Programação conta com apresentação da turma de Scooby Doo e brincadeiras educativas neste fim de semana, no Alameda

JORNAL DE BRASÍLIA - 04/05/2016 - 09:20:39

O Alameda Shopping realiza há mais de dez anos o Teatrinho Infantil que acontece todos os sábados e domingos. Neste fim de semana, a Cia Teatral Néia e Nando leva Scooby Doo e sua turma para desvendarem mistérios em O Circo Mal Assombrado no sábado (7). No domingo (08), Júlio Vasconcelos apresenta seu show As Crianças E A Natureza, cheio de brincadeiras e historinhas que promovem a educação ambiental. Sempre com entrada gratuita e às 16h.

Sábado -  Scooby Doo Em O Circo Mal Assombrado – Cia Teatral Néia e Nando

A trama se passa em um grande circo, no qual as coisas misteriosamente começam a dar errado. Todos acreditam ter visto um palhaço fantasma, e é aí que a Agência de Detetives Mistério S/A é acionada para desvendar todos esses mistérios. Será que o medroso Scooby, ao lado de seu fiel escudeiro Salsicha, conseguirá solucionar todos os problemas? Muita confusão é esperada na mais nova missão da dupla e sua turma.

Domingo -  As Crianças E A Natureza - Júlio Vasconcelos

Show infantil com contação de histórias, algumas cantigas de roda e brincadeiras. Com o objetivo de resgatar valores culturais para o maior número possível de expectadores, além da educação ambiental, através do entretenimento.

Serviço

Data: 7 e 8 de maio

Hora: 16h

Local: Alameda Shopping - CSB 2 Lotes 1/4, s/n - Taguatinga Sul, Brasília/DF

Entrada francal

IHG-DF promove palestra com ambientalista e escritor Eugênio Giovenardi

IHG-DF promove palestra com ambientalista e escritor Eugênio Giovenardi

Nossa participação no II Seminário “Águas Acima: Presente e Futuro das Nascentes”, idealizado pelo ecossociólogo Eugênio Giovenardi e promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico do DF, deveu-se ao que desde o início nos chamou atenção no primeiro seminário que, como este, trata da questão hídrica e, principalmente, o título “águas acima” que, além de poético, nos instiga a ir contra à corrente para retomar o ritmo fluido natural das nascentes, olhos d’água que enchem rios que descansam às sombras das árvores: um consórcio entre águas e árvores.

IHG-DF promove palestra com ambientalista e escritor Eugênio GiovenardiDiante das informações já de conhecimento público, não nos resta mais dúvida que o futuro das gerações está realmente em nossas mãos. O problema que parece não ter solução encontra eco na parceria entre Giovenardi e o IHGDF que parece ter mesmo vindo para permanecer. Desde a nossa participação no primeiro seminário, ouvimos reiteradamente que já é tempo de ampliar nosso público e expandir informações ecossociológicas. Ouvimos o chamado de nossos ancestrais e fomos à luta. Nosso trabalho de incentivo à leitura sempre manteve o hábito de distribuir sementes e plantas como forma de contribuir com a demanda e de buscar junto ao público que gosta dessa linguagem, novos leitores de livros e de mundo.

A Banca de Poetas aceitou o convite para o II seminário Águas Acima e fomos abraçados pelo IGHDF e pelo público participante. Expusemos acervo e distribuímos mudas, inclusive da xique-xique (crotalária), a plantinha inocente que promove o controle biológico do mosquito da dengue.

Aceitamos com humildade a tarefa, fizemos nossa exposição juntamente com a NOVACAP, empresa do GDF que produz espécies nativas do cerrado, entre outras. Foi uma grande e boa experiência. Ali tivemos oportunidades de firmar novas parcerias e encontrar amigos muito queridos a exemplo de Wilon Vander Lopes articulador de um dos jornais mais tradicionais de Brasília: o Satélite, com sede em Taguatinga.

Na ocasião tivemos a oportunidade de divulgar o trabalho que estamos fazendo no Cose Gama Sul a exemplo da Biblioteca pública temática voltada para a questão ambiental e interativa com uma horta comunitária, também, à disposição da educação ambiental, fato que chamou a atenção do idealizador do seminário frente à questão da segurança alimentar. Aproveitamos a ocasião para reafirmar nossa solicitação de apoio para o seminário sobre o mesmo tema que está previsto para o mês de junho aqui no Gama. Divulgamos nosso colegiado com ênfase nos trabalhos que estamos a desenvolver na Prainha, reserva ecológica da região.

O encerramento do II Seminário Águas Acima coube a mim realizar com uma palestra ecoliterária, e não poderia ser de outra forma, edificamos um fragmento do cenário Festival Banca de Poetas/FAC no qual ocorreram canções do domínio público, poesia, e apresentação do mestre Santiago Naud, que prestigiava o ato. A apresentação do mestre Naud foi feita pela ensaísta Lucia Helena Alves de Sá que é estudiosa da obra do seu orientador em seus estudos acadêmicos para finalizar um belíssimo sarau na voz do mestre Jairo Mozart cordelista e cantador medieval.

 


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Da Redação do Portal Gama Cidadão
Por José Garcia Caianno. Diretor da Banca de Poetas e criador do Teatro Literário. 

 

 

Pedro Permuy, do portal ES hoje24 de Março de 2016 às 13:11

Lama de minério assim que chegou em Colatina, em 2015

Nesta quarta-feira (23) fez quase 150 dias que a barragem da Samarco Mineração rompeu, em Mariana, distrito mineiro, e devastou comunidades ribeirinhas, contaminou o rio Doce com lama de rejeito, matou 18 pessoas e tirou o emprego de milhares de pescadores de Minas Gerais e Espírito Santo.
Em razão de ter sido protagonista do maior desastre ambiental da história do Brasil, a mineradora recebeu cinco multas do Ibama e uma multa da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), que somam R$ 362 milhões e ainda não foram pagas porque a Samarco recorreu das autuações e aguarda decisões administrativas.
Segundo a empresa, foi entregue, no dia 17 de fevereiro deste ano, a versão atualizada do Plano de Recuperação Ambiental e o Relatório de Ações Executadas das áreas atingidas pela lama, que foram desenvolvidos pela Golder Associates, empresa de consultoria com expertise em engenharia, meio ambiente e emergências ambientais.
De acordo com a mineradora, ainda, o Plano de Recuperação Ambiental contemplou informações relacionadas aos impactos já identificados e às ações recomendadas para a recuperação ambiental.
Com isso, a empresa garante que obras de engenharia, como a construção de diques, estão em andamento a fim de que sejam mitigados os vazamentos que ainda existem. “Trata-se de um plano robusto para reestabelecer a qualidade ambiental da área afetada. O plano compreende um processo dinâmico, sob permanente revisão e aperfeiçoamento à medida de sua evolução”, pondera o diretor de Projetos e Ecoeficiência da Samarco Mineração, Maury de Souza Júnior.

Pescadores

Questionada quanto à situação dos pescadores, a Samarco Mineração informa que continua realizando o cadastro de pescadores no Espírito Santo e que atualmente, cerca de 3.784 ribeirinhos capixabas recebem o cartão com crédito ativo, conforme Termo de Compromisso assinado pela mineradora com o Ministério Público. Em Minas Gerais, são 1.988 pescadores que recebem o auxílio.
A mineradora esclarece que o valor do cartão é retroativo ao dia 5 de novembro, independentemente do dia do recebimento do auxílio e que, para executar a entrega dos cartões, a empresa realiza um cruzamento de informações das pessoas afetadas e conta com o apoio de prefeituras e associações para sua identificação e efetivação do cadastro. No entanto, a Samarco explica que nem todos os cadastrados se encaixam nos critérios de elegibilidade.

Acordo

No dia 2 de março deste ano, a Samarco Mineração, suas controladoras – Vale e BHP Billiton –, a União e os estados de Minas Gerais e Espírito Santo assinaram um acordo que, dentre outras medidas, restabelecia a necessidade da construção de um poço para captação de água em Linhares, município capixaba. No entanto, assim como as multas recebidas que não foram pagas, as obras previstas não foram realizadas.
Procurada, a mineradora diz que o acordo está em fase de homologação e, assim que oficialmente estruturado, será cumprido de acordo com análises e outras ações de compensação da empresa.

               

               A população alega não frequentar o parque Prainha devido ao descaso por parte do Estado. Os, governantes, de maneira sucessiva, não se sentem pressionados a tomar providências frente aos problemas que castigam a área que, há anos, está abandonada, no último sábado (12), o Grupo de Trabalho Prainha – GTP fez vários encaminhamentos com vistas ao dia 21 de março, o Dia Internacional da Água.

               É importante que o Instituto Brasília Ambiental – IBRAM, o órgão ambiental responsável pelo parque, acerte o passo com as proposições do GTP, grupo este que é composto por ambientalistas, por representantes do governo e pela comunidade. A ocupação por parte da Força Nacional de Segurança Pública, órgão da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, no uso da reserva ecológica como campo de treinamento - fazendo uso de explosivos de alta densidade e de, bombas de gás lacrimogêneo. Todo esse transtorno, vem causando um dano irreparável à comunidade e ao Santuário de Vida Silvestre.

              Funcionários do IBRAM, são céticos ao afirmar que aquilo que o GTP - Prainha, assistiu não obstrui a comodidade da fauna e, nem causa danos à flora, pelo fato da área continuar intacta, apesar das explosões. Não é esse o pensamento da maioria que ali estava reunida durante os trabalhos. O grupo que teve de deixar a reserva às pressas devido ao alto nível de intoxicação, ao efeito do gás lacrimogêneo e ao pavor causado pelos estrondos das bombas foi unânime em questionar o supramencionado órgão ambiental. Um documento está sendo enviado ao superintendente de áreas protegidas, Leonel Generoso, solicitando esclarecimentos sobre em que a autorização foi concedida, -bem como o responsável por essa concessão e as bases legais nas quais foi atestada. É importante reforçar que o IBRAM restringe até mesmo o acesso de grupos escolaresApesar de tudo, a Força Nacional comparece com um contingente fortemente armado causando grande estardalhaço, o IBRAM, por sua vez, permanece indiferente a toda esta movimentação.

Seguem as fotos da Força Nacional, usando a Prainha, como campo de treinamento no dia 05 de março, às 9h da manhã. 

 

 

 
Foto: crianças da vizinhança brincando de bola com as camisas na cabeça por conta das bombas de gás lacrimogêneas.

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Leia mais: Força de Segurança Nacional assusta vizinhos do batalhão

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) organizou um calendário especial para março, o Mês das Águas, com ações de educação e sensibilização ambiental previstas para todo o mês. “Queremos realizar maior capacitação e integração e cooperação em torno do tema água”, informou Sérgio Ribeiro, chefe da unidade estratégica de Água da Sema. Dia 22 de março é celebrado o Dia Mundial da Água e para 2016, o tema escolhido pela Organização das Nações Unidas - ONU é ‘água e emprego’.

A iniciativa de construir um calendário unificado com atividades do governo federal, GDF e sociedade civil organizada durante todo o mês foi realizada no âmbito do programa Cultivando Água Boa, da qual Brasília faz parte. “A água é a base da vida e queremos que a população se envolva de forma mais efetiva nas tenha mais acesso às ações que serão realizadas por diversas instituições no Distrito Federal”, apontou Ribeiro.

Em Brasília, o tema vem ganhando cada vez mais espaço. A capital federal sediará em 2018 o 8º Fórum Mundial das Águas, e até lá, o governo de Brasília quer construir ações bem sucedidas de cuidados com as águas do DF. O calendário do Mês das Águas prevê ações de educação ambiental nas escolas públicas do DF; mutirão de plantio de mudas e implementação de agrofloresta recuperação de nascentes e ações ambientais no Zoológico, na Orla do Lago e na Bacia do Descoberto, entre outros.


Atividades no Gama

Observação das nascentes do Ribeirão Alagados e Córrego Crispim, caminhada ecológica da Estação da CAESB até o Parque da Prainha e almoço compartilhado.
LOCAL: Parque Ecológico Prainha do Gama - 8h as 12h

1 - 8:00 às 9:30 - terão dois subgrupos - um para fazer a visita técnica à CAESB (só o GT, para não causar constrangimento à CAESB com a comunidade lá tirando conclusões precipitadas sobre a questão dos lançamentos). Este subgrupo sai a pé da CAESB até o Prainha. "Ponto de concentração na casa de apoio do IBRAM na Prainha"

2 - 8:00 às 9:30 - outro subgrupo neste mesmo horário se encontra na nascente do Crispim, para observação de suas águas e segue para o Prainha."Ponto de concentração na frente da Faciplac Gama".

3 - 9:30 às 13h - os dois subgrupos se encontram à margem do Ribeirão Alagado, em frente ao nosso futuro Centro de Educação ambiental para um momento cultural em homenagem às "águas que sofrem" - aí vale poesia, música, roda de biodança, exposição das faixas e cartazes solicitando paz e saúde para as águas, que possamos ser os guardiões dessa exuberância da natureza e que juntos do poder público possamos encontrar soluções para despoluição dessas águas.

Veja a programação.

Da Agência Brasília com adaptações - 03/03/2016

 

O meio ambiente começa no meio da gente”, diria TT Catalão

Na tarde do dia 25 de fevereiro, o grupo de trabalho Prainha (GTP) e representantes do Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) estiveram reunidos no posto de segurança dentro da reserva Prainha.

A depender do GTP grupo de trabalho Prainha, dessa vez a reserva sobe as águas em vê de ir águas a baixo. Os ambientalistas que compõe o grupo estão convictos de que a comunidade vai dar as cartas, tomar a frente do debate e fazer valer seu direito de ter uma reserva preservada e disponível para a educação ambiental. Já o IBRAM órgão da Secretaria de Meio Ambiente não parece muito animado, o representante do órgão vê empecilho por toda parte. O superintendente de áreas preservadas Leonel Generoso foi reticente em aceitar as propostas da comunidade. Segundo generoso são 72 parques para administrar e o governo não tem um plano de ação concreto, nem orçamento. Para se ter uma idéia da contenção de recursos a governo tem um superintendente de parques que agrega 72 unidades de norte, a sul de leste a Oeste, sem nem um centavo no bolso nem um plano de ação. José Garcia o Dedé, foi enfático: você tem nas mãos a oportunidade de realizar um grande trabalho, é só pensar os parques como solução, não como problema. Um programa envolvendo todas as secretarias de governo. Os parques como escola abertas incidindo diretamente na questão da segurança publica no lazer da comunidade, na terapia ocupacional. Ou se vê por este prisma ou terá que reprimir, gastar com força policial e isso já demonstrou não ter qualquer eficácia. Então o que estamos esperando para colocar em pratica o programa de campanha do Rodrigo Rollemberg, que prevê exatamente essa pratica. A transversalidade sustentável.

 

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