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O&P Brasil: Rollemberg lidera todos os cenários de pesquisa para 2018

Por Ana Maria Campos, do CB Poder - 19/06/2016 10:00 / atualizado em 19/06/2016 10:50

 
Foto: Andre Borges/Agência Brasília

Com a crise financeira e o caos político nacional, analistas avaliam que o antigo grupo rorizista pode voltar com força às disputas eleitorais do Distrito Federal.

Uma pesquisa da O&P Brasil, a que a coluna Eixo Capital teve acesso, aponta que não surgiram até o momento nomes no cenário local com força para virar o quadro.

Rodrigo Rollemberg (PSB) lidera todos os cenários apresentados ao eleitor no levantamento.

O instituto incluiu na pesquisa apenas os nomes lembrados para concorrer ao Palácio do Buriti, em 2018.

Dessa forma, embora sejam fortes na política local, os senadores Cristovam Buarque (PPS) e José Antônio Reguffe (sem partido), que não pretendem se candidatar, não foram testados.

Concluída em 13 de junho, a pesquisa ouviu mil pessoas, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais

Veja os resultados:

Cenário 1

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 16%
Robson Rodovalho (PP) – 11,5%
Érika Kokay (PT) – 10,4%
Alberto Fraga (DEM) – 10,2%
Rogério Rosso (PSD) – 9,5%
Izalci Lucas (PSDB) – 5,2%
Tadeu Filippelli (PMDB) – 4,6%
Chico Leite (Rede) – 4,1%
Renato Rainha – 1,9%
Nenhum – 24,2%
Indeciso, não sabe ou não respondeu – 2,6%

Cenário 2

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 21,1%
Rogério Rosso (PSD) – 13,1%
Chico Leite (Rede) – 8,5%
Izalci Lucas (PSDB) – 7,0%
Geraldo Magela (PT) – 5,8%
Tadeu Filippelli (PMDB) – 5,3%
Nenhum – 33,9%
Indeciso, não sabe ou não respondeu – 5,1%

Cenário 3

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 18,1%
Rogério Rosso (PSD) – 11,6%
Robson Rodovalho (PP) – 10,9%
Celina Leão (PPS) – 10,8%
Chico Leite (Rede) – 6,1%
Izalci Lucas (PSDB) – 6,0%
Geraldo Magela (PT) – 4,0%
Nenhum – 28,4%
Indeciso, não sabe ou não respondeu – 4,3%

Efeito surpresa

Um dado chama a atenção na pesquisa: entre 24,2% a 33,9% não querem nenhum dos candidatos apresentados no DF. E se surgir uma novidade?

Saúde e segurança pioraram

No sentimento da população, duas áreas consideradas estratégicas estão entre as que estão em situação mais crítica do que no governo passado. Para 78,7% da população, a saúde piorou. No caso da segurança pública, metade dos moradores da capital acha que a criminalidade avançou. O percentual registrado foi de 50,1%. A surpresa é a área de mobilidade. Para 22,8%, o transporte melhorou. Foi o maior índice entre os setores pesquisados.

Derrota para Lula
A pesquisa O&P Brasil indica que o ex-presidente Lula não tem vez no Distrito Federal. Se a eleição fosse hoje, o líder petista perderia no segundo turno para todos os candidatos apresentados, segundo a avaliação dos eleitores da capital do país. Numa eventual disputa com Marina Silva (Rede), o resultado seria 54,4% contra 19%, para Lula. Outros 25,8% não souberam responder. No páreo com o tucano José Serra, Lula alcançaria 24,6%, contra 41,1% do senador paulista. Neste caso, a dúvida foi maior: 34,5% não escolheram nenhum dos dois.

Estrela chamuscada

Depois de quatro anos do governo de Agnelo e um impeachment contra a presidente Dilma, o petismo na capital parece ter chegado ao momento de maior rejeição de sua história. Na pesquisa O&P Brasil, apenas 7,7% dos entrevistados declararam simpatia ao partido da estrela vermelha. Quase metade (43,1%) da população apontou rejeição forte ao PT.

 

Capo di tutti capi Infiltrado ?

Blog Donny Silva - 16/06/2016, com adaptações 


Da direita para a esquerda: José Flávio, Paulo Fona, Jaqueline Roriz, Weslian Roriz, Liliane Roriz e Joaquim Roriz.

Nos bastidores, alguns integrantes do governo do PSB acusam o Secretário-Adjunto de Relações Institucionais, José Flávio, de ter sido ‘plantado’   no governo de Rollemberg a mando do grupo  rorizista/arrudista, e que o mesmo estaria repassando informações privilegiadas para os adversários do governador do PSB.

Pelo sim pelo não, o fato é que os adversários citados estão muito bem informados. Aliás, bem até demais.

 

João Vaccari decide quebrar o silêncio: “Se eu falar, entrego a alma do PT”

O homem que arrecadou e distribuiu mais de 1 bilhão de reais em propina para o PT, do qual foi tesoureiro, se prepara para falar à Lava Jato

Blog do Callado - 10/06/2016


João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT(Vagner Rosario/VEJA)

Por: Robson Bonin – Em março passado, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto teve uma conversa reveladora com um de seus companheiros de cárcere. A situação de abandono do superburocrata petista, sentenciado a mais de 24 anos de prisão e com pelo menos outras quatro condenações a caminho, fez o interlocutor perguntar se ele não considerava a hipótese de tentar um acordo de delação com a Justiça. Conhecido pelo temperamento fechado, que lhe rendeu o apelido de “Padre” nos tempos de militância sindical, Vaccari respondeu como se já tivesse pensado muito sobre o assunto: “Não posso delatar porque sou um fundador do partido. Se eu falar, entrego a alma do PT. E tem mais: o pessoal da CUT me mata assim que eu botar a cara na rua”. Algo aconteceu nos últimos dois meses. Depois desse diálogo travado com um petista importante e testemunhado por outros presos, Vaccari não resistiu às próprias convicções e resolveu romper o pacto de silêncio. O caixa do PT, o homem que durante décadas atuou nas sombras, o dono de segredos devastadores, decidiu delatar.

Preso desde abril do ano passado, o ex-tesoureiro, hoje no Complexo Médico-Penal de Pinhais, no Paraná, está corroído física e psicologicamente, segundo relatam pessoas próximas. Ele sabe que a hipótese de escapar impune não existe. Assim como os demais delatores, sabe que, aos 57 anos de idade, a colaboração com a Justiça é o único caminho que pode livrá-lo de morrer na prisão. Os movimentos do ex-tesoureiro em direção à delação estão avançados. Emissários da família de Vaccari já sondaram advogados especializados no assunto. Em conversas reservadas, discutiu-se até o teor do que poderia ser revelado. Um dos primeiros tópicos a ser oferecido aos procuradores trata da campanha eleitoral de Dilma Rousseff em 2014. Vaccari tem documentos e provas que podem sacramentar de vez o destino da presidente afastada, mas não só. O ex-tesoureiro sempre foi ligado ao ex-­presidente Lula e, como ele mesmo disse, conhece a alma do PT.

A cúpula do partido foi informada sobre a disposição do ex-tesoureiro há duas semanas. A primeira reação dos petistas foi de surpresa, depois substituída por preocupação. Até onde o ex-tesou­reiro chegaria? Uma comitiva foi despachada a Curitiba para tentar descobrir. Encarregado da missão estava o líder do PT na Câmara, Afonso Florence, que foi ao presídio acompanhado pelo ex-deputado paranaense Ângelo Vanhoni. Em Pinhais, ainda não se sabe exatamente de que maneira a comitiva conseguiu driblar os controles da prisão e conversar longamente com o ex-tesoureiro. Magoado, reclamando de ter sido esquecido na prisão, Vaccari confirmou sua decisão de quebrar o silêncio. Os petistas retornaram a Brasília estranhamente mais calmos. Florence procurou o líder do PT no Senado, Paulo Rocha, e relatou a conversa que tivera com Vaccari. “Será uma explosão controlada”, disse. O que significava isso? O parlamentar explicou que Vaccari pode prestar depoimentos calculados, detonando explosões com efeito controlado para provar a “ilegitimidade” do governo Temer. Se o plano petista der certo, a carreira política de Dilma Rousseff será liquidada, mas também terá arrastado ao cadafalso o presidente interino Michel Temer, por comprometer a chapa eleita em 2014.

Dia Nacional da Adoção: toda criança tem direito a uma família

“Não conseguimos mais pensar na vida sem ela.” É assim que a servidora pública Cristiane Aparecida Carneiro define o sentimento em relação à filha Joana, de 3 anos e 5 meses. Cristiane e o marido, André Luiz Sousa, adotaram a menina em 2013. Neste 25 de maio, Dia Nacional da Adoção, eles têm todos os motivos para comemorar. “É muito gratificante ver nossa filha crescendo, traz uma felicidade muito grande”, diz.

O casal procurou a Vara da Infância e da Juventude (VIJ) em 2009, quando decidiu que gostaria de adotar uma criança. O processo de habilitação (veja "Como funciona") durou cerca de um ano. Eles não fizeram nenhuma exigência sobre o sexo ou a cor da criança, apenas gostariam que tivesse até quatro anos de idade.

A espera durou até 2013. “Quando a assistente social telefonou para o meu marido e contou que havia uma criança que poderia ser nossa filha, meu coração disparou”, lembra a mãe. Na véspera do dia dos pais daquele ano, a menina foi para casa pela primeira vez. “A família estava reunida, foi uma festa”, conta Cristiane, emocionada.

Desafios

Existem, hoje, 35.735 pretendentes inscritos no Cadastro Nacional de Adoção. O número de crianças e adolescentes disponíveis para adoção é menor: 6.590, de acordo com dados fornecidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Apesar do grande número de interessados, o tempo de espera pode ser longo. Para a promotora de Justiça de Defesa da Infância e da Juventude Luisa de Marillac, essa disparidade se deve, principalmente, à incompatibilidade entre as expectativas dos pretendentes e os perfis das crianças e adolescentes disponíveis. “Crianças de até três anos de idade esperam bem menos”, afirma.

Ela acredita que as mudanças trazidas pela Lei nº 12.010/2009 têm impacto positivo sobre o tempo de espera. “A legislação orienta e estimula a adoção interracial, de crianças maiores ou de adolescentes, de grupos de irmãos e daqueles com necessidades específicas de saúde ou com deficiências”, explica. “Já percebemos um aumento de adoções desses grupos aqui no Distrito Federal”, complementa.

Soraia Carneiro, psicóloga e presidente da organização não governamental Aconchego, também vê avanços. Para ela, o curso obrigatório para os pretendentes é uma inovação importante. “Acredito que, depois da lei, os pretendentes estão mais preparados porque compreendem melhor o que a adoção significa”, explica. Apesar disso, ela acredita que ainda haja desafios. “Existem questões sociais sérias que só serão resolvidas com políticas públicas adequadas”, diz.

Essa também é a posição da psicóloga Niva Campos, supervisora substituta da área de adoção da VIJ. Ela acredita que o curso de preparação ajuda na flexibilização do perfil de criança que os pretendentes esperam. “O trabalho de preparação tem sido muito produtivo. Hoje percebemos os pretendentes mais abertos para receber crianças mais velhas, por exemplo”, afirma.

Como funciona

Os interessados em adotar passam por um procedimento preparatório, a habilitação para adoção. Essa etapa serve para demonstrar que a pessoa tem capacidade de exercer a maternidade ou a paternidade de forma responsável. “Os pretendentes precisam estar preparados para cumprir todos os deveres de cuidado, proteção e guarda e ser protagonistas de todos os direitos fundamentais a que as crianças fazem jus”, explica a promotora de Justiça Luisa de Marillac.

Para a habilitação, o interessado deve apresentar à Justiça documentos que comprovem boa saúde e ausência de antecedentes criminais, além de informações pessoais, como renda e local de residência. A próxima etapa é o estudo psicossocial, em que o histórico de vida dos candidatos a pais adotivos é avaliado. O último passo é o curso de preparação, no qual aspectos jurídicos e psicossociais da adoção são discutidos. O Ministério Público tem atribuição de fiscalizar todo o processo.

Cumpridos esses requisitos, o interessado é habilitado e inserido no Cadastro Nacional de Adoção. Quando há compatibilidade entre os perfis do pretendente e de uma criança, a Justiça determina um estágio de convivência, que serve para avaliar a afinidade e a formação de vínculos.

Após o estágio, a equipe psicossocial da Vara responsável produz um relatório técnico que embasará a decisão judicial. Se as condições forem favoráveis, será proferida sentença deferindo o pedido de adoção. É assim que pretendentes e crianças se tornam pais e filhos. Essa decisão é irrevogável e impede qualquer distinção entre filhos biológicos e adotivos.

Da Redação MPDFT - 25/05/2016

Chico Leite visita moradores do Setor Sul do Gama e ouve reivindicações da comunidade

O parlamentar esteve nas cidades reunido com moradores e lideranças comunitárias para tratar de questões ecológicas e debater os pleitos dos moradores

Da assessoria de comunicação do deputado distrital Chico Leite, com adaptação - 24/05/2015  

 

O deputado distrital Chico Leite esteve na manhã deste domingo (22), no Gama. Em entrevista à Rádio Comunitária FM 98,1, o parlamentar falou sobre as diversas ações que vêm sendo realizadas pelo seu mandato, entre elas, “a reforma da farmácia de alto custo, a reforma do Cine Itapuã, a construção do estacionamento para o campus da Universidade de Brasília (UnB – Gama). Além disso, o distrital falou sobre as emendas orçamentárias destinadas pelo Orçamento Participativo de seu mandato para o Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF), para melhorias nas escolas públicas”.

Ainda na cidade, o parlamentar esteve reunido com ativistas da área ecológica e o grupo Eco Sócios discutindo questões de preservação ambiental e ações ecológicas na cidade. “Estamos vivendo um momento no qual é necessário nos reeducarmos em questões ambientais e ecológicas. Os debates precisam ser intensificados e medidas devem ser tomadas” afirmou Chico Leite.

 

Romero Jucá coloca um ponto final no governo Temer

Blog do Rovai - 23/05/2016

A mídia, o Congresso, o Supremo e todas as forças que atuaram para derrubar Dilma, segundo Romero Jucá em áudio vazado pela Folha de S. Paulo hoje, podem até tentar matar no peito o que já estava claro e agora se comprova, Dilma só está sofrendo o processo do impeachment porque os corruptos de fato querem se livrar da Lava Jato. Mas mesmo que isso ocorra e Dilma seja cassada no Senado, não há mais qualquer possibilidade de sucesso para o governo Temer.

Romero Jucá é um dos homens de terno preto de Michel Temer. Ele de um lado e Eduardo Cunha de outro foram os grandes articuladores do processo de impeachment.

Quando essa sua conversa com Sérgio Machado vem à tona, o que se revela não é apenas um papo de amigos, mas os intestinos do golpe.

Fica claro que Dilma não foi afastada nem pelos seus erros e muito menos por ter cometido crime de responsabilidade. Mas porque não aceitou participar da máfia da qual, segundo Jucá, fazem parte ministros do Supremo e setores das Forças Armadas, além de Aécio, seu PSDB e a mídia, que segundo Jucá, só pararia de falar na Lava Jato se Dilma sofresse o impeachment.

Essa gravação da conversa de Jucá e Sérgio Machado é muito mais grave do que a delação de Delcídio ou a de Roberto Jefferson. Porque é algo espontâneo, onde tudo que é dito não faz parte de um roteiro. E revela os bastidores do golpe com uma nitidez impressionante.

Não há mais como dizer que o Brasil não vive um golpe de Estado depois da revelação deste áudio. Internacionalmente isso será a prova que muitos órgãos de imprensa precisavam para não ter mais dúvida alguma sobre isso e democratas mundo afora vão se solidarizar com Dilma.

O governo ilegítimo e interino de Temer foi atingido no coração.

É claro que a mídia que participou ativamente do golpe vai buscar salvá-lo, mas essa operação tem chance zero de dar certo.

Esta dada a grande oportunidade para Dilma. Ela precisa sentar com os senadores que não estão diretamente envolvidos no motim, articular uma base ampla na sociedade civil, levando em consideração a força dos movimentos sociais que lhe deram apoio, conversar com grandes empresários que não participaram dessa articulação e pactuar uma nova agenda.

Um novo governo que teria como objetivo tirar o Brasil do impasse, montando, de fato, um ministério de pessoas sérias e respeitadíssimas e que não dialogassem apenas com o Congresso, mas com o país como um todo.

Jucá, o maior dos conspiradores, abriu uma porta imensa para que se possa salvar a democracia brasileira. É preciso aproveitá-la, mas com muita tranquilidade e habilidade.

PS: Prestem bem atenção no que Jucá e Sérgio Machado falam sobre Aécio. Nesta conversa, o tucano, aparece como é. E como todos os políticos o retratam em off.

"Eu vi tudo ruir", diz Lula sobre afastamento de Dilma

"O dia da indignação"

DO UOL, EM SÃO PAULO - 20/05/2016 - 07:51:54

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (19), em entrevista a jornalistas estrangeiros, que o dia do afastamento da presidente Dilma Rousseff da Presidência da República foi "o dia da indignação" para ele, marcado também por um sentimento de derrota e frustração. "Eu vi aquilo ruir, desmoronar."

"Eu não queria estar naquele ato, eu não queria estar naquela foto, porque penso que foi uma sangria, e foi quase que um estupro feito na democracia brasileira que permitiu que a presidenta Dilma deixasse a Presidência antes de terminar o seu mandato", afirmou Lula.

O ex-presidente disse que não se sentiu "confortável". ... "Foi um dia muito triste para mim porque não era apenas uma presidenta que estava deixando a Presidência de forma abrupta, era um projeto, um projeto de sonho, um projeto de inclusão social, um projeto que mostrou ao mundo que fica muito fácil governar um país e resolver os problemas do povo pobre quando você inclui os pobres no orçamento do país, quando você deixa de tratá-los apenas como uma estatística ou problema social", explicou. 

 O ex-presidente disse que fez questão de acompanhar Dilma naquele momento por "solidariedade" e "para mostrar aos adversários que tem muita coisa para acontecer nesse país, tem muita luta e ainda falta muita conquista para o povo brasileiro"

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