ª e 20ª DP, Comandantes da PMDF e CBMDF, Diretor do DETRAN, Batalhão Escolar, Conselho Tutelar, Administração Regional, SEDESTMIDH, SSP, AGEFIS, DER e tem suas demandas atendidas pela maioria dos que o compõe.

Sua diretoria é composta por voluntários de diversos seguimentos da comunidade e sua atuação é suprapartidária, baseado no Dec. 37.462 que visa integrar a comunidade com as autoridades de segurança pública, que resultem na melhoria e qualidade de vida da população, proporcionando a resolução de seus problemas.
 

1 ª Secretária do Conseg Elisama Santos


Fique atento às datas das próximas reuniões e venha dar a sua contribuição para o fortalecimento da cidadania através do controle social e da gestão democrática, popular e participativa, conforme está previsto na Constituição Federal de 1998. O futuro da nossa cidade depende de nós. 

Acompanha a agenda do CONSEG da sua cidade na página do CONSEG/DF no Facebook: https://www.facebook.com/ConsegDF/

A adoção das placas veiculares em padrão único com o Mercosul se tornou uma enorme polêmica que vem se arrastando sem um ponto final na história. Afinal proprietários de veículos automotores terão que trocar as placas novamente? Eis uma pergunta que a algum tempo anda sem resposta. O que já era para estar sendo adotado no Brasil, vem sendo adiado e rendendo o que falar nas rodas de conversa sobre veículos automotores.

A ideia de uma nova reestilização das placas identificativas usadas em veículos automotores é uma ação conjunta de Países ligados ao Mercosul. O intuito alegado é de que uma padronização internacional das placas facilitaria a identificação de veículos.

De acordo com a nova resolução, primeiro o Denatran precisa sinalizar um "ato" que ateste a implementação no Brasil do sistema de consultas e de intercâmbio de informações sobre aspectos relativos à circulação de veículos nos Estados Partes do Mercosul.

Só a partir deste "ato" começará a contar o prazo de 1 ano para o início da adoção, em cronograma similar ao anterior, primeiramente em veículos novos, transferidos de município ou com troca de categoria. Ocorre que o processo vem sendo adiado e agora está sem prazo para ocorrer. Após o início da adoção das novas placas, os Detrans poderão se antecipar ao cronograma, com devido aval do Denatran.

Países do Mercosul já estão adotando esse modelo de placa. O Uruguai foi o primeiro país a começar a implementação do sistema, e os argentinos começaram a emplacar carros novos com o modelo do Mercosul em abril de 2016. Paraguai e Venezuela, que completam a organização, entraram no decorrer do mesmo ano.


Modelo de placa do Mercosul na Argentina (Foto: Divulgação/Ministério das Relações Exteriores Argentina)

Histórico

Apresentada em 2014, a nova placa começaria a ser instalada inicialmente em carros novos, transferidos de município ou com troca de categoria a partir de janeiro de 2016. Ocorre que em abril de 2015 o início do processo foi adiado para 1º de janeiro de 2017.

Em maio de 2016, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentou e confirmou o início da adoção para 1º de janeiro de 2017, com prazo final de 2020 para todos os veículos em circulação terem a nova placa de identificação. Estamos chegando ao final de 2017 e ainda não se tem uma definição sobre essa questão.

 Entenda o que mudará com o novo modelo de placas:

1 . Mais letras e menos números

Em vez de 3 letras e 4 números, como é hoje, as novas placas terão 4 letras e 3 números, e poderão estar embaralhados, assim como já ocorre na Europa.


Padrão das placas brasileiras.

2 . Novas cores

A cor do fundo das placas será sempre branca. O que varia, é a cor da fonte. Para veículos de passeio, cor preta, para veículos comerciais, vermelha, carros oficiais, azul, em teste, verde, diplomáticos, dourado e de colecionadores, prateado.


Cada categoria ter uma cor específica e as atuais placas azuis diplomáticas e preta de veículos de coleção deixarão de existir.

3 . Estado e cidade com nome e brasão

O nome do país estará na parte superior da patente, sobre uma barra azul. Nome da cidade e do estado estarão na lateral direita, acompanhados dos respectivos brasões.

4 . Tamanho

A placa terá as mesmas medidas das já utilizadas no Brasil (40 cm de comprimento por 13 cm de largura);

5 . Contra falsificações

Marcas d'água com o nome do país e do Mercosul estarão grafadas na diagonal ao longo das placas, com o objetivo de dificultar falsificações;

6 - Quem terá que trocar

O modelo não tem mais data definida para ser adotado no Brasil. Segundo o Denatran, o preço será o mesmo das atuais. No Brasil, a placa terá uma tira holográfica do lado esquerdo e um código bidimensional que conterá a identificação do fabricante, a data de fabricação e o número serial da placa. A tira é uma maneira de evitar falsificação da mesma.

Concluindo a história se é que seja possível

Após tentativa frustrada do CONTRAN de obrigar os proprietários de veículos automotores a trocarem as placas convencionais pelas placas reflexivas, mais uma tentativa de mudança parece não querer emplacar por aqui. Enquanto isso as placas convencionais continuam valendo e aos poucos as reflexivas vão sendo introduzidas nas ruas. Atualmente as placas reflexivas estão sendo instaladas em veículos novos e substituindo as convencionais em casos de transferência de estado. Fora isso você não é obrigado a trocar a placa do veículo, salvo se ela for muito antiga e estiver em condições bem ruins de conversação. No mais é aguardarmos para ver o desfecho final dessa história, se as novas placas emplacam ou não. Os dois modelos de placas usados atualmente pelo Brasil são estes:

Por: Lucas Lieggio

Da redação do Gama Cidadão

Outubro eles possuem um dia específico: 12 de outubro mas, os eventos não são todos realizados ao mesmo tempo. Por isto, ainda estão acontecendo várias comemorações às crianças. No último dia 21/10foi a vez da Federação Habitacional Sol Nascente - Fehsolna, em conjunto com a Secretaria-Adjunta das Mulheres, inaugurar o primeiro Espaço Criança Candanga, com uma grande festa que contou com a presença de 500 crianças. Não faltaram doces, balas, balões, pula-pula, palhaços, brincadeiras, música, dança e muita comilança. Na Ceilândia, o espaço ficará à disposição da comunidade para orientações e informações. No próximo dia 31 de outubro será a vez do Recanto das Emas inaugurar o Espaço Criança Candanga, que faz parte do programa Brasília Cidadã, menina dos olhos de duas Márcias: Márcia Rollemberg e Márcia de Alencar.


Foto: Bruno Spada

 

Zuleika Lopes

Da redação do Jornal Correio da Mulher - VII - N°  84 de 2ª quinzena de outubro de 2017