Da redação da Agência Brasília - 27/11/2017

Até 8 de dezembro, o Gama recebe as equipes do Cidades Limpas. Serão 314 trabalhadores envolvidos nas atividades, com apoio de 78 equipamentos. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

Equipes voltaram à região nesta segunda-feira (27), na 28ª edição do programa, que completa um ano. Entre as ações está a limpeza de paradas de ônibus

Até 8 de dezembro, o Gama recebe as equipes do Cidades Limpas. Serão 314 trabalhadores envolvidos nas atividades, com apoio de 78 equipamentos.

O lançamento desta edição, a 28ª desde o início do programa, que completa um ano, ocorreu na manhã desta segunda-feira (27), no Setor Central, com a presença do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

“Este é um programa de sucesso porque a gente percebe claramente como as cidades mudaram depois de um ano. Estão mais limpas, mais bem cuidadas, com a grama cortada, com o meio-fio pintado. A gente sabe que é um trabalho de manutenção permanente”, disse o chefe do Executivo local.

Entre as ações está a limpeza de paradas de ônibus com o objetivo de tirar água acumulada que possa servir como ambiente de proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da chikungunya e do zika vírus.

Com o apoio da força-tarefa, os casos de dengue no DF diminuíram drasticamente: foram 3.945 casos prováveis de janeiro a outubro deste ano. No mesmo período de 2016, a Secretaria de Saúde fez 17.490 registros. Em termos porcentuais, a redução foi de 77,4%.

Apenas no Gama, onde o programa esteve em novembro passado, houve diminuição de 40,9% dos casos prováveis de dengue. De janeiro a outubro deste ano, a localidade teve 297 registros da doença. Nos dez primeiros meses de 2016, foram 503 notificações.

“Começamos modestamente e hoje estamos aqui na 28ª edição. É um programa que tem mudado a qualidade de vida dos moradores”, ressaltou o secretário das Cidades, Marcos Dantas.

Outras ações do Cidades Limpas no Gama

Nesta edição no Gama, haverá ainda ação integrada de revitalização, com poda, corte de grama e ajustes nas áreas de lazer na praça ao lado do Centro Educacional (CED) 4.

Também envolvida no mutirão, a comunidade vai ajudar a transformar em um jardim uma área perto do CAIC Carlos Castelo Branco, no Setor Oeste, que é utilizada como área de descarte de entulho.

Balanço do primeiro ano do Cidades Limpas

O Cidades Limpas é coordenado pela Secretaria das Cidades e tem o objetivo de revitalizar áreas públicas com ações como limpeza de boca de lobos, pintura de meios-fios, poda de árvores e recolhimento de entulho.

Em um ano, o programa envolveu 4.613 trabalhadores, de 19 órgãos do governo de Brasília. Nos 12 meses de atividades, foram usadas 1.293 máquinas e equipamentos.

Nas 27 edições realizadas, foram removidas 86,3 toneladas de entulho, desobstruídas 2,9 mil bocas de lobo e recolhidas 250 carcaças.

No período, foram visitados 82,3 mil imóveis para combate ao Aedes aegypti.

Também houve a emissão de 747 carteiras de identidade, a manutenção, substituição e reparo de 2,4 mil unidades na rede elétrica, e a poda de 15,7 mil árvores.


Transmissão Ao Vivo:

Da Agência Brasília

No sábado (25) e no domingo (26), representantes da sociedade civil eleitos previamente e servidores do governo definirão juntos propostas relacionadas à agenda ambiental do DF

Com o tema Cuidando das Águas, a Conferência Distrital do Meio Ambiente de 2017 ocorrerá no sábado (25) e no domingo (26), no Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (Eape).

Além de 65 servidores do governo de Brasília, participarão 144 delegados — representantes da sociedade civil — eleitos nas pré-conferências que ocorreram de junho a outubro deste ano.

Foram seis encontros prévios, divididos por região e bacia hidrográfica, para ouvir a população sobre questões ambientais e para colher sugestões dentro de seis eixos — clima; biodiversidade e Cerrado; educação ambiental, cidadania e participação; gestão territorial e gestão hídrica; resíduos sólidos, saneamento e saúde; e usos econômicos da água.

Os seis temas serão novamente colocados em pauta no evento do próximo fim de semana. No sábado, os participantes debaterão as cerca de 340 propostas feitas durante as etapas prévias e, no domingo, escolherão 10 de cada eixo.

Essas sugestões integrarão o relatório final da Conferência Distrital do Meio Ambiente, a ser encaminhado aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Além disso, elas servirão de base para a elaboração do Plano Distrital de Proteção do Meio Ambiente.

O secretário adjunto do Meio Ambiente, Carcius Santos, reforça que a conferência distrital é um evento de mobilização e conscientização.

Segundo ele, cerca de 750 pessoas participaram dos encontros preparatórios. Nos debates, foram elencadas diversas possibilidades de ter maior volume e qualidade de água no DF. “Discutimos como evitar novas crises hídricas, como economizar mais água e como recuperar nascentes.”

Tema é em alusão ao Fórum Mundial da Água

A escolha do tema desta edição do evento distrital também é uma forma de preparação para o 8º Fórum Mundial da Água, marcado para 2018 em Brasília.

A Conferência de Meio Ambiente foi criada pelo Decreto nº 12.960, de 1990, que regulamenta a Lei nº 41, de 1989. A última edição ocorreu em 2013 e teve como tema resíduos sólidos.

Conferência Distrital do Meio Ambiente – Cuidando das Águas

25 e 26 de novembro (sábado e domingo)

Das 8 às 18 horas no sábado e das 8 às 17 horas no domingo

Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (Eape) — 907 Sul, Conjunto A

Em nova carta aberta, cientistas falam em "danos substanciais e irreversíveis" ao Planeta, que ameaçam a própria vida como a conhecemos

Por Vanessa Barbosa do Portal Exame Abril - 18 nov 2017, 07h17 - Publicado em 17 nov 2017, 14h38

Morada: Planeta Terra fotografado em 7 de dezembro de 1972, durante a missão Apollo 17. (NASA/Divulgação)


São Paulo – Em 1992, um grupo de 1.700 membros da “Union of Concerned Scientists”, uma organização sem fins lucrativos dedicada ao estudo do impacto das sociedades no mundo natural, lançaram uma carta aberta ao mundo para alertar que os seres humanos estavam “em um curso de colisão com anatureza“.

O primeiro parágrafo dessa carta dizia: “As atividades humanas infligem danos severos e, muitas vezes, irreversíveis ao meio ambiente e em recursos críticos. Se não observarmos que muitas das nossas práticas atuais colocam em risco o futuro que desejamos para a sociedade humana e os reinos vegetais e animais, isso pode alterar o mundo vivo a ponto dele se tornar incapaz de sustentar a vida da maneira que conhecemos. Mudanças fundamentais são urgentes se quisermos evitar a colisão que o nosso curso atual trará”.

No aniversário de 25 anos dessa carta, 15 mil cientistas de 184 países assinaram um segundo alerta para a humanidade. Capitaneado pelo ecologista William Ripple, da Universidade Estadual de Oregon, nos EUA, o texto afirma que “a humanidade não conseguiu fazer progressos suficientes na resolução geral dos desafios ambientais previstos e, de forma alarmante, a maioria deles ficou muito pior. Em breve, será tarde demais para mudar o curso da nossa trajetória falha”.

Publicada no dia 13 de novembro na revista BioScience, a mensagem dilui a ilusão de que dispomos de uma eternidade para mudar o curso de nossas ações. Em vez disso, alerta que nossos filhos, netos e bisnetos sofrerão consequências dos desmandos sobre o meio ambiente, como escassez de água e alimentos, aumento do nível do mar, secas e enchentes severas que ameaçam a vida no Planeta.

“O bem-estar humano será gravemente prejudicado pelas tendências negativas de danos ambientais, como o clima em mudança, o desmatamento, a perda de acesso à água doce, a extinção de espécies e o crescimento da população humana”, advertem os cientistas no artigo. Os autores compilaram dados de artigos científicos, agências governamentais, organizações sem fins lucrativos e pesquisadores individuais.

Desde o primeiro aviso, o cientistas observaram piora em vários indicadores ambientais. Em 25 anos, verificou-se uma redução de 26% na quantidade de água fresca disponível por habitante, queda na disponibilidade de recursos pesqueiros nos oceanos, um aumento de 75% no número de zonas mortas nos oceanos, perda de cerca de 300 milhões de hectares de floresta (grande parte convertida para uso agropecuário) e disparada das emissões globais de gases efeito estufa.

“Especialmente preocupante é a trajetória atual das mudanças climáticaspotencialmente catastróficas devido ao aumento de gases de efeito estufa da queima de combustíveis fósseis , desmatamento, e produção agrícola, particularmente de ruminantes para consumo de carne“, diz o texto.

Na carta, os cientistas também alertam para extinção em massa que o mundo atravessa — “a sexta em cerca de 540 milhões de anos, em que muitas formas de vida atuais poderiam ser aniquiladas até o final deste século”. Em 25 anos, houve aumento de 35% na população humana e redução total de 29 por cento no número de mamíferos, répteis, anfíbios, aves e peixes.

O aviso veio com sugestões de medidas que podem ser tomadas para reverter as tendências negativas. O autores esperam que elas aumentem a pressão pública para que líderes políticos abracem essa agenda. A lista inclui a criação de reservas naturais terrestres e marinhas, a redução do desperdício de alimentos, o desenvolvimento de tecnologias mais ecológicas e o estabelecimento de incentivos econômicos para mudar os padrões de consumo (como adoção de dieta baseada em vegetais), uso massivo de energia renovável e combate mais enérgico às emissões de gases de efeito estufa.

Apesar do cenário nebuloso, os autores ressaltam que o progresso observado em algumas áreas – como a redução das emissões de produtos químicos que destroem a camada de ozônio e o aumento da energia gerada a partir de fontes renováveis ​​- mostra que mudanças positivas podem ser feitas.

Antevendo eventuais críticas, como a de serem taxados de “alarmistas”, os autores pontuam que “os cientistas analisam dados e consequências a longo prazo. Aqueles que assinaram este segundo aviso não estão levantando um alarme falso. Eles estão reconhecendo os sinais óbvios de que estamos indo para um caminho insustentável”. E concluem: “Esperamos que o nosso artigo inicie um amplo debate público sobre o ambiente e o clima globais”.

 

Humberto Cerrado e Juan Ricthelly do Gama Verde - 20/11/2017

Nos dias 18 e 19 de novembro, voluntários do projeto Gama Verde se organizaram para realizar uma limpeza na Cachoeira dos Anjos, o que resultou na retirada de mais de 15 sacos de lixos.

Também conhecida como Pedreira, a Cachoeira dos Anjos é formada pelo Córrego Ponte de Terra, cuja nascente encontra-se entre diversos condomínios e chácaras no Gama. Devido ao adensamento populacional às suas margens, provavelmente há descartes clandestinos de esgoto no decorrer do córrego e também em seus afluentes. Na parte direita do leito há um afluente que há anos é utilizado como ponto de lavagem de carros, o que acarreta na poluição do corpo hídrico por detergente e óleos automotivos. Um outro problema encontrado na região da cachoeira é o grande volume de lixo deixado por frequentadores, como garrafas pet, latas, sacolas plásticas, vidros e outros objetos, além de pichações nas rochas, o que leva à morte os líquens, organismos desenvolvidos a partir da associação simbiótica de mutualismo entre fungos e algas. Em algumas chácaras, foi constatado o depósito irregular de resíduos sólidos provenientes de construção civil, pneus e lixo eletrônico, este último responsável por contaminação por metais pesados. 

Para se conhecer um pouco melhor a respeito dessa microbacia e o porquê da importância da preservação das áreas de recarga e margens desses cursos d'água, vou mostrar o trajetos das águas. O Córrego Ponte de Terra segue seu curso até desaguar no Ribeirão Ponte Alta, este segue até o grande Rio Corumbá, afluente do Rio Paranaíba, este irá desaguar suas águas no 2º maior rio da América do Sul, o Rio Paraná. A conclusão desse estudo é de que todos esses impactos ambientais nas microbacias terão grandes consequências ambientais nos principais rios brasileiros, estes que são utilizados para captação de água para consumo humano.


Fotos: Humberto Cerrado

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Aconteceu no dia 16/11, uma reunião do Grupo de Trabalho dos Parques do Gama (GTPG). O evento que foi realizado em dois turnos, teve como objetivo tratar das questões do GTP. A reunião aconteceu na área da administração do Parque Distrital do Gama (Prainha), localizado às margens da DF 290 entre Gama-DF e Novo Gama-GO.

Na parte da manhã, que teve início às 10:00h encerrando-se às 12:30h, estiveram presentes: Juan Ricthelly, José Garcia (Dedé), Cleusa Maria, Lucinaldo José e Carlos Benjoino. Na parte da tarde, que se iniciou às 14:30h indo até as 17:00h, estiveram presentes: Juan Ricthelly, Israel Carvalho, Lucas, Pedro, Jenis Cleiber, Lindalva, Raimundinho, João Breyer, Marília, Vinícius Yann, Geisneer Lourenço, Josué, Garcia (Dedé) e Cleusa Maria.
 

A pauta discutida na reunião foi, a reativação do grupo de trabalho, a situação do Parque Ecológico do Gama, Comissão de Defesa do Meio Ambiente (COMDEMA), ingresso de novos membros no grupo, capacitação de membros do grupo, atuação de mandatos dentro do grupo e Conferência Distrital do Meio Ambiente (CDMA 2017).

Veja a seguir o que foi tratado na reunião:

Tema I – Reativação do Grupo de Trabalho

Nesse ponto foi discutida a urgência de se retomar as atividades do Grupo de Trabalho que foi instituído por meio da Portaria nº 80 de Outubro de 2016 da Secretaria de Estado e Meio Ambiente (SEMA), que deu um prazo de 90 dias para a criação de um Regimento Interno, prazo esse que infelizmente não foi cumprido, após um ano de portaria. O membro Juan Ricthelly apresentou um modelo de Regimento Interno para o grupo, disponibilizando-o desde já para todos e todas para apreciação e aprovação em um momento posterior. Falou-se da importância de constituir o Conselho Gestor das Unidades de Conservação do Gama e de como essa é uma etapa importante para a consolidação da defesa do meio ambiente. O membro Dedé, ressaltou o que em todas ações do GTPG e futuro Conselho Gestor deverão ser levadas em consideração o caráter lúdico pedagógico envolvendo as escolas e a população e da importância de se iniciar um processo de ocupação da Prainha pela população por meio da instalação de uma biblioteca.

O membro Carlos Benjoino sugeriu o mapeamento de outras entidades e grupos que façam com afinidade ao que fazemos, bem como a criação de uma agenda e lista de contatos do GTPG, como meio de aproveitar as experiência de outros grupos.

Encaminhamentos: -Marcar reunião para a semana seguinte com pauta única para a aprovação do Regimento Interno do Conselho Gestor; -Marcar reunião com propósito específico de criar um Plano de Atividades para 2018; -Fazer um mutirão de limpeza e aproveitar o espaço ocioso da Prainha, criando a Biblioteca Alma de Gato; -Criar lista de contatos do GTPG e mapear entidades.

Tema II -  Parque Ecológico do Gama (PEG)

Foi discutida a situação do PEG onde o GDF pretende legitimar as invasões presentes na área do parque, excluindo-as da área da poligonal. O membro Juan Ricthelly informou ao grupo que moverá uma representação junto a Promotoria de Defesa do Meio Ambiente (PRODEMA) para impedir essa ação do GDF, de modo que toda a área seja incluída na poligonal, não fazendo concessão a nenhum grupo em prejuízo da sociedade. Houveram manifestações em defesa dos invasores e contra a representação, mas foi deixado claro que não seria o GTPG a propor, mas uma pessoas física no exercício de sua prerrogativa de cidadão de questionar o Estado quando entende que suas ações são danosas ao patrimônio público e ao meio ambiente.

Encaminhamentos: Não houve.

Tema III – Comissão de Defesa do Meio Ambiente (COMDEMA)

O membro Josué passou um informe sobre a COMDEMA, informando a vontade da Administração Regional em criar a COMDEMA, solicitando ao grupo que indicasse uma data para a eleição dos setes membros representantes da comunidade. Entendeu-se que o cargo de Secretário Executivo presente no Regimento Interno acumulava muitas funções em uma pessoa que ocupa cargo de confiança e pode ser facilmente realocada com as mudanças de governo ou até mesmo de administrador, de modo que criou-se o cargo de Secretário Comunitário Adjunto, que dividirá as funções exercidas pelo Secretário Executivo como meio de preservar a continuidade dos trabalhos executados. Foi marcada a eleição da COMDEMA para o dia 13 de Janeiro de 2018, tendo o auditório do IFB como local sugerido para a votação, estabeleceu-se como requisitos para participar: -Morador; -Zona Eleitoral e Título de Eleitor; -Estar identificado com as questões do Meio Ambiente na cidade; -Participar das reuniões;

Encaminhamentos: Criar imediatamente um formulário online no Google para que os interessados possam se inscrever como candidatos; Reservar o auditório do IFB para o dia 13 de Janeiro de 2018; Redigir uma breve descrição da importância da COMDEMA e do seu papel.

Tema IV – Ingresso de novos membros no GT

Foi anunciado o ingresso de novos membros no GT: -Humberto: (Gestor Ambiental); -Letícia: (Engenheira Florestal); -Vinícius Yann (Estudante de Geografia); -Jenis Cleiber Bragança (Músico e Ambientalista); -Lindalva (Professora); -Carlos Benjoino (Ciclista e ambientalista); -Geisneer Lourenço (Liderança comunitária e ambientalista).

Encaminhamentos: Não houve.

Tema V – Capacitação dos membros do GT

Na última semana foi realizado um curso de Capacitação de representantes de Colegiados de Unidades de Conservação Distritais, no Jardim Zoológico por meio da SEMA, IBRAM e ICMbio, onde várias lideranças ambientais de todo o Distrito Federal estiveram presentes, o curso foi extremamente proveitoso, mas infelizmente, nem 20% das 60 vagas oferecidas e foram preenchidas. Do GTPG participaram: Juan Ricthelly, Jenis Cleiber Bragança e Lindalva. Foram três dias de estudos e palestras sobre a legislação, política e mecanismos de grande importância na atuação daqueles que se pretendem fazer gestores de Unidades de Conservação (UC’s), combinados com dois dias de visitas de campo em unidade já implementadas. Após o curso ficou clara a importância de capacitação constante dos membros do GTPG como meio de fortalecer o grupo, trazendo mais eficiência para a sua atuação por meio do conhecimento sobre os mecanismos adequados de se atuar para a concretização de suas demandas. Sendo assim foi levantada a necessidade de criação de oficinas e cursos de capacitação voltados para o GTPG.

Encaminhamentos: -Criação de cursos e oficinas no calendário de 2018 voltados para a capacitação de membros do GTPG;

Tema VI – Atuação de mandatos dentro do GT

Nos dois anos de atuação do GTPG, dentre os membros da comunidade, governo e aliados, tivemos a colaboração de membros de mandatos distritais dentro do GTPG, fazendo uma interlocução com três deputados distritais. Foi feito um balanço sobre essa questão, onde se surgiu o receio de partidarização do trabalho, tendo em vista a aproximação de um ano eleitoral e o desserviço de um dos referidos mandatos que marcou uma audiência pública para tratar de assuntos da competência do GTPG sem ao menos consultar o grupo. Em meio a isso na reunião matutina foi discutida e encaminhada para a reunião vespertina a possibilidade vedação de atuação de mandatos dentro do GTPG. Após explanação do membro Pedro Antônio, que explicou o seu ponto de vista sobre questão, o grupo entendeu por melhor, não encaminhar a proposição anterior, mantendo e ressaltando o caráter suprapartidário do GTPG.

Foi ressaltado nesse ponto a disponibilização de uma emenda do valor de R$ 1.300.000,00 por meio do Dep. Joe Vale para o PEG, que está retornando pela terceira vez por falta de projeto.

Encaminhamentos: -Fiscalizar o andamento e aplicação da referida emenda parlamentar.

Tema VII – Conferência Distrital do Meio Ambiente (CDMA 2017)

O GTPG teve a felicidade de eleger ao menos quatro delegados para a CDMA 2017, que ocorrerá nos dias 25 e 26 de Novembro, foi discutida a importância de alinhamento entre os delegados durante a conferência, de modo a buscar mais efetivada no interesse comum de todos de atuar em defesa do meio ambiente e de nossa cidade. De modo que, caso haja um pleito durante a conferência para a eleição de delegados nacionais, que os delegados do GTPG busquem junto com os outros delegados do Gama se aglutinar ao redor de um nome, evitando assim fragmentação e perca de uma grande oportunidade de ter um membro nosso em uma instância tão importante de discussão sobre as questões ambientais.

Encaminhamentos: -Articular os delegados em atuação e em torno de uma candidatura nacional caso haja essa possibilidade.

Informes: -Durante a reunião matutina foi possível contar com a beleza de um desfile de uma família de micos e o ar da graça de um Teiú. -Por questões pessoais, Joana D’arc informou ao grupo sobre o seu desligamento do mesmo.


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Da redação do Gama Cidadão