A reabertura da pediatria do Hospital Regional do Gama (HRG) é motivo de comemoração para todos nós.

Desde setembro, o deputado Wasny de Roure#, denunciou e cobrou, junto a Secretaria  de Saúde, uma solução para o caos instalado no Pronto Atendimento Infantil (PAI), do Hospital Regional do Gama (HRG) desde que o atendimento infantil da unidade foi fechado por falta de pediatras.

“A sociedade civil organizada tem muita força e a reabertura da pediatria do Gama é resultado do trabalho dessas entidades junto ao público que nesse sentido continua contando com nosso apoio”, destacou o deputado Wasny.

Para o presidente do Conselho de Saúde do Gama, Enóquio Sousa, “Wasny teve um papel fundamental para garantir essa conquista, por meio da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC), que promoveu uma audiência pública no local e levou os integrantes do Conselho, até o secretário de Saúde para LEVAR quatro mil assinaturas de pessoas da comunidade clamando pelo funcionamento da pediatria”.    

Wasny foi ao HRG, ao lado do deputado Juarezão e levou o problema ao secretário Humberto Fonseca. O parlamentar também cobrou do plenário, apresentou requerimento se posicionando contra o fechamento e pedindo a imediata reabertura do serviço essencial.

“Se não tivesse esse movimento rápido do deputado Wasny, hoje essa comunidade estaria desatendida. As crianças, não só do Gama, mas de Santa Maria, Engenho das Lajes e todo Entorno, agradecem ao trabalho e o respeito com que o deputado Wasny tratou a questão”, diz a Conselheira Tutelar do Gama.   

Agora, todo o esforço começa a dar resultados. A partir de hoje, dia 1° de março, a ala será reaberta. Após ser pressionado, o governo contratou 24 novos pediatras temporários para o HRG. 

Assessoria de Comunicação do deputado Wasny - 02/03/2017

Distrital Ricardo Vale diz que a gestão Rollemberg é “fraca” e sonha em união de partidos de esquerda para corrida ao Buriti em 2018

O novo líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara Legislativa, Ricardo Vale, assume a posição fazendo duras críticas à legenda. À frente da bancada desde 30 de janeiro, Vale reconhece que o partido passa pela maior crise de sua história, defende a expulsão de quem “traiu a militância” e reconhece que será preciso muito esforço para os petistas retomarem a confiança da população.

Um dos fundadores do PT em Sobradinho, em 1987, o deputado distrital em primeiro mandato espera criar alianças e apresentar um nome para concorrer ao Palácio do Buriti em 2018. Especialmente porque, na avaliação dele, a atual gestão é “fraca”.

Sem liderança ou nome que fortaleceria o PT no Distrito Federal até agora, Vale vai tentar costurar alianças com outros partidos até as próximas eleições. Para ele, que tentará a reeleição de distrital, Maninha (PSol), Arlete Sampaio (PT) e Joe Valle (PDT), atual presidente da Câmara, seriam os nomes mais indicados para a esquerda apoiar.
Vale também faz críticas ao senador Cristovam Buarque, que já foi uma grande liderança do PT na capital federal e acabou deixando a sigla para se filiar ao PDT. Hoje, o ex-petista está no PPS.

Veja o posicionamento de Ricardo Vale em cinco pontos.

Liderança do PT na CLDF
É uma missão de muita responsabilidade ser líder no momento que passamos pela maior crise, mas me vejo como um líder com visão nova e disposto a muito diálogo.

Bancada rachada
Chegamos a ter cinco deputados na Casa. Hoje, são três, mas ainda somos a maior bancada da CLDF. Embora haja divergências pontuais, votamos juntos quando todos concordam. Quando não há acordo, cada um vota de acordo com o que acredita.

O PT hoje
Espero uma renovação total no partido, com novos militantes e novos nomes. É um equívoco do partido não punir quem errou. É preciso fazer uma autocrítica e afastar os que nos traíram. Mas não saio do partido. Que saia quem errou, quem traiu a militância.

2018
Diante do quadro, o meu papel como líder é colocar a necessidade de construir um nome para o Buriti. Defendo uma frente com outros partidos da esquerda, como PDT, PSD, PCdoB e até o PSB. O próprio Joe (Valle, presidente da Câmara Legislativa) seria uma alternativa, mas defendo a Maninha e a Arlete (Sampaio) como nomes fortes.

Cristovam Buarque
Ele seria um bom nome para 2018, mas está muito atrelado ao grupo de direita, apesar de falar em uma nova esquerda.

Oposição a Rollemberg
A gestão atual já é fraca, então o PT não pode fazer uma oposição irresponsável na Câmara Legislativa. A bancada do PT vai continuar votando contra projetos que não concorda, mas, em determinadas pautas, não podemos ir contra a população.

Por Kelly Almeida, da Redação do Metrópoles  23/02/2017 5:21, ATUALIZADO EM 22/02/2017 22:46



Na manhã desta terça-feira (14), o deputado Wasny de Roure (PT-DF) reuniu-se com o  secretário de Infraestrutura do GDF, Antônio Coimbra e o chefe de Projetos Estratégicos da pasta, Fauzi Nacfur, para tratar do sistema de águas pluviais da quadra 11, do Setor Sul, no Gama. O parlamentar cobrou uma ação concreta do governo para as famílias que sofrem com alagamentos e desabamentos toda época de chuva; os terrenos foram adquiridos através da Terracap.

"Mesmo tendo comprado os terrenos da Terracap, os moradores não dispõem de infraestrutura adequada uma vez que a rede de águas pluviais não atende mais a demanda. Temos que equacionar esse problema que gera prejuízos constantes, fazer o projeto e a impermeabilização para conter o avanço das águas", destacou Wasny.

Segundo o prefeito da quadra 11, Josemberque Pereira, os moradores estão correndo risco de vida além de arcar com os prejuízos causados pelo alagamento. “Recentemente um jovem quase morreu preso pela enchente, dentro de casa. Por pouco, ele não foi eletrocutado, além do que as pessoas estão perdendo seus móveis e eletrodomésticos”, relatou, o morador.

Emenda para a região

De acordo com Wasny, no ano passado, o parlamentar destinou uma emenda no valor de R$ 100 mil para a elaboração do projeto da rede de águas pluviais, mas infelizmente o governo não executou.

Ao final, o secretário se comprometeu a elaborar o projeto com recursos da pasta e nos próximos dias será discutida a ordem de serviço para a sua execução. “Foi uma conversa positiva já que avançamos e agora vamos cobrar para que o trâmite seja rápido”, finalizou, o deputado.

Assessoria de Comunicação do deputado Wasny de Roure

Nada é tão irresistível quanto a força de uma ideia cujo tempo chegou. (Victor Hugo)

O recente processo de impeachment presidencial pelo qual passamos mostrou, sem sombra de dúvida, o esgotamento de um sistema político o qual, apesar de há muito ultrapassado, simplesmente não se mostra capaz de realizar as mudanças necessárias por conta própria, ou seja, de dentro pra fora.
Faz-se necessária, então, a proposição imediata de medidas que visem a alterar radicalmente o sistema político brasileiro, atuando de modo a tentar resolver ou, ao menos, amenizar alguns dos problemas que o assolam e, como já ficou mais que evidenciado à sociedade, são as causas raízes de desmandos e corrupção.
Interessante iniciativa nesse sentido é o site www.mudeapolitica.com.br. Nele, são propostas 10 medidas estruturais, acompanhadas das respectivas justificativas, com vistas a fomentar o debate e a permitir o seu amadurecimento no seio da sociedade.
Após suficiente período de discussão, pretende-se encaminhar ao Congresso Nacional as propostas finais, que serão construídas coletivamente, via Projeto de Lei de Iniciativa Popular. Para fins didáticos, as 10 medidas foram divididas em três eixos principais. Todas são, contudo, igualmente importantes. Segue um breve resumo desses eixos e das propostas correspondentes.

EIXO 1 – APERFEIÇOAR O SISTEMA POLÍTICO

As medidas do Eixo 1 visam ao aperfeiçoamento do sistema político brasileiro, de modo geral. Tratam-se de medidas estruturantes, com imediatas consequências no sentido de se fomentar uma política mais centrada nos interesses da população e não nos interesses dos partidos políticos e de seus caciques, como ocorre no sistema atual.
O voto distrital, além de reduzir drasticamente o custo das campanhas, aproxima os eleitores dos candidatos, permitindo uma melhor avaliação das propostas antes da eleição e uma maior cobrança de resultados depois. O fim do financiamento público e das coligações reverte a excessiva fragmentação partidária (35 partidos já registrados no TSE, com outros 25 em formação), diminuindo a corrupção ao aumentar a responsabilização dos políticos e reduzir a malfadada prática do “toma lá, dá cá” (concessões realizadas para se manter a governabilidade, incluindo a distribuição de cargos entre os partidos). Por fim, a vinculação dos candidatos ao Executivo a seus programas e propostas de campanha padroniza a comparação entre eles e permite um melhor acompanhamento dos mandatos, aumentando a eficiência dos governos.
Tomadas em conjunto, as quatro medidas do Eixo 1 deslocam o foco das campanhas das pessoas dos candidatos para suas respectivas ideias e propostas, bem como ajudam a promover a renovação na política, a aumentar o compromisso ideológico dos partidos e a combater o crescente desinteresse dos cidadãos pelo assunto.

EIXO 2 – DESEMPODERAR A CLASSE POLÍTICA

O foco das medidas do Eixo 2 é retirar dos políticos poderes e regalias que não contribuem propriamente para melhorar a qualidade dos mandatos. A bem da verdade, essas prerrogativas e benesses, além de desnecessárias ao desempenho da função pública em si, ainda trazem consigo a nefasta consequência de afastar os políticos da realidade vivenciada diariamente pelos cidadãos “comuns”, deixando os mandatários alheios e insensíveis às demandas sociais.
A reeleição é uma delas. Reconhecida pelo próprio meio político como sendo mais prejudicial do que benéfica, seu fim para os mandatos no Executivo já está em discussão no Senado Federal. O instituto deve, igualmente, ser extinto para os cargos no Legislativo, incluindo os cargos internos da Câmara e do Senado. Com a diminuição do “carreirismo político” e dos chamados “políticos profissionais”, promove-se maior renovação dos candidatos e oxigenação das propostas a cada pleito, o que é bastante desejável. Ademais, incentiva-se o mandatário a doar-se ao máximo no cargo atual, sob risco de inviabilizar sua candidatura a um cargo de maior envergadura na eleição seguinte.
Acabar com as suplências livremente escolhidas de Senador também seria positivo. Assim, em casos de afastamento, ocuparia a vaga o próximo mais votado e não um suplente (em geral, parente do titular), o qual, a bem da verdade, não recebeu nenhum voto na eleição, em afronta direta ao princípio da representação popular. De quebra, reduzem-se os convites de Senadores para exercerem cargos no Executivo, o que geralmente acontece por mera conveniência política, não por competência.
Por fim, faz-se necessária, também, imediata redução das regalias dos políticos. Apesar de o exercício dos mandatos demandar suporte adequado, é certo que, atualmente, no Brasil, a quantidade e o vulto dessas benesses extrapola o razoável (somente os Deputados Federais chegam a custar mais de um bilhão de reais por ano), sobretudo quando se verifica que o nível de controle sobre esses gastos é mínimo. Esse exagero, ao invés de atrair para a vida pública cidadãos vocacionados e bem intencionados, atrai indivíduos que visam apenas ao enriquecimento ou à obtenção de vantagens pessoais.

EIXO 3 – EMPODERAR OS CIDADÃOS

Paralelamente ao desempoderamento da classe política, deve-se devolver o poder a seu detentor original, ou seja, ao povo (Constituição Federal, art. 1º, parágrafo único).
Esse empoderamento do cidadão “comum” passa necessariamente pela promoção da democratização da participação nas decisões partidárias, a partir do uso de ferramentas tecnológicas inclusivas e da instituição de mecanismos que assegurem a igualdade de direitos, obrigações, impedimentos e vedações entre todos os filiados em situação regular, permitindo a participação de qualquer interessado, por exemplo, nos processos relativos à eleição dos dirigentes partidários e à indicação dos candidatos para concorrer pela legenda. Com isso, esvazia-se o poder praticamente vitalício dos velhos dirigentes e o caráter feudal assumido pelos partidos políticos, que viraram verdadeiras “capitanias hereditárias”, passando continuamente de pai para filho, esposa ou outros parentes. De quebra, renova-se os quadros políticos, eleva-se o nível dos candidatos e aumenta-se o compromisso ideológico dos partidos e a politização dos cidadãos, que passariam a votar mais em ideias e propostas do que em pessoas e sobrenomes.
No que tange aos chamados Projetos de Lei de Iniciativa Popular – PLIPs (Constituição Federal, art. 61, § 2º), os requisitos tanto quantitativos quanto formais para a sua propositura devem ser desburocratizados, permitindo, assim, que os próprios cidadãos definam suas prioridades e proponham mais facilmente leis em prol dos seus interesses, as quais, por vezes, contrariam os interesses imediatos dos parlamentares e, portanto, dificilmente seriam propostas por eles. Adicionalmente, seria preciso instituir um mecanismo por meio do qual se submeteria automaticamente a consulta popular todo PLIP não votado por inércia do Congresso, rejeitado ou aprovado com significativas alterações de mérito durante o trâmite legislativo.

Todas as medidas descritas no referido site já são realidade em países mais desenvolvidos. Ao destituírem os políticos de poderes, prerrogativas e regalias desnecessárias ao desenvolvimento da sua função constitucional e, ao mesmo tempo, empoderarem a população, elas atuam com vistas a acabar com o descolamento entre o interesse público que deveria nortear a condução dos mandatos políticos e os interesses particulares segundo os quais, na prática, eles vêm sendo conduzidos no Brasil.
Elas contribuem, também, para aproximar os políticos da população em geral e, consequentemente, aumentar a cobrança dessa última sobre os primeiros. De quebra, entre outros benefícios, reduz-se o custo das campanhas, reforça-se o compromisso ideológico dos partidos, vincula-se os candidatos eleitos aos programas de governo que propuseram e aumenta-se a transparência e a responsabilidade (accountability) dos mandatos.
Além das 10 medidas ali propostas, certamente há uma infinidade de outras que ainda poderiam ser pensadas com o cunho de aperfeiçoar significativamente o processo eleitoral e os mecanismos de governança sobre os propósitos que devem nortear a futura condução política dos mandatos. Aquelas medidas, contudo, uma vez implementadas, abririam caminho para o surgimento de outras, sobretudo via Projetos de Lei de Iniciativa Popular, quando estes tiverem sua propositura democratizada.

Então, conheça as medidas mais a fundo e participe ativamente das discussões (www.facebook.com/mudeapolitica). Ajude na sua divulgação, também, permitindo que mais pessoas também contribuam com esse importante debate. No fim das contas, com o aperfeiçoamento do Estado e do seu funcionamento, quem sai ganhando é o Brasil e a população brasileira como um todo.

E aí? Vamos construir um país melhor? Então, junte-se a nós e MUDE A POLÍTICA.


Fonte: www.mudeapolitica.com.br

Ele foi o terceiro a ocupar o cargo na gestão de Rollemberg, que ainda não conseguiu uma fórmula de sucesso para divulgar sua ações

Por Manoela Alcântara e Nathália Cardim, Metrópoles Foto: Reprodução/IG - 01/02/2017 - 11:17:56

O jornalista Luciano Suassuna vai deixar a Secretaria de Comunicação do Governo do DF. Terceiro a ocupar o cargo na gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB), ele reuniu a sua equipe na manhã desta quarta-feira (1º/2) para comunicar a saída. No lugar dele será nomeado Paulo Fona, ex-porta voz de Joaquim Roriz e que desde o início do ano passado se tornou consultor do socialista.

Amigo de longa data de Rollemberg, Suassuna assumiu o cargo no dia 1º de junho do ano passado. Ele nasceu na Paraíba, morou por muitos anos em Brasília e trabalhou no portal iG e na revista IstoÉ. Também atuou na campanha de Alexandre Padilha (PT) ao governo de São Paulo, em 2014.


Suassuna entrou no lugar de Vera Canfran, indicada pelo PSB nacional. Ela, por sua vez, substituiu Ricardo Callado, nome escolhido pelo então secretário de Governo, Hélio Doyle.


Com a alteração, o socialista espera encontrar uma fórmula de sucesso para fazer a divulgação positiva das ações de seu governo. 

Além de Roriz, Fona trabalhou com com a ex-deputada distrital Jaqueline Roriz (PTB) e a ex-governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius (PSDB), entre outros políticos.

Vigorando desde a última segunda-feira (2), o reajuste das tarifas de ônibus e Metrô no Distrito Federal finalmente pode ser debatido pela sociedade nesta quinta-feira (5), na Câmara Legislativa. 
 
Após ser indicado pelo presidente da casa , deputado Joe Valle (PDT), o Grupo Técnico de Trabalho coordenado pelo deputado Wasny de Roure (PT) convidou para o primeiro debate o secretário de mobilidade do GDF, Fábio Damasceno, que falou sobre os motivos que levaram o GDF a implantar este oneroso aumento à população. 
 
O secretário defendeu o aumento realizado e mostrou aos parlamentares alguns custos do sistema. "O custo anual do sistema é de R$ 1,2 bilhão por ano", justificou. O integrante do GDF também colocou a culpa do aumento nas fraudes das gratuidades, a exemplo do Passe Livre Estudantil. 
 
Para o coordenador do grupo, Wasny de Roure, o Passe Livre é uma conquista que está mal regulada. "O que existe é que o GDF não apresentou projetos para melhorar o sistema", criticou. O aumento no subsidio do governo também foi condenado pelo parlamentar. "O GDF tem que fazer o dever de casa. Um subsidio saltar em três anos, de R$ 130 milhões, para mais de R$ 640 milhões, é inadimissivel", completou. 
 
Wasny também questionou a responsabilidade da verificação dos custos após o secretário dizer que o GDF tem "100% de responsabilidade sobre a gestão do modelo de transporte". Para o petista, o contrato original mostra que as concessionárias tem a responsabilidade de apresentar os custos. 
 
Outro ponto abordado por Roure, foi o desrespeito do GDF frente a Procuradoria-Geral do DF. "O Governador tem um parecer definindo que a gratuidade deve observar o valor da tarifa do usuário e não a tarifa técnica. Será que o parecer não tem peso", questionou. 
 
Diálogo - É o que as organizações presentes desejavam ter com o GDF antes do aumento. O presidente da Associação Comercial do DF, Cleber Pires, lembrou que o aumento repentino além de onerar o cidadão, pode provocar demissões. 
 
Representantes dos movimentos que vem realizando os protestos contra os reajustes também participaram da reunião. Integrantes do MPL (Movimento Passe Livre), repudiaram a postura violenta da Polícia Militar durante os protestos e pediram que o GDF seja transparente apresentando a planilha de custos das empresas. "Direito se amplia, não se restringe", defendeu um dos integrantes do MPL. 
 
Próximos passos - Após a reunião, Wasny de Roure condenou a falta de diálogo do GDF com a sociedade sobre o aumento e afirmou que apesar do pouco tempo, a casa fará o debate para que este aumento seja suspenso. "Nós iremos nos reunir e até o dia 12, data da sessão extraordinária, iremos apresentar uma proposta que seja interessante à sociedade", finalizou, o distrital. 
 
Uma próxima reunião do colegiado está marcada para a próxima quarta-feira (11), às 11h, na Câmara Legislativa. Na oportunidade, os parlamentares devem apresentar um relatório inicial para a votação da próxima quinta-feira (12).
 
Por Marcos Paulo Lima - Imprensa Wasny de Roure

Rollemberg precisa dar uma guinada

Por Delmo Menezes - Agênda Capital - 19/12/2016 - 15:11:44



O resultado das eleições na Câmara Legislativa do DF (CLDF), ainda não foi totalmente “digerido” pelo Buriti, apesar do governo declarar logo após a confirmação da vitória de Joe Valle (PDT), que o novo presidente é da base governista, ou seja, seu aliado político.

Se fizermos uma análise um pouco mais aprofundada, perceberemos que as coisas não são bem assim. Claro que o comportamento de Joe Valle é bem diferente de Celina Leão (PPS), que no início de sua gestão à frente da CLDF, mostrou uma certa independência entre os poderes, o que não agradou o Buriti.

Enfrentando diversos problemas em áreas vitais do seu governo, principalmente na Segurança, Educação e Saúde, Rollemberg precisa dar uma guinada nestas pastas, para passar confiança a população, as quais tem sido uma “pedra no sapato” do chefe do Executivo.

Na área de Saúde, mesmo sabendo dos diversos problemas que gerou a implantação de Organizações Sociais em vários estados, que vai desde a corrupção, até a má gestão, o GDF insiste em implantar este modelo de gestão na Saúde pública do DF. Temos visto que o problema da Saúde, não é somente a falta de recursos financeiros, o problema está na péssima gestão daqueles que comandam a pasta, e que não conhecem o funcionamento da estrutura da Secretaria de Saúde.

O novo presidente da Câmara Legislativa do DF, o distrital Joe Valle, surge como uma alternativa a um cargo majoritário, podendo ter como opção, senado, vice-governador ou quem sabe, governador. Isto vai depender muito do seu desempenho à frente da CLDF, e de como será o comportamento do governo nos últimos 02 anos de mandato.

Vamos aguardar um pouco mais, principalmente em relação as mudanças que Rollemberg já sinalizou que irá realizar no início de 2017, com a reforma do seu secretariado e a ajuda indispensável do PSDB na condução da gestão local. Dentro deste contexto, é tido como certa, a troca do comando da Segurança e Saúde, e outras mudanças no primeiro escalão do governo.