Objetivo

Fomentar a educação ambiental e compartilhar saberes sobre questões ambientais, tendo o parque Prainha como centro difusor do pensamento sustentável.

Objetivos específicos:

  • Fortalecer o Grupo de Trabalho Parques do Gama;
  • Criar o Conselho Gestor dos Parques do Gama;
  • Disseminar conhecimentos com estudantes, professores e comunidade a fim de contribuir para a mitigação dos impactos ambientais da região;
  • Apresentar o Movimento Prainha Viva que visa o uso do parque com educação e preservação;
  • Propor o uso sustentável dos parques;
  • Promover a interação entre estudantes, professores, comunidade, instituições e profissionais envolvidos nas questões ambientais, possibilitando o intercâmbio de experiências e compartilhamento de saberes.

Programação:

29/06 – Quarta-feira

Manhã

Das 8h às 9h – Credenciamento e Momento Cultural

Das 9h às 9h30 – Abertura com Hino Nacional e Momento Poético pelo Gama

Abertura pelas autoridades – Secretário de Meio Ambiente, André Lima; presidente do IBRAM, Jane Maria Vilas Bôas; administradora do Gama, Maria Antônia; e o representante do Grupo de Trabalho Parques do Gama, Lucinaldo de Carvalho

Das 9h30 às 12h – Compartilhamento de saberes: Meio Ambiente como Direito Humano, ONG Gama Verde, Dr. Juan Ricthelly; Agenda 21 do Gama, professor Davi Fagundes – CRE Taguatinga; COMDEMA – Comissão de Defesa do Meio Ambiente, portal Gama Cidadão, Israel Carvalho.

Tarde

Das 14h às 16h30 – Compartilhamento de saberes: Parques do Gama – Criação do Conselho Gestor e Parques Educadores, Jane Maria Vilas Bôas – IBRAM; ÁGUA – Escassez e Excesso na mesma medida, Poeta José Garcia Caianno; Resíduos Sólidos – Coleta Seletiva 5 R’s, Jorge Artur – SEMA.

Das 16h30 às 17h – Momento Cultural e Encerramento.

Data: 29 de junho de 2016
Horário: 8h às 17h
Local: Auditório do Instituto Federal de Brasília (IFB) campus - Gama.

Evento no Facebook: https://goo.gl/2LoKnp

Informações: 99953-4400 / 99988-7594 / 98463-3314
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. / www.gamacidadao.com.br

Universidade Católica de Brasília realiza evento em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente e fomenta debate sobre desenvolvimento ambiental do DF

Juliana Tito - UCB - 14/06/2016 - 13:58

A Universidade Católica de Brasília (UCB), por meio da Escola de Exatas, Arquitetura e Meio ambiente, em parceira com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Distrito Federal, realizou no dia 10 de junho, a palestra “Desenvolvimento Ambiental no DF”, com a participação do secretário de Estado do Meio Ambiente, André Lima. O evento, aberto à comunidade acadêmica, teve como objetivo marcar as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente.

O diretor da Escola de Exatas, Arquitetura e Meio Ambiente, professor Douglas da Silva, ressaltou a importância dos estudantes terem contato com profissionais que vivenciam a área e participam das decisões, com base em responsabilidades ambientais. “Entender o que é feito e como se dá o desenvolvimento ambiental deve ser uma preocupação de todos, não só como futuros profissionais da área, mas como seres humanos”. 

Para o secretário de Estado do Meio Ambiente, André Lima, é fundamental a interação do governo com as universidades. “A gestão pública tem que ser cada vez mais fundamentada, com técnica e ciência. A academia é onde as pessoas estão estudando, desenvolvendo pesquisas, se preparando para assumir responsabilidades, e proporcionar o contato com a realidade do nosso trabalho, com os grandes desafios da área, é uma troca essencial e uma forma de contribuir para a formação dos estudantes”. 

Durante o evento foi apresentado um panorama geral das principais atividades da Secretaria de Meio Ambiente e do desenvolvimento sustentável no Distrito Federal, com os principais desafios e conquistas do órgão. Clima, água, ordenamento territorial, serrado, educação e mobilização socioambiental, foram alguns dos tópicos abordados. 

Secretaria de Estado e Meio ambiente do DF
Criada por meio do artigo 25 do Decreto nº 32.716, de 1º de janeiro de 2011, a Secretaria tem entre suas principais atribuições definir políticas, planejar, organizar, dirigir e controlar a execução de ações nas áreas de resíduos sólidos, recursos hídricos, educação ambiental e áreas protegidas, visando o desenvolvimento sustentável do Distrito Federal. 

Dia Mundial do Meio Ambiente
O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado no dia 5 de junho. Esta data foi estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 15 de dezembro de 1972, durante a Conferência de Estocolmo, que tratou do tema Ambiente. Foi durante esta conferência que foi aprovada também o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

A comemoração, que tem como objetivo principal a conscientização da população mundial sobre os temas ambientais, ocorre em diversos eventos no mundo todo. Palestras, campanhas educativas, documentários e eventos são realizados, em vários locais, com o propósito de despertar as pessoas para esta importante questão mundial.

 

 

Lusitânia, moradora da quadra 11, trouxe cinco livros para troca na Banca de Poetas

Neste sábado, dia (4), na Semana do Meio Ambiente, a leitura e a troca de livros foram o ponto alto entre moradores do Setor Sul. As atividades comunitárias estão se tornando rotina para as pessoas que sempre tomam parte nas ações sociais. Durante a troca de livros, moradores recordaram o café comunitário e o carnaval da xique-xique, ações que dão continuidade à programação desenvolvida pela Banca de Poetas e o portal Gama Cidadão, com vista à implantação da biblioteca pública e horta comunitária. Para isso, um abaixo-assinado está circulando entre os moradores, no intuito de que não  haja o fechamento da Biblioteca Comunitária, conceitual e temática, e uma Horta Interativa no Cose Sul. 




Na volta das compras, uma parada para leitura, troca de livros e assuntos comunitários.

 

O espaço em que antes era deposito de caixões, agora é transformado em biblioteca pública e horta comunitária, tudo feito com material de reuso.



Material que iria para o aterro sanitário, vira cenário.



Horta orgânica desperta interesse da comunidade. 

Troca de livro consagra a biblioteca comunitária no Cose Sul

Nunca antes o meio ambiente foi palco de tantos debates

Na ultima quarta-feira (25), no Centro de Ensino Especial 01 do Gama, aconteceu a Audiência Pública para debater a revitalização do Parque Prainha. Para os próximos dias está previsto a realização do primeiro seminário de meio ambiente na cidade.

A seção do Legislativo para a audiência promovida pelo mandato do deputado Rodrigo Delmasso, no Centro de Ensino número um do Gama, teve a mesa composta por personalidades da cidade. Entre elas o Coordenador Regional de Ensino do Gama, professor Fernando Freire, que também responde pelo programa de educação ambiental que está sendo criado pelo Grupo de Trabalho Prainha – GTP, além da administradora da cidade, professora Maria Antônia, o administrador de Santa Maria, Neri do Brasil, que fez parte da mesa por ser responsável administrativamente por parte da bacia que compõe o córrego Crispim e o Alagado, e o representante do GTP, ambientalista precursor na criação de diversos movimentos em defesa do meio ambiente da cidade o Sr. José Garcia o Dedé.
A sessão do Legislativo foi aberta com as apresentações de praxe. Delmasso abriu a sessão se desculpando com o GTP pelo fato de a audiência pública proposta por ele obstruir a proposta do GTP de, em primeiro lugar, realizar o seminário e só depois a audiência pública, que na compreensão do grupo deveria vir em segundo lugar por uma questão lógica. Primeiro se debate, se esclarece, esse é o papel do seminário. Depois, em audiência, estabelece o que foi debatido. Delmasso justificou a ação alegando questão de agenda e propôs ouvir a comunidade em suas reivindicações. Em seu pronunciamento inicial Dedé foi enfático: “Não podemos mais tratar a questão ambiental como se os recursos naturais fossem infinitos, isso já faz parte do passado. O uso do solo tem de ser revisto com vigor e celeridade. Essa audiência tem de tratar não apenas da questão Prainha, mas de toda a temática que envolve a bacia que compõe a região. E não pode ser restrita a questão hídrica uma vez que o aumento populacional trouxe novas demandas. O Meio ambiente começa no meio da gente, diria TT Catalão, Ressalta. O homem é o causador do caos, por tanto deve ser responsabilizado. Os resíduos gerados por nós não são de responsabilidade apenas do poder público. Cabe ao Legislativo criar regras que normatizem o gerenciamento e ao Executivo gerenciar. Enfatiza o ambientalista. Isso tudo deve fazer parte do debatido durante o seminário. A proposta do GTP acompanha o pensamento sustentável. E não estamos inventando a roda, já está tudo escrito no programa de educação ABCerrado”.

A audiência foi marcada pela participação enfática da comunidade.
O Advogado Juan Riticeli, da ONG Gama Verde, deixou claro sua indignação com o poder público pelo descaso com um patrimônio da magnitude da do Parque Prainha. A professora Flavia, lembrou os tempos em que esteve à frente da reserva trabalhando a educação ambiental e qual era a importância desse trabalho junto aos professores e estudantes. A professora ainda reclama do fato de que em todas as regiões ditas nobres do DF, os parques são tratados de outra maneira. Qual o motivo para que o Parque mais antigo da cidade seja tratado com tanto descaso? Indaga. Em todas as participações a defesa para que o córrego do Alagado, que corta a reserva e foi no passado fonte de vida, seja despoluído e volte à condição de balneário. Nas várias participações, a memória do Parque é o que mais se destaca, Muitas histórias emocionantes são contadas. A comunidade do Gama gosta do Parque.
O Professor Enoque que faz coro a tantos casos, lembra que quando Dedé andava em um Jeep, falando sobre meio ambiente, era taxado de louco. Mas hoje nós reconhecemos que ele estava certo, diz o Mestre. Porém a advertência mais rigorosa vem da zona rural. A secretária-executiva do Conselho de Desenvolvimento Sustentável do Gama, Dona Cleusa, uma chacareira que sempre esteve à frente do debate ambiental, adverte: “Mas de nada adiantará tudo isso se não cuidarmos da bacia que abastece a reserva. É na cabeceira que está o cerrado de que precisamos cuidar”. 

Mesmo durante a audiência, o deputado Delmasso já tomou diversas providências, fez anotações e criou incumbências a seus assessores, deu ordens para que enviassem ofícios e convocassem reuniões com outros lastros do GDF, a exemplo da Secretaria de Planejamento pedindo reuniões urgentes para alocar recursos para manutenção do Parque e preservação das espécies ameaçadas. Ao IBRAM, órgão fiscalizador representado na mesa pelo Senhor, Generoso foi solicitado mais eficiência na fiscalização, ao SLU, foi  pedido a limpeza do Parque. Nesse quesito o administrador de Santa Maria colocou seu aparato a disposição para uma ação conjunta.

Além dos documentos enviados, o deputado Delmasso abrirá uma ação de fiscalização para verificar denúncias trazidas pela comunidade. Segundo pessoas ligadas a questão e frequentadores do local, a CAESB (Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal) seria a principal responsável pela contaminação do balneário.

Israel Carvalho do portal de noticias Gama cidadão, aproveitou a oportunidade  para solicitar ao parlamentar que averigue os encaminhamentos feitos por duas outras audiências realizadas sobre o mesmo assunto por outros parlamentares,uma vez que os resultados ainda não foram constatados pela comunidade e de audiência em audiência, recursos públicos vem sendo aventados e nunca chegam ao destinatário. Segundo Israel, é o caso de uma audiência promovida pela então deputada, Eliana Pedrosa, e outra pelo também então deputado Joe Valle.

Para os próximos dias está previsto o primeiro seminário de meio ambiente a ser realizado no campus do IFB, para o qual os organizadores solicitam o apoio de todos os envolvidos principalmente a comunidade.

 

Galeria de fotos. Clique aqui!

Da Redação do portal Gama Cidadão, com adaptação  

Leia mais: APM do Parque Ecológico da Ponte Alta do Gama ameaçada pelo desmatamento.

Um crime ambiental de grandes proporções está sendo cometido na Área de Proteção de Manancial do Parque Ecológico da Ponte Alta do Gama, criado pela (Lei nº1202 de 20 de setembro de 1996), localizada em frente ao posto de Saúde número 01 na quadra 06 do setor Sul. É onde nasce o córrego da Mina e tem o curso inicial numa grota formada por matas nas suas margens que se encontram ameaçadas com desmatamento.  Árvores protegidas por lei e nativas estão sendo cortadas e algumas, antigas, tem suas cascas retiradas circularmente dos troncos para serem mortas (foto). Até aquelas em estágio inicial de crescimento (novas), são roçadas. Diversas clareiras já foram abertas na mata localizada numa encosta, próxima da nascente do córrego. Esta APM, que é também uma Área de Preservação Permanente, contém várias nascentes que abastecem as granjas localizadas nas margens da DF-290 e propriedades rurais. A eliminação criminosa dessas árvores pode neste caso comprometer os mananciais existentes e a biodiversidade dessas matas.

Crime ambiental

Esse crime viola o artigo 38 da Lei 9.605/98 que trata de “Crimes contra a Flora e Fauna”. Diz que: É CRIME: Destruir ou danificar floresta considerada de preservação permanente, mesmo que em formação, ou utilizá-la com infringência das normas de proteção:

Pena - detenção, de um a três anos ou multa, ou ambas as penas.

Art.39 - Cortar árvores em floresta considerada de preservação permanente, sem permissão da autoridade competente.

Das Infrações contra a Flora-Subseção II

Art. 43 - Destruir ou danificar florestas ou demais formas de vegetação natural ou utilizá-las com infringência das normas de proteção em área considerada de preservação permanente, sem autorização do órgão competente, quando exigível, ou em desacordo com a obtida.

Art 44 - Cortar árvores em área considerada de preservação permanente ou cuja espécie seja especialmente protegida, sem permissão da autoridade competente.

Multa de R$ 500,00 (quinhentos reais, por unidade e prisão).

Os suspeitos por esses crimes, de acordo com informações de chacareiros vizinhos, são netos de uma antiga moradora nesse local e disseram que ela já tem 80 anos e que assume quaisquer atos ilegais nessa área, pois, pela sua idade não pode ser criminalizada. Outras informações indicaram que foram vistos no local e são de 7 a 8 elementos. A chácara está localizada na margem do córrego da Mina, (abaixo de onde essas árvores foram cortadas), perto de sua nascente, onde já fora visto uma criação de porcos num chiqueiro junto ao curso d´agua, que pode estar contaminando-o com nitrato de prata (cancerígeno), proveniente das fezes desses animais. O esgoto sanitário da residência pode estar sendo lançado no córrego. A perícia da Polícia Civil do DF poderá chegar até os suspeitos desse crime ambiental contra nossa flora.

Além de esses suspeitos terem sido vistos cortando e danificando árvores, estão cercando áreas nessa APP em todos os lados, como expansão dessa chácara, inclusive cortando árvores para cercas. Crime também por parcelamento irregular do solo, grilagens de terras, em área pública de preservação ambiental.

O delegado chefe da 20ª DP do Gama, Francisco Antônio da Silva (Dr. Chiquinho) prontificou em fazer uma perícia no local para investigar esse crime e chegar até os suspeitos, e já determinou um agente para agilizar essa investigação. E o Batalhão da Polícia Ambiental do DF, localizado nessa satélite já constatou esse crime e vai encaminhar um relatório para Promotoria de Defesa ao Meio Ambiente - PRODEMA do MPDFT e para o Instituto Brasília Ambiental - IBRAM, que tem sido omisso em relação às agressões ao meio ambiente do DF. O órgão não tem corpo técnico qualificado (engenheiros florestais e biólogos) para apurar esses crimes.  E num deles que agiu numa ocorrência semelhante nessa APM, resultou em nenhuma punição para os criminosos. Esse órgão é responsável por todos os parques ecológicos do DF, e dispõe de um departamento intitulado Superintendência de Áreas Protegidas e outro de Fiscalização, mas tudo levar a crer que a proteção dessas reservas está distante e a fiscalização não faz monitoramento nem mesmo pelo Google Earth. Se esse órgão fosse eficiente, teria evitado esse crime.

É bom que não demorem, porque essas áreas desmatadas (clareiras com as árvores derrubadas) podem ser incendiadas criminosamente por esses suspeitos a qualquer momento.

 

A situação é tão grave que o autor da denuncia não quis se quer colocar o nome. Porém tudo pode ser comprovado pelas autoridades. É só ir inloco!

 

Da Redação do portal Gama Cidadão – 24/05/2016

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