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23 participantes estiveram presentes na capacitação oferecida gratuitamente pela parceria entre a Ambev e o WWF-Brasil

No último fim de semana (5 e 6 de Outubro), um curso gratuito capacitou membros da comunidade do Gama, no Distrito Federal, em técnicas de produção e plantio de sementes para que os mesmos possam continuar os esforços de recuperação de áreas degradadas na microbacia do córrego Crispim localizado naquela região. A iniciativa integra as ações socioambientais do Projeto Bacias, uma parceria entre o WWF-Brasil e a Ambev.

Durante dois dias, 23 participantes (entre eles proprietários de duas áreas de reflorestamento piloto do projeto) foram treinados na identificação de mudas, coleta e armazenamento de sementes, classificação e beneficiamento de sementes e quebra de dormência.

O curso foi ministrado pelos engenheiros florestais Eduardo Pan e Irving Silveira. Também foram promovidas palestras teóricas no auditório da Ambev no Gama-DF e atividades de campo para a coleta das sementes na micro bacia do Córrego Crispim e no viveiro do Projeto Bacias, localizado no clube da cervejaria.

"As atividades foram fundamentais para eu aprender a colher sementes do Cerrado. Fiquei impressionado como temos tantas sementes no nosso próprio quintal e nem nos damos conta disso. Com certeza este curso vai me ajudar a plantar mais mudas no meu terreno", disse Dona Cleuza, moradora da região e uma das participantes.

Iniciativa


O Projeto Bacias, piloto no Distrito Federal, é um projeto ambiental lançado pela Ambev em parceria com o WWF-Brasil em março de 2010. O intuito é melhorar a gestão e as condições dos recursos hídricos desse território. Entre os seus objetivos está o de promover a recuperação, conservação e a gestão da Bacia do Rio Corumbá e da Bacia do Rio Paranoá, e criar um verdadeiro movimento de conscientização para a conservação da água.

Somadas, as ações acumulam 5,2 mil mudas plantadas no Gama para recuperação da bacias, mais de 7 mil pessoas mobilizadas, monitoramento mensal da qualidade da água em 6 córregos (Crispim, Torto, Sagui, Jerivá, Palha e Taquari) e um viveiro construído com capacidade de 10 mil mudas.

Informou WWF BRASIL

imgConferencia de meio ambiente ou conferencia sobre resíduos? Nem uma coisa nem outra.

O programa parece bem intencionado mas apresenta varias falhas, tratar da questão dos resíduos é assunto muito complexo. A identificação, dos gêneros, e sua destinação é prioridade  zero.  Fala – se em educação ambiental,  mas de maneira superficial, sem formação dos operadores, sem o reconhecimento, deles dentro da cadeia organizativa. Os catadores chamados por que entende de agentes ambientais, formam a base da pirâmide, mas são esquecidos ou maquiados, com propostas de difícil implementação. Para ser tratado como conferencia de meio ambiente deveria durar pelo menos dois dias, abordar temas como clima solo recursos hídricos fauna flora. E, ai é sim educação ambiental.

O governo do Distrito federal tenta cumprir as determinações do Governo federal para por fim a um problema que aflige não apenas o nosso DF mas todo O mundo! os lixões. Mas na hora de mostrar que o assunto é serio falta empenho dos organizadores na condução dos debate. O assunto é tratado a toque de caixa não permitindo um exame mais aprofundado por parte de  quem entende, do assunto e de demais partes  interessadas. Os operadores do serviço conhecidos como catadores são a peça principal, e ficaram de fora da proposta. Faltou um representante do partido, dos trabalhadores, do sindicato da categoria e finalmente da CUT para defender esses companheiros apresentando um plano de carreira e inclusão social como moradia, formação e capacitação.

Apresentei a proposta de um concurso simbólico para inclusão desses profissionais, nos quadros do GDF, pois que concursados já são. A final qual o motivo do concurso, se não para avaliar a capacidade do indivíduo para exercer determinada profissão. Isso esta claro que eles são capazes, uma vez que já exercem. Fui acusado por um participante de estar querendo colocar gente  para o quadro do GDF, sem concurso. Um plano de carreira iria valorizá-los, e identificá-los com o devido respeito, a  profissão. A qualificação, tiraria aqueles que são iletrados, desse quadro lamentável e que é parte das políticas  do GDF a  de erradicação do analfabetismo. Um plano de moradia social viria ao encontro das propostas da secretaria de habitação do próprio governo, que é uma das melhores do  pais, faltando apenas algumas adequações com relação, a valores. Mas no caso de moradia social, dentro de um programa de governo, não creio que haveria maiores problemas. Não entendo o porque de não contextualizar fechando o ciclo, das transversalidades administrativas. Mas ainda é tempo pois iniciamos ontem as pré conferencias. Vamos CUT, sindicato e partido dos trabalhadores ainda é tempo, vamos marcar esse gol.

A final a questão da gestão de resíduos é um pouquinho mais em baixo pois envolve não só o ecossistema, mas toda a cadeia produtiva inclusive o homem. Gerir, esse material requer qualificação,e pericia. Um dia desses entrevistei um rapaz, que foi ferido 4 vezes no exercício da profissão de catador. Na ultima, foi obrigado a tomar um coquetel durante 180 dias. O cara perdeu peso cabelos e vontade de trabalhar. O rapaz reside na quadra 13 conjunto i casa 35, o nome dele é Willian Martins e tem 31, quem quiser certificar fique a vontade.

imgQuando apresento essa proposta é porque estou participando desse debate já faz algum tempo. Ainda no governo Cristovam Buarque o assunto veio a tona. Em uma conferencia como essa um representante de um órgão importante sugeriu a criação da vila dos lixeiros, fiquei estarrecido com o disparate e apresentei a proposta de criação do programa de agentes ambientais, com moradia digna, utilizando para isso, os becos existentes em todas  as satélites. Na época não houve quem  defendesse a proposta e os becos foram destinado a outras categorias bem mais abastadas. Hoje o assunto volta a baila. porém o homem dentro desse universo é apenas uma das partes, talvez o mais sensível, e o que acumula, mais responsabilidade,  por ser o único na  orla do problema, que é o causador de tudo. O que é mais grave ainda é que logo na abertura o moderador faz questão de deixa claro que é uma conferencia para inglês ver. Ele faz alusão, a construção de Brasília, quando em fim foi marcada a data da inauguração com a presença é claro do presidente da republica. Os entulhos e restos de obras, estavam por toda parte, o responsável por entregar tudo nos trinques incumbiu um feitor de fazer a limpeza, mas logo perceber que tal ordem não seria cumprida pelo simples fato de que não havia metodologia suficiente. Então ele mesmo deu nova ordem: faça uma vala e jogue tudo dentro,  assim, Brasília foi inaugurada e a política de resíduos empurrada para debaixo da terra- disse. Então nossa conferencia segundo ele mesmo, já inicia com o mesmo estigma, o que é lamentável.

Todos  nós sabemos que a palavra lixo nem deveria fazer parte do nosso vocabulário, pois um momento anterior tudo seria produto, matéria orgânica para enriquecimento de solo e resíduos sólidos para reciclagem.  No entanto o encontro entre os dois gêneros, é que causa o conflito responsável por esse atrito. Apenas, uma questão de destinação, só podendo ser resolvida em uma instância, chamada (cozinha) somente o dono ou dona de casa é quem detém  autoridade para sanar tal demanda. É, ai que entra o papel dos Catadores "agentes ambientais" na conscientização, da população, para que o assunto não seja empurrado para debaixo do tapete e sim para a luz da solução, como deveria ser tratado. Muito pelo contrario os números não deixam duvida!são espetaculosos, toneladas de solução jogadas – ai sim! No lixo

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Da Redação

Por José Garcia Caianno

A luta pela implantação do Parque Urbano e Vivencial do Gama é antiga: desde 1984 moradores aguardam a construção do espaço e cobram do governo medidas efetivas

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A implantação do Parque Urbano e Vivencial do Gama, PUVG, continua sem data definida. Apesar de fazer parte do programa do Governo do Distrito Federal “Brasília, Cidade Parque”, que tem por objetivo a revitalização e implantação de 72 parques, ainda não há previsão de quando a cidade receberá os investimentos.

Até um concurso para escolha do projeto arquitetônico do PUVG já foi realizado. Mas até agora Parque mesmo só no papel. Enquanto nada é feito, a comunidade se revolta e assiste a área ser ocupada por construções irregulares. O que era para ser um local de lazer para os moradores tem se tornado setor de igrejas, chácaras e associações.

img“Até quando vamos ficar na fila? Isso não é só discriminação e falta de respeito com a nossa cidade”. Essa foi a pergunta feita por Márcio Moreno, ex-presidente do Conselho Comunitário do Setor Norte do Gama, CCSN, em uma rede social e traduz o sentimento de indignação dos gamenses que aguardam desde 1984 a implantação do PUVG. No ano, a área de 590 mil m² foi catalogada como área de proteção ambiental. O local também está previsto no Plano Diretor do Gama e foi instituído pela Lei 1.959/98. No entanto, a legislação foi declarada inconstitucional depois de uma ação movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, MPDFT, pois cabe apenas ao executivo criar projetos que tratam do uso de solo, explica o promotor Paulo José Leite Farias.

Apesar da inconstitucionalidade da Lei, outros meios legais garantem a implantação do PUVG. “Isso não invalida, entretanto, a existência do Parque. Por que o Plano Diretor do Gama, que ainda está vigor, prevê a área. E também está em curso na Câmara um processo legislativo da Lei de Uso e Ocupação do Solo Urbano, essa lei irá subsistir os antigos Planos Diretores Locais, e na LUOS o PUVG está previsto”, afirma o promotor Farias.

Para sair do papel

Para a construção do Parque, a Secretaria de Estado de Habitação Regularização e Desenvolvimento Urbano, Sedhab,  realizou em 2012 Concurso Público Nacional de Estudos Preliminares de Arquitetura e Paisagismo para o Parque Urbano e Vivencial do Gama. O projeto foi escolhido por uma comissão julgadora, mas o processo de licitação do concurso foi questionado pelo MPDFT. A Sedhab contesta a ação e informou, por meio de nota, que a execução do projeto será retomada, assim que o questionamento do MPDFT for resolvido.

Em paralelo aos conflitos legais a cerca do Parque Urbano e Vivencial do Gama, o GDF segue com o “Programa Brasília, Cidade Parque”. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos a previsão é que até o final do ano 32 parques receberão investimentos. Ao todo, 72 parques fazem parte do programa. Os próximos serão Sucupira, em Planaltina, no dia 10 de agosto, e o Centro de Excelência do Jardim Botânico de Brasília, dia 24 de agosto. O Saburo Onoyma e Cortado em Taguatinga, Dom Bosco, no Lago Sul, Parque da Estrutural e outros sete estão em construção. O Gama não foi citado.

A demora em atender a demanda da comunidade deixa os moradores inconformados. Para o morador Antônio Machado, 50, a cidade está esquecida e não conta com opções de lazer para os moradores. “Qualquer cidade que se preze no mundo tem um parque para as pessoas passearem, caminharem, levarem seus filhos, andarem de bicicleta. Enfim, fazer várias atividades”, reclama.

Eduardo Ferreira, 32, costuma levar os filhos e sobrinhos para brincar em um campo de futebol improvisado e acredita que é preciso aproveitar a área disponível para fazer algo útil e que beneficie os moradores do Gama. Pois o abandono com o local faz com que os moradores também fiquem em perigo. “Primeiro por ter muita criança aqui, elas teria um local apropriado para brincar. Segundo por segurança. A área seria ocupada e conservada, o que diminuiria o mato e aumentaria a segurança.”

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Parque gera benefícios para a cidade

Qualidade de vida; desenvolvimento econômico; preservação dos recursos ambientais e históricos; oportunidades educacionais e de pesquisas. Esses são alguns impactos positivos que a instalação de um parque causa na região contemplada, explica o professor do Núcleo de Estudos Socioambientais da Universidade de Brasília e ex-presidente do Instituto Brasília Ambiental, Gustavo Souto Maior. O especialista explica que um parque não fica isolado, pelo contrário, ele desencadeia benefícios que refletem em toda a sociedade.

Souto Maior destaca o papel econômico. “Um parque bem instalado em uma região ele melhora a economia de uma região. Ele atrai investimento para aquela região”. Estudo feito pelo Departamento de Economia da UnB na Asa Norte, região onde está situado o Parque Olhos D’Água, comprovou que após a implantação do Parque os imóveis valorizaram em média 20%. Além das empresas que decidiram investir no comércio local.

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O Parque Urbano e Vivencial do Gama tem potencial turístico e irá privilegiar, inclusive, os moradores do entorno, e movimentar a cidade, defende Alex Ribeiro, 40, presidente interino do Conselho Comunitário do Setor Norte do Gama. “É um parque que oferece condições para fazer lago artificial, por exemplo, para abrigar vegetações típicas do cerrado e proporcionar lazer e esporte para o Gama, Santa Maria, Recanto das Emas e para outras cidades que ficam próximas. Ao invés dos moradores irem para outros parques, ficarão aqui no Gama”, disse.

Matéria publicada na edição de Julho do jornal Folha Independente do Gama

Fonte: Blog Larissa Souza - 01/08/2013

 

 

 Prainha
Finalmente
após muito tempo de reivindicações, movimentos comunitários e o trabalho de entidades como o Portal Gama Cidadão, WWF-Brasil, Agenda 21, Movimento prainha viva, dentre outras.

A revitalização do Parque Recreativo do Gama - Prainha, já é uma realidade, e com data marcada no calendário de obras do programa Brasília Cidade Parque, a data para lançamento das obras está marcada para o dia 13 de Julho de 2013, entretanto. Segundo o superintendente do Instituto Brasília Ambiental – IBRAM, Pedro Salgado “A prainha já tem a verba liberada pela FUNAM/DF Fundo Nacional do Meio Ambiente, e que nos próximos 10 dias, será lançado no Diário Oficial a Licitação para as empresas interessadas o difícil vai ser cumprir o prazo.”

De qualquer forma o Gama Cidadão vem parabenizar a toda a comunidade e entidades que de alguma forma contribuíram para essa grande vitória, que mostra onde um povo unido pode chegar lembrar ainda que a luta não acabou, então vamos em frente pois, precisamos conquistar outros direitos, ainda queremos o Itapuã, o Castelinho e o córrego Crispin.

Por Paulo Tavares

Da Redação.

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SAIBA COMO TUDO COMEÇOU

Audiencia pública, sobre o Parque Recreativo do Gama - Prainha   

Moradores tentam ressucitar Prainha do Gama

FORUM DA COMUNIDADE DO SETOR SUL DO GAMA (FOCO GAMA SUL)

CONFERÊNCIA DISTRITAL DAS CIDADES EXTRAORDINÁRIA

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WWF-Brasil e AmBev encerraram o último final de semana (23 e 24 de fevereiro) com a realização do curso “Água Sustentável: Gestão Doméstica dos Recursos Hídricos”, no Distrito Federal. A iniciativa faz parte do Projeto Bacias, uma parceria entre as duas instituições, que tem como objetivo a recuperação e a conservação da bacia hidrográfica Corumbá-Paranoá, uma das principais do país.

A iniciativa ocorreu no Gama, cidade-satélite do Distrito Federal, com a finalidade de formar a comunidade da região em tecnologias integradas pela conservação dos recursos hídricos por meio de soluções locais e eco-eficientes. Participaram do curso moradores do Gama e do Lago Norte, além de funcionários da AmBev.

Ministrado por Cláudio Jacintho, engenheiro florestal da Asa Branca, ONG envolvida no Projeto com a área de educação e plantios de mudas, o curso promoveu intenso debate entre os participantes sobre a atual situação hídrica do Brasil , e apresentou as soluções de três necessidades fundamentais de habitação: abastecimento de água e alimentos, e saneamento dos resíduos gerados .  

“Iniciativas como estas são extremamente necessárias para a recuperação dos córregos locais do DF. Espero que encontros e cursos como estes possam ser replicados e expandidos para a proteção de outras cabeceiras da região”, afirmou Lucinaldo de Carvalho, professor de química e educador ambiental do Gama.

Além de iniciativas de formação como esta, o Projeto Bacias também promove o monitoramento mensal da qualidade de água no Córrego Crispim, no DF, e em mais cinco córregos que abastecem o lago Paranoá, e ainda destaca a atuação com diferentes públicos a partir do modelo de gestão participativa, que inclui governo, sociedade civil e líderes comunitários.


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Fonte: WWF Brasil

 

 

A lei prevê a obrigatoriedade da coleta seletiva, o fim dos lixões e o recolhimento de embalagens pelos próprios fabricantes ou importadores.

Agentes públicos em geral e os prefeitos eleitos em particular precisam enfrentar com determinação uma agenda que tem sido frequentemente negligenciada em nosso país: o manejo de resíduos sólidos urbanos. Pesquisa que encomendamos ao Ibope mostra que o cuidado com o lixo já começa a fazer parte das preocupações da população, mas precisa entrar definitivamente para a agenda das prefeituras e das outras esferas de governo. O estudo revela, por exemplo, que a população quer participar da coleta seletiva, mas não é atendida pelo serviço na maioria dos municípios e no Distrito Federal.

O Brasil tem hoje uma legislação avançada, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que tramitou por duas décadas no Congresso Nacional. A lei prevê a obrigatoriedade da coleta seletiva, o fim dos lixões e o recolhimento de embalagens pelos próprios fabricantes ou importadores.

Paralelamente, o país convive com o atraso na aplicação da lei, o que coloca em risco o seu cumprimento. Em agosto passado, dois anos depois de sancionada a PNRS, os municípios deveriam ter apresentado seus planos de gestão de resíduos sólidos. Mas apenas 10% conseguiram cumprir o prazo.

O fim dos lixões - e a implementação da coleta seletiva - também já tem data para se tornar realidade: agosto de 2014. Mas nada indica que estamos no caminho.

Os prefeitos reclamam que não têm orçamento para investir em coleta seletiva, aterros sanitários e outras obrigações previstas na lei. Na verdade, há recursos disponíveis em diversas fontes, mas o acesso a eles costuma esbarrar na falta de planejamento e de projetos.

No WWF-Brasil, temos acompanhado muito de perto a aplicação da PNRS. Em conjunto com o Banco do Brasil, a Fundação Banco do Brasil e a Agência Nacional de Águas, desenvolvemos projetos demonstrativos em cinco municípios: Belo Horizonte (MG), Caxias do Sul (RS), Natal (RN), Rio Branco (AC) e Pirenópolis, aqui do lado. Nestes locais, trabalhamos para apoiar prefeituras, catadores e comunidades no processo de adaptação à legislação, com o objetivo de desenvolver experiências que possam ser replicados em todos os municípios brasileiros.

Pirenópolis, que tem pouco mais de 20 mil habitantes, pode ser exemplo para cerca de 90% dos municípios brasileiros, que são cidades pequenas, com menos de 50 mil pessoas.

Para ler a notícia na íntegra, clique aqui.

Fonte:  Envolverde/ WWF-Brasil