Projetado para ser o mais moderno do país, o novo sistema de tratamento de esgoto de Águas Lindas de Goiás é uma grandiosa obra que prevê beneficiar toda cidade. A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) terá capacidade para atender até 500 mil habitantes, pensando assim nas futuras gerações.

A obra é uma parceria entre a Prefeitura de Águas Lindas, o Governo Federal e os Governos de Goiás e Brasília, por meio do Consórcio Saneago/Caesb. Ao todo foram investidos R$ 229 milhões em todo sistema.

Águas Lindas vivia com níveis que se igualavam aos de países subdesenvolvidos, pois não contava com esgoto tratado. Hoje surge uma nova realidade, a cidade sairá de 0 para 80% da cidade beneficiada ainda na primeira fase com o novo sistema.

Com este investimento o meio ambiente também será preservado, já que mais de 80 mil fossas sépticas serão desativadas preservando assim o meio ambiente. Além disso, após ser tratado o esgoto retornará para a natureza com 95% de pureza, garantindo qualidade de vida para toda população.

O morador e líder comunitário, Reginaldo Silva conhecido como Reginaldo do Gesso, do Jardim Pérola II, foi um dos primeiros bairros a serem ligados no novo sistema de tratamento de esgoto. Inclusive a residência deste morador está ligada a rede de esgoto.

“Como liderança comunitária, lutamos muitos anos para que Águas Lindas tivesse este benefício, agora chegou a nossa vez. A minha casa já está conectada, e a fossa será aterrada acabando de uma vez por todas com o mau cheiro. É uma conquista para toda cidade”, disse o morador.

Todas as residências serão notificadas e terão o prazo de 90 dias para se adequarem ao novo sistema. Na próxima quinta-feira, dia 22 de junho a cidade receberá autoridades de todos os escalões de Goiás e Brasília para a grande inauguração do novo sistema, à partir das 08h30.





O fornecimento será retomado a partir das 8h de sábado (24), e voltará, gradualmente, até o fim de domingo (25)

O racionamento de água no Distrito Federal atinge Paranoá, Gama e outras cinco localidades nesta sexta-feira (23/6). As cidades são abastecidas pelo sistema Santa Maria/Torto e pela Barragem do Descoberto.

O fornecimento de água será retomado a partir das 8h de sábado (24), e voltará, gradualmente, até o fim de domingo (25). De segunda (26) a quarta (28), as torneiras funcionarão normalmente, mas, na quinta (29), haverá novo corte.

De acordo com a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa), o nível do reservatório do Descoberto é de 49,88% e o de Santa Maria é de 50,06%. A última medição é da tarde de segunda (29).

Veja no calendário desta semana os dias e os locais em que haverá interrupção do fornecimento:

 

23 de junho:
– Gama;

– Paranoá, SMLN (lotes 1 a 13 do trecho 13), Taquari, Condomínio RK e Império dos Nobres.

24 de junho:
Ceilândia Leste e QNM, QNJ e as quadras da QNL 1, 3, 5, 7, 9, 11, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 26, 28 e 30 e CNL 1;

– Águas Claras, SMPW (Quadras 1 a 5), Núcleo Bandeirante, C.A. IAPI, CABS (chácara 1 e 2), Candangolândia, Setor de Postos e Motéis e Metropolitana;
– Samambaia e Setor de Mansões de Taguatinga;
– Park Way (Quadras 6 a 29), Vila Cauhy e Vargem Bonita;
– Asa Sul e Lago Sul (QL 2 a 10, QI 1 a 15, exceto conjuntos 1, 2 e 3 da QI 13);
– Jardins Mangueiral.

25 de junho:
– Taguatinga Sul, Setor Primavera, Arniqueiras, Areal e Riacho Fundo 1;

– Guará I e II, Polo de Modas, Cabs (exceto chácaras 1 e 2), Lúcio Costa, SQB e Caac.
– Sudoeste, Octogonal, Cruzeiro Novo, Setor de Indústrias Gráficas, Praça Municipal, Setor de Garagens Oficiais, Setor de Administração Municipal, Setor de Divulgação Cultural, Esplanada da Torre, Setor de Recreação Pública Norte;
– Condomínios do Jardim Botânico: Jardim Botânico 3, Jardim Botânico 6, Quintas do Sol, Quintas Bela Vista, Quintas Interlagos, Morada de Deus, Quatro Estações, Maxximo Garden, Belvedere Green, Chácaras Itaipu (exceto 80 a 84), Quintas Itaipu, Jardim da Serra.

Portal Metrópoles - 23/06/2017 6:37 , ATUALIZADO EM 23/06/2017 7:10

População poderá descartar resíduos da construção civil ou de demolições, além de podas de árvores, móveis velhos, óleo de cozinha e recicláveis. 

A partir desta quarta-feira (21), a cidade do Gama conta com um local para entrega de até 1 metro cúbico (equivalente a uma caixa de água de mil litros) por dia e por pessoa de resíduos da construção civil ou de demolições. O ponto ainda servirá para o recebimento de restos de árvores podadas, produtos recicláveis e móveis velhos. Intitulado papa-entulho, o espaço fica na Avenida Contorno, lote 2 – Próximo ao Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). O funcionamento é de segunda a sábado, das 7 às 18 horas.

Dados do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) apontam que são coletadas no Gama cerca de 2,5 mil toneladas de entulho por mês e 75 toneladas de volumosos. Mais de 35 pontos de descarte irregular foram identificados pela autarquia na região.

No papa-entulho, até 1 metro cúbico (equivalente a uma caixa d’água de mil litros) de resíduos da construção civil, volumosos (como móveis) e restos de podas pode ser entregue, diariamente, por pessoa.

Também podem ser deixados recicláveis, como papéis, plásticos, papelões e metais, desde que estejam separados e limpos. Por meio do Projeto Biguá, da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), é possível ainda entregar óleo usado em frituras.

“Esse é um equipamento de limpeza urbana. O que não cabe no caminhão — colchão, cama velha, cadeira, galhos de árvore e até um metro cúbico de entulho — nós vamos receber aqui gratuitamente”, explicou a diretora-presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Kátia Campos.

De acordo com ela, a ideia é envolver cada vez mais a comunidade para que a instalação seja utilizada. “Do contrário, fica um espaço ocioso, e a população continua jogando o lixo no lugar errado.”

Investimento e estrutura do papa-entulho no Gama
O investimento no papa-entulho inaugurado hoje foi de R$ 136.840, com recursos do SLU. A estrutura tem escritório de apoio aos trabalhadores, área coberta para recebimento de recicláveis e baias para materiais volumosos e de podas. Há ainda caçambas para descarte de resíduos.

Carroceiros da região fizeram o primeiro descarte logo após a inauguração do espaço. Entre eles, Edimilson Alves Viana, de 51 anos. Na profissão há mais de uma década, ele gostou da iniciativa. “É muito gratificante para mim, como para a sociedade e para a cidade, ter um lugar próprio para fazer esse encaminhamento.”

As regras para utilização dos papa-entulhos estão na Instrução Normativa nº 2, de 15 de março de 2017.

A inauguração contou com a presença da diretora-presidente do SLU, Kátia Campos; administradora do Gama, Maria Antônia; catadores de matérias reutilizáveis e recicláveis; autoridades locais e comunidade.

Agora a comunidade gamense tem um local adequado para descartar entulhos na cidade.

É permitido
• Entulhos em geral
• Restos de podas
• Azulejos
• Cimento
• Terra
• Telhas sem amianto

Recicláveis
• Plásticos
• Papel
• Papelão
• Móveis
• Metal
• Óleo de coxinha
• Embalagens longa vida
• Isopor

Não é permitidos os descartes de:
• Resíduos domésticos, industriais, de serviços de saúde e eletrônicos
• Pneus
• Embalagens de agroquímicos, de produtos fitossanitários e de óleos lubrificantes
• Lâmpadas
• Pilhas e baterias
• Equipamentos ou materiais que tenham metais pesados
• Gesso
• Espelhos
• Vidros
• Amianto
• Tintas, solventes e tonner

Além disso, não é autorizada a entrada caminhões ou carretas para descarregar o material a ser descartado.


Foto (Da esquerda para a Direita): Diretora-presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Kátia Campos e administradora Maria Antônia



Foto (Da esquerda para a Direita): Representante da diretoria de vigilância ambiental, José Silvio; assessor de gabinete na administração regional, Josué Camargo e representante do grupo de trabalho dos parques, João Breyer.

Mais fotos. Clique aqui! 

Da Agência Brasília com adaptações - 22/06/2017

 



A Secretaria de Estado de Mobilidade do Distrito Federal - SEMOB- DF realizou a Oficina de Capacitação de Agentes Comunitários de Educação Socioambiental em Transporte Público. Esta oficina é parte do Programa de Educação Socioambiental do Programa de Transporte Urbano do Distrito Federal e teve como objetivo promover o diálogo sobre conceitos e questões ambientais relacionadas ao transporte público, incentivando a construção de uma nova cultura ambiental.

Foram 30 horas de muito aprendizado, sendo 16 horas de atividades presenciais, 10 horas de atividades pré-oficina e 4 horas de atividades pós-oficina. Os encontros presenciais aconteceram entre os dias 06 a 09 de junho de 2017, das 8h às 18h, em diferentes localidades do DF. O evento teve a participação gratuita.

Um evento importante que abordou questões ambientais que tenham relação com o transporte público. O objetivo da oficina foi dar incentivo para a construção de uma nova cultura ambiental.

Dentre os participantes, boa parte deles eram da Santa Maria e alunos do IFB do Gama. A Cooperativa ASTRADASM também enviou participantes para as oficinas. A cooperada Érika Liege foi uma das integrantes da cooperativa que esteve presente. Para ela as oficinas foram muito importantes. “Achei muito interessante, tirei muitas dúvidas e aprendi muito”, destacou.

Para a estudante do curso de Logística Superior do IFB, Camila Azevedo (20), a oficina foi de grande importância. Para ela tais oficinas ajudam muito no desenvolvimento e na consciência na sociedade em relação ao meio ambiente e ligado aos transportes. “Vem crescendo muito a quantidade de desmatamento para fazer rodovias e comunidades. Mostrando o que vem ocorrendo em nosso País para nos deixar conscientizados e familiarizados do que vem ao nosso futuro.” Salientou Camila.


Participante da Cooperativa ASTRADASM de Santa Maria - DF

Estudante do curso de Logística Superior do IFB, Camila Azevedo e colegas de turma.

Equipe de instrutores Lucas Miranda e Maria do Carmo Coutinho.

Galeria de fotos da capacitação no Gama. Clique aqui!
 

As oficinas aconteceram nos dias 06 e 07 de junho no Auditório da Administração Regional do Gama. Foram disponibilizadas 310 vagas para quem quisesse participar.

Estas oficinas aconteceram em várias regiões do DF:

  • Planaltina
  • Gama
  • Ceilândia
  • Estrutural
  • Taguatinga
  • Recanto das Emas
  • Núcleo Bandeirante
  • São Sebastião


Da redação do Gama Cidadão.

Projeto de pesquisa desenvolvido na Universidade Católica de Brasília é reconhecido em diferentes países como modelo de sustentabilidade, reaproveitamento e soluções para o lixo eletrônico

Você sabia que cerca de 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico são gerados por ano no mundo? E que entre os países emergentes, o Brasil é o que mais gera lixo eletrônico por habitante? Os dados apontados pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma) mostram que a cada ano o nosso país descarta cerca de 97 mil toneladas de computadores, 2,2 mil toneladas de celulares e 17,2 mil toneladas de impressoras. Só fica atrás da China e Estados Unidos.

Com essa preocupação, em 2010 os cursos de Tecnologia da Informação (TI) da Universidade Católica de Brasília (UCB) criaram o Projeto de Extensão “Reiniciar: E-Lixo Universitário” com a proposta de oficina prática e inclusão digital na UCB, por meio do reaproveitamento e remontagem de configuração de máquinas. Desde 2015 o projeto foi reformulado e transformado em pesquisa, o que gerou novos avanços, descobertas e reconhecimentos internacionais.

A professora Graziela Ferreira Guarda, coordenadora do projeto na UCB, explica que o E-lixo desenvolve pesquisas dentro da temática do Lixo Eletrônico com dois grandes eixos: a hidro metalurgia, por meio da lixiviação, que é um processo químico de transformação da matéria prima. “Nós pegamos os pinos das placas de equipamentos eletrônicos e fazemos o choque com ácidos. Desse processo temos a modificação da matéria-prima, transformada em pó (ouro ou prata) e submetida à análise”, explica. E as pesquisas com lisímetros. “Onde inserimos o lixo eletrônico na natureza, em um ambiente simulado, e mapeamos os impactos que eles causam. Nós observamos o que a natureza pode sofrer com a contaminação desses metais tóxicos”, complementa a coordenadora.

Atualmente o projeto E-lixo é financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e conta com o apoio de outros cursos como Relações Internacionais, Engenharia Ambiental e Sanitária e o curso de Química.  Tem produzido resultados significativos com a extração de ouro e prata e, agora, inicia a extração do Índio (In), um metal raro e muito versátil, presente nas telas de celulares. “Nossa proposta é tirar do lixo alguma coisa que tenha valor. Estamos transformando a matéria-prima, removendo o material que constituem essas placas e fazendo um reaproveitamento desses materiais. Fora isso, trabalhamos o viés ambiental, com a proteção da natureza. É uma forma de reduzir essas contaminações causadas por esse lixo descartado”, ponderou Graziela

TI Verde – Uma preocupação do projeto E-lixo

A indústria de equipamentos eletroeletrônicos é umas das que mais cresce no mundo. A modernização e a diversidade de equipamentos promovem uma cultura de consumo e descarte desses objetos, gerando um grande problema ambiental. “As estatísticas mostram que o consumo no Brasil é muito grande. Em média esses equipamentos são trocados a cada seis meses”, afirmou a professora. 

O estudante do 7º semestre de Engenharia Ambiental e Sanitária da UCB, Marcelo Silva dos Santos, bolsista no projeto E-lixo, explica que uma das propostas do projeto é fazer com que o lixo eletrônico capturado, normalmente descartado em aterros sanitários, lixões, no meio ambiente sem nenhum critério de avaliação de coleta, retome para a cadeia produtiva. “Todo esse lixo é composto por polímeros, ferro, cobre e metais preciosos. Então, conclui-se que a reutilização é economicamente lucrativa e ambientalmente correta. O resultado da extração desse material pode voltar à cadeia produtiva em outra forma, às vezes, até da mesma forma, porque se quiser reutilizá-lo em equipamentos eletrônicos não tem problema”, afirmou o futuro engenheiro.  

A rentabilidade econômica é a linha de pesquisa do Vitor Neves Palmeira, estudante do 7º semestre de Relações Internacionais. Há pouco mais de um ano no Projeto E-lixo, Vitor investiga o comércio internacional do lixo eletrônico. “Existem grupos ilegais, de crime organizado, que trabalham com isso. É um mercado que envolve muito dinheiro, justamente por essa questão da extração de ouro. Esses grupos acabam retirando o lixo eletrônico de grandes produtores como a União Europeia e Estados Unidos e enviam de forma clandestina para os países da África, da Ásia e principalmente da China para fazerem a extração”, revela. Vitor Neves afirma que mesmo com a Convenção de Basiléia, que procura coibir o tráfico ilegal e prevê a intensificação da cooperação internacional para a gestão ambientalmente adequada desses resíduos, falta fiscalização e o crime ocorre.

Já Regianne Sousa Martins, também integrante do E-lixo há pouco mais de um ano, pesquisa a parte de política nacional de resíduos sólidos, principalmente a logística reversa do uso dos equipamentos eletroeletrônicos. “A política reversa é a responsabilidade compartilhada desses equipamentos, indo desde o produtor até o consumidor, no ciclo de início e fim da vida útil desses objetos. Como já existe uma lei de responsabilidade, eu quis saber se as empresas estão cumprindo ou não a lei”, explica Regianne. A pesquisadora identificou que de 5 empresas fornecedoras, apenas duas recolhem os equipamentos que perderam a vida útil. Dessas, a Itautec é uma referência. Outra descoberta da estudante foi a coleta realizada por empresas que não produzem, mas que apenas comercializam e recolhem o lixo eletrônico, como a Leroy Merlin.

Regianne Martins afirma que uma saída para as empresas reduzirem a quantidade de lixo eletrônico no mundo, seria a virtualização dos equipamentos e o reaproveitamento do lixo eletrônico. “Quando elas recolhem, elas podem de forma legal, ter retorno financeiro com esses equipamentos”.

Como sugestão de solução para o fim do lixo eletrônico global, Marcelo também aponta uma educação ambiental, tal qual as pessoas conhecem atualmente. “Existem as coletas seletivas de lixo orgânico, seco, vidro, papel, eu penso que deveria popularizar a consciência da coleta do lixo eletrônico. Isso facilitaria um descarte consciente e a reutilização desse lixo”, sugere.

Reconhecimento Nacional e Internacional

Os artigos desenvolvidos pelo projeto de pesquisa E-lixo da Universidade Católica de Brasília têm recebido reconhecimento e são apresentados em congressos internacionais. Recentemente, o E-lixo foi apresentado no Congresso Interamericano de Resíduos Sólidos, em Cuenca, no Equador, ocorrido de 25 a 28 de abril. Esse evento é o mais importante de resíduos sólidos organizado pela AIDIS - Asociación Interamericana de Inginería Sanitaria Ambiental, e acontece a cada 2 anos, em diferentes países da América Latina. A UCB foi a única universidade particular brasileira presente no evento, ao lado outras instituições federais de Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Bahia. “Nesta oportunidade, identifiquei que a Universidad de Lima – Perú, bem como a Pontifícia Universidad Católica de Chile, estão produzindo pesquisas similares as nossas. A ideia é estreitarmos os laços para produzirmos juntos pesquisas comparadas entre os países, sobre lixo eletrônico e legislação”, explica a professora Graziela.

No segundo semestre haverá apresentação da publicação referente ao projeto E- Lixo, em San Margherita di Pula, na Itália. Esse é um dos simpósios mais importantes do mundo na área, e o estudante Vítor Neves fará apresentação de sua pesquisa.

Foto: Faiara Assis

Pesquisadores do projeto E-lixo

Informou UCB