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O “Acorda Gama!” convoca a população, representantes de entidades e quem mais quiser valer a máxima de que “QUEM AMA FAZ PELO GAMA”, a participar da Agenda do Movimento:

Nesta segunda feira dia 07/10/2013 às 19h30, no C.E.M 02 Gama – reunião ordinária, do movimento Acorda, Gama!


Pauta:

  1. Cumprimento à Lei Orgânica do DF no que concerne ao artigo 10, parágrafo 1º, cujo instituto legal diz que “a lei disporá sobre a participação popular no processo de escolha do Administrador Regional”;
    Leia mais... O “ACORDA GAMA!” APELA POR PARTICIPAÇÃO POPULAR

  2. Suprimento à falta de diálogo e transparência do Governo com a comunidade, devendo fazê-lo por meio das instituições representativas, de forma permanente, não bastando a realização de audiências públicas e conferências sem foco e sem respostas efetivas;
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  3. Atendimento às propostas indicadas e hierarquizadas por delegados e conselheiros do Orçamento Participativo de 2011/2012, além de outras historicamente demandadas, que não são levadas em consideração pelo GDF, em detrimento de pacotes de obras eventuais.
    Leia mais... GDF NÃO ATENDE DEMANDA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

  4. Implantação do Parque Urbano e Vivencial do Gama;
    Leia mais... Comunidade Gamense protesta em ato público, pela implantação do Parque Urbano e Vivencial do Gama

  5. Castelinho ABANDONADO próximo ao tradicional Mercado Oeste;
    Leia mais ... Moradores do Gama pedem a volta do Castelinho

  6. Ciclovias obra mal planejada e caríssima;
    Leia mais... Ciclovia no Gama é coisa fina. Finiiinha!

  7. COSE do Setor Sul do Gama, localizado entre as quadras 5/11 se encontra fechado;
    Leia mais... Movimento pelo não fechamento do COSE Gama Sul

  8. Moradores tentam ressuscitar Prainha do Gama;
    Leia mais... Revitalização da Prainha, no Gama, agora é realidade


  9. Comunidade pede revitalização da praça do Cine Itapuã;
    Leia mais... Repensar a cidade – Centro Cultural Itapuã


  10. ........ ????

  11. Deixe seu comentário, Participe! ????

 


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DESCASO HISTÓRICO COM A POPULACÃO DO GAMA

Ao longo de mais de cinco décadas, os diversos Administradores do Gama e respectivos Governadores do DF tem sido silentes e/ou omissos em relação ao cuidado e a organização da cidade. Em vez de fomentar o desenvolvimento social através de políticas públicas permanentes, optaram por conceder privilégios a alguns, em detrimento do bem estar da maioria. Foram autores do estímulo e concretização da ganância especulativa, que não para.

Em se tratando de desenvolvimento sustentável as aberrações são gritantes. Inexistência de coleta seletiva, reciclagem e reutilização dos resíduos; Área rural desativada e sem estímulo para produzir; Ausência de contrapartidas ambientais; Comércio e indústria incompatíveis com a exigência populacional. E o mais grave: abandono dos parques ecológicos e desproteção do manancial hídrico em volta da cidade, num visível descompromisso e desrespeito com a norma vigente, chegando o GDF ao absurdo de propor a criação do Bairro Catetinho, contestado na justiça.

O planejamento urbano do Gama, cujo projeto inicial previa uma cidade construída no formato de uma colmeia, parou no tempo. Mais precisamente nos anos 60. No mais o PDL (Plano Diretor Local) feito às escondidas em 2006, tratou de descaracterizar a cidade, levando a efeito um crescimento vertical e horizontal de forma desordenada e sem que houvesse participação popular. A LUOS (Lei de Uso e Ocupação do Solo) que não é de conhecimento amplo, foi submetida a adequações, cujo resultado não é transparente e sequer foi apreciada pelo legislativo, consta uma alteração no sentido de tirar a Prainha e o DVO dos limites da poligonal Gama, passando para a poligonal Santa Maria.

Quanto à regularização de terras na cidade, nem mais expectativa existe, pelo contrário, as invasões correm soltas. A cada momento surgem terras removidas e cercamentos de áreas públicas. Lotes são criados as margens da DF 290, atrás do Setor Sul; na descida para a Prainha, vários lotes são acrescentados; próximo a condomínios são colocadas ruas inteiras. O núcleo rural Casa Grande começa a ser desfigurado.

Ainda a respeito da questão habitacional, o crescimento vertical da cidade indica que, devido ao custo altíssimo, vai continuar expulsando os filhos dos gamenses. Os adquirentes desses imóveis constituem um acréscimo populacional que inflará a infraestrutura, não permite ser ampliada e sobrecarrega os serviços públicos básicos, que já são precários.

Uma provocação ao debate,
Professor BARREIRA - morador do Gama desde 1967

 

 

Atenciosamente,

  • Fórum Comunitário do Gama – FCG
  • Parlamento Popular Independente do Gama – PPI
  • Instituto Comunitário do Gama – ICG
  • Conselho Comunitário do Setor Norte do Gama – CCSNG
  • Prefeitura Comunitária da Ponte Alta Norte do Gama – PCPANG
  • Associação de Micros e Pequenas Empresas do Gama – AMPEG
  • Associação de Deficientes do Gama e Entorno – ADGE
  • Movimento Juventude Revolução – MJR
  • Portal Gama Cidadão - PGC


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