O ex-vice-governador Paulo Octávio pode retornar à vida político-partidária e deve disputar as eleições do ano que vem. Embora esteja hoje filiado ao DEM, há possibilidades de que ele aceite o convite do PHS, partido da base do atual governo, ou acerte com algum outro partido, como o PP e o PTB do senador Gim Argello. O que falta saber é o cargo que o ex-deputado federal, ex-senador, ex-vice-governador e já assumiu até mesmo o cargo de governador, nos tempos do titular José Roberto Arruda (ex-DEM). As informações são da coluna Do Alto da Torre, do Jornal de Brasília e o comentário de Câmara em Pauta é que, nas manifestações do “Fora Arruda”, num passado não muito distante, uma das palavras de ordem mais repetidas pelos manifestantes dizia: “Arruda na Papuda, P.O. no Xilindró”. Arruda já foi condenado por alguns dos crimes e agora faz uso do jus esperniandi para protelar o possível (ou não) cumprimento da pena. Qual será o destino de P.O.? Vejamos...


Fonte: Câmara Em Pauta


Mauro Alves Pinheiro

A política e os políticos do distrito federal começam a lançar olhares para 2014, para depois da copa do mundo, período em que se iniciam as campanhas. Como ninguém nasceu ontem, todos sabem que uma boa campanha começa bem antes com as conversas com lideranças e eleitores ainda indefinidos. Aqui na folha-i, vamos acompanhar as movimentações da política e dos políticos rumo ás urnas.

FALTA CANDIDATO A DISTRITAL -1
O Governador Agnelo Queiroz solicitou a presidente do PT, deputado federal Policarpo, que fizesse um levantamento de possíveis candidatos a deputado a deputado distrital pelo partido. Policarpo chegou a 30 nomes, mas nominata total  pode chegar a 48 nomes. Segundo Policarpo , 10 nomes são bastante fortes eleitoralmente, 10 são médios mas alguns podem surpreender e os outros 10 podem ajudar.

FALTA CANDIDATO A DISTRITAL-2
O presidente Policarpo so revelou os nomes ao governador, mas disse que falta um nome forte ao gama. Dizem as mas línguas que Pedro Celso, que foi deputado distrital por dois mandatos, deputado federal, secretario do trabalho e obteve muitos votos no Gama em todas as eleições que disputou, ficou animando com a noticia.

DESISTÊNCIAS
O Professor Barreira desistiu do PT, Maria Antonia diz que não quer mais ser candidata, Adauto também fala que não será, Donizete desistiu, Patrício vai a federal. Iti, Wilson lima e  Pedro do Ovo agradecem.

Por: Mauro Pinheiro

Fonte: Folha Independente do Gama

A disputa de poder entre Aécio Neves e José Serra pelo comando do PSDB nacional tende a reverberar em escala regional no DF, onde grupos ligados a cada corrente se digladiam, o que levou à intervenção na Executiva local, determinada pela Executiva Nacional, cabendo ao ex-ministro Eduardo Jorge o papel de interventor.

O procedimento foi determinado pela sentença de condenação, com prisão em regime semiaberto, lavrada ontem (ainda sob a possibilidade de recurso) do presidente do PSDB/DF, Márcio Machado, que integra o do grupo da ex-governadora Maria de Lurdes Abadia, que por sua vez é ligadíssima ao ex-candidato José Serra.

Dentro de uma semana haverá eleições para a presidência do PSDB de Brasília, e o candidato de Abadia Machado é Jaime Alarcão.

Do outro lado da rua, está o “grupo aecista”, que, dominando o diretório nacional, determinou a intervenção no diretório local através do ex-ministro Eduardo Jorge.

Pode não haver tempo útil para o habilidoso ex-secretário-geral da Presidência no governo FHC para reverter a tendência de vitória do grupo serrista em Brasília. Mas Eduardo Jorge tem claramente esta missão, ele que foi o responsável na época da reeleição de FHC, de aproximá-lo do então governador do Joaquim Roriz.

É aqui que surgem na linha do horizonte especulações sobre a necessidade da campanha de Aécio ter no Distrito Federal uma âncora profunda, com um palanque vencedor, através de um diretório fiel ao aecismo.

E mais: com um candidato a governador próprio, ou apoiado por Aécio, populista e com cheiro de vitória. Daí se explica a presença de próceres do PSDB – ala “aecista” – na missa de Liliane Roriz, filha do mais populista de todos, e dono do maior patrimônio de votos do DF, Joaquim Roriz.

Nunca é demais lembrar que o verdadeiro confronto no PSDB loca e entre Maria de Lurdes Abadia e José Roberto Arruda. Este último ainda se encontra palmilhando o pedregoso terreno judicial da Operação Caixa de Pandora, mas continua endeusado eleitoralmente no DF.

Se candidato em 2014 a qualquer cargo eletivo – já que não houve ainda denúncia formal de seu processo – Arruda ou se elegeria facilmente, ou se apoiasse um outro candidato, junto com Roriz, aquele seria quase imbatível.

Aécio,mineiro como Arruda, cogita esse palanque populista para sair do DF como mais votado.Precisa, primeiro, expulsar o serrismo do jogo, com Abadia, Márcio Machado, Raimundo Ribeiro e seu grupo no PSDB local. E colocar Roriz e Arruda nele.

Fonte: NotiBras



Na sexta-feira 19, o Supremo Tribunal Federal (STF) publicou o acórdão do mensalão. O texto, que resume as 14 mil páginas do processo, inicia a última etapa do julgamento mais longo da história, com a abertura do prazo de dez dias para que os condenados recorram. Enquanto os advogados correm contra o tempo, pelo menos 43 ações abertas como desdobramentos do processo principal espalhadas em seis Estados também ganham fôlego e incluem novos réus, até então considerados coadjuvantes, nas investigações sobre o esquema operado pelo publicitário Marcos Valério. Na Justiça Federal de Brasília, corre a ação que bem ilustra esses processos considerados nos bastidores dos tribunais como filhotes do mensalão. A ação que começou a andar a passos largos este ano investiga a influência de Valério no Banco Central e no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. ISTOÉ teve acesso ao documento, que corre em segredo de Justiça.

Em mais de 300 páginas, o processo reúne dados da denúncia feita em 2010 pelo Ministério Público do Rio de Janeiro e documentos sigilosos enviados pelo Supremo e reunidos durante as investigações. A ação chegou à Justiça do DF a pedido do presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, que alegou ter encontrado indícios suficientes durante as investigações do mensalão de que o ex-procurador da Fazenda Glênio Sabbad Guedes e seus familiares se beneficiaram diretamente do valerioduto em troca do tráfico de influência nos órgãos do governo.

A atuação de Glênio e os dados bancários que compõem o inquérito mostram as coincidências de datas entre decisões que beneficiaram empresas e encontros do então procurador com o operador do mensalão. O processo traz de volta ao cenário alguns suspeitos que ficaram de fora do julgamento principal, mas que, segundo argumentos de Barbosa, também tiveram participação nas irregularidades articuladas por Marcos Valério. Esses novos réus são integrantes da família de Glênio, que teria usado as contas bancárias da mãe, Sami Guedes, do pai, Ramon Guedes, e da ex-mulher Cibele Gomes para justificar as quantias recebidas do valerioduto. Os crimes da família Guedes incluem enriquecimento ilícito, tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Para provar o envolvimento do clã, o processo apresenta dados da Receita Federal e a lista completa de bens e transferências bancárias entre eles. A família de Glênio foi denunciada com base em dois procedimentos administrativos sigilosos que também constam no processo que tramita na Justiça Federal do DF. Em ambos, as conclusões são de que o patrimônio do ex-procurador é incompatível com o salário de servidor público. O processo administrativo instaurado pelo Ministério da Fazenda concluiu também que Glênio transitava livremente pelo Banco Central e fazia lobby pelos interesses do grupo de Valério.

Joaquim Barbosa

DOIS TEMPOS
Na semana passada, Barbosa entrou na lista dos mais
influentes da revista Time, mas sofreu derrotas no STF

Apesar de somente agora o processo na Justiça Federal estar sendo tratado como prioridade, Glênio é conhecido desde o início das investigações do mensalão, quando o Ministério Público ofereceu a primeira denúncia, em 2005. As informações sobre suas relações com Valério foram encaminhadas para a Advocacia-Geral da União e para a Justiça Federal do Rio de Janeiro. Além das provas anexadas sobre as movimentações financeiras dos familiares de Glênio, a Justiça conseguiu também documentos que mostram a incapacidade financeira do então procurador para adquirir pelo menos seis imóveis no Rio de Janeiro e assumir prestações mensais de financiamentos que somavam R$ 86 mil.

Além de trazer a família Guedes para o centro das novas investigações, o processo que tramita na Justiça Federal também incluiu nos autos testemunhas que falaram sobre a participação de José Roberto Moreira de Melo no processo de lavagem de dinheiro. Sócio de Rogério Tolentino em um escritório de advocacia, Melo assinou recibos de serviços advocatícios que não foram prestados. No inicio de abril, a Justiça Federal do DF recebeu as primeiras defesas prévias dos acusados. A expectativa de dois juízes que analisam processos abertos como desdobramento do mensalão é de que, com a conclusão do julgamento pelo STF, as ações em instâncias inferiores que investigam personagens desconhecidos e coadjuvantes sejam concluídas em, no máximo, dois anos.



VELHO CONHECIDO
Réu no processo principal do mensalão, Rogério Tolentino
também figura na nova investigação

A Ação Penal 470 dificilmente levará tanto tempo para se encerrada. Numa atitude nunca vista durante o julgamento, o plenário do STF enfrentou o relator Joaquim Barbosa para lhe impor uma derrota por 8 votos a 1. Com esse placar, o tribunal decidiu ampliar de cinco para dez dias o prazo que os advogados de defesa terão para examinar o acórdão do tribunal. A disputa pelo tempo de leitura envolve um ponto essencial quando se considera que será preciso ler, destrinchar e tentar responder a um documento com mais de dez mil páginas. A votação é mais uma questão de procedimento do que mérito. Não há sinal de que os juízes tenham mudado de opinião sobre a culpa dos réus, condenados a penas altíssimas. Mas, na semana passada, eles expressaram a vontade de se distanciar de Barbosa, pelo receio de serem associados a decisões capazes de colocar em risco o direito de defesa. Depois que o presidente do STF declarou que considerava o pedido da ampliação do prazo de leitura uma simples manobra protelatória, deixando claro que poderia resolver a questão sem ouvir os demais, três ministros foram aos jornais manifestar sua discordância e exigiram ser ouvidos. Numa decisão que deixou Barbosa isolado pela segunda vez no mesmo dia, o presidente do STF tentou aprovar a indicação de dois nomes para o Conselho Nacional de Justiça. Considerando que o debate sobre as nomeações não estava maduro, o plenário decidiu adiar a decisão.

O acórdão do julgamento, publicado na sexta-feira 19, irá mobilizar atenções e debates nos próximos dias. Os textos de cada ministro devem refletir, naturalmente, aquilo que eles disseram em plenário, mas podem ocorrer ajustes específicos. Pelo que se vislumbrava na semana passada, outros votos poderiam avançar na direção de assegurar maiores garantias à defesa e oportunidades ao réus, mas sem entrar no mérito das principais condenações.

Fonte: Blog QuidNovi


Leia mais A Volta do Poderoso Chefão "Capo di tutti Capi" e seus discípulos, imagem fala mais que mil palavras



O deputado federal do PPS, Augusto Carvalho, que usava o mandato do Secretário de Habitação de Brasília, Geraldo Magela, saiu do parlamento de mordaça. E, se tentar falar mal do governo petista, na Capital da República, pode ser alvejado pelo governador de Agnelo Queiroz e resvalar na sucessão presidencial de 2014.

A carta, na manga de Agnelo, atinge, em cheio, o presidente do PPS, Roberto Freire. No escândalo Caixa de Pandora, que culminou com a prisão do ex-governador José Roberto Arruda, foram encontrados depósitos ilegais na conta do presidente nacional do PPS, Roberto Freire.

Agnelo tem, em mãos, os documentos que são comparados a uma bala de prata, numa possível coligação com Roberto Freire, na cabeça de chapa do governador pernambucano Eduardo Campos.

O que parece ser uma simples mudança na cadeira do parlamento federal, na verdade, pode ser o estopim para atrapalhar o voo do tucano José Serra para o ninho do PP

Fonte: Blog QuidNovi



O ex-secretário de habitação do Distrito Federal, Geraldo Magela (PT/DF), teve motivos de sobra para reassumir o mandato de deputado federal. O governador Agnelo Queiroz justificou a saída do deputado do PPS, Augusto Carvalho, com o rompimento do partido há um ano.

A verdade é que a operação da Polícia Federal na fazenda Cana do Reino já indiciou caciques do PT/DF como Lucia Carvalho e Dirsomar Chaves.

O próximo a ser indiciado é Geraldo Magela, que correu para se proteger com o mandato de deputado federal.

Magela sabe que o Supremo prescisa de autorização do plenário da Câmara para punir. O suplente, Augusto Carvalho, deixou a Câmara e vai fazer oposição direta às mazelas do Palácio do Buriti.

Fonte: Blog QuidNovi

Núcleo histórico do PT no Distrito Federal , criado há 27 anos na QNG de Taguatinga, debateu a composição de chapa do governador Agnelo Queiroz à reeleição. O presidente regional do partido, Roberto Policarpo, defendeu candidatura própria dos petistas ao Senado e declarou que, pessoalmente, acha que o melhor nome para o PT é o do deputado Chico Leite. ...
 
Policarpo aceita negociar com a base
 
Formalmente, Policarpo tem avisado os demais presidentes de partido da base aliada que o PT tem nomes para o Senado e que os apresentará. Ressalva, porém, que está aberto a negociações e não pretende impor uma candidatura aos demais.

Por Eduardo Brito

Fonte: Jornal de Brasília - Do Alto da Torre - 19/04/2013