Concurso Miss e Mister Cadeirante DF Universo terá o seu lançamento oficial nesta sexta-feira (7), às 18h, no JK Shopping em Ceilândia. Na ocasião, os candidatos farão seu primeiro ensaio fotográfico e receberão as faixas de suas respectivas cidades. O evento também contará com a apresentação da cantora Brycia Helen que participou do  The Voice Brasil

(Brasília, 6 de julho de 2017) - Cerca de 30 cadeirantes de diversas regiões administrativas participarão do concurso Musa e Mister Cadeirante Universo Distrito Federal 2017- que será realizado pela primeira vez no país.  O evento será lançado oficialmente nesta sexta-feira (7), a partir das 18h, no JK Shopping em Ceilândia. A final regional que elegerá os cadeirantes mais bonitos do DF ocorrerá em 7 de agosto, a partir das 16h, no mesmo local.

Nesta sexta-feira (7), os cadeirantes participarão do primeiro ensaio fotográfico e terão direito a maquiagem profissional.  Além de capricharem no visual, os candidatos receberão as faixas de suas respectivas cidades. O evento também contará com a apresentação da cantora Brycia Helen que participou do The Voice Brasil.

O idealizador do evento, Ralph Santos, que já trabalha com os mais importantes concursos de beleza do país, explica que a iniciativa tem como objetivo chamar atenção da sociedade para a inclusão social, além da quebra de preconceitos. “O Miss e Mister cadeirante não são apenas concursos de beleza; são, na verdade, o mote, o pontapé inicial, para se refletir sobre a condição dos cadeirantes, para se repensar o modelo nacional excludente, que trata e pensa o cadeirante como alguém diferente, que precisa de um tratamento assistencialista. É preciso tratá-los como iguais, mas dando a eles a condição necessária para que possam se incluir e viver com dignidade”, ressalta Ralph Santos.

Como parte da formação dos candidatos, a organização do evento oferece workshops, palestras motivacionais e atividades sociais, como visitas a creches e asilos da cidade. O concurso é realizado por parceiros e voluntários de vários segmentos da sociedade e não tem nenhum cunho partidário, financeiro ou político.  A proposta do concurso é também que os vencedores se tornem representantes das causas dos direitos e garantias da pessoa com deficiência física no DF, onde promoverão ações ligadas aos direitos e desenvolvimento social do cadeirante.  

Paralelamente ao evento também serão realizados os concursos Musa e Mister Distrito Federal Universo, respectivamente nos dias 9 e 12 de agosto, a partir das 16h, no Jk Shopping em Ceilândia. Os vencedores irão representar o Distrito Federal no concurso nacional, que por sua vez escolhe  o representante para o Mister Universo.

SERVIÇO

O quê: Lançamento oficial do concurso Musa e Mister Cadeirante Universo Distrito Federal 2017

Quando: nesta sexta (7), no JK Shopping em Ceilândia

Endereço: St. M Norte 34 Área Especial 1

Quanto: Entrada franca

Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos.

Contato: 984535336

 

FINAIS

O quê: Musa e Mister Cadeirante Universo Distrito Federal 2017 (etapa regional)

Quando: 7 de agosto  de 2017, às 16h

Onde: JK Shopping em Ceilândia

Quanto: Entrada franca

Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos.

Contato: 984535336


O quê:
 Musa e Mister Universo Distrito Federal 2017, respectivamente nos dias 9 e 12 de agosto, a partir das 16h,

Quando: respectivamente nos dias 9 e 12 de agosto, a partir das 16h 

Onde: JK Shopping em Ceilândia

Quanto: Entrada franca

Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos.

Contato: 984535336

http://misterbrasiluniverso.com.br/  

 

Norma inclui na categoria pessoas com impedimentos que obstruam a participação social em igualdade de condições

Uma lei distrital publicada no último mês altera a definição do que são pessoas com deficiência perante o Estatuto do Portador de Necessidades Especiais e da Pessoa com Deficiência do DF. O projeto inclui no grupo as pessoas “que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas”.

Até então, o estatuto abarcava apenas pessoas com necessidades especiais e com deficiência de que tratam a Constituição Federal e a Lei Orgânica do Distrito Federal. Com a alteração da norma, também entram na categoria quem tenha alguma condição que impeça a participação social em condição de igualdade com os outros.

De autoria do deputado distrital Juarezão (PSB), o projeto foi publicado em Diário Oficial do DF no último dia 28 de abril. A proposta havia sido vetada pelo governador Rodrigo Rollemberg, mas foi mantida pela Câmara Legislativa.

Passe livre
Na mesma data, uma outra lei referente a portadores de necessidades especiais também foi publicada no Diário Oficial. A norma prevê a ampliação do prazo de recadastramento do passe livre para indivíduos com deficiência. Com a publicação da lei, o período de renovação dos dados passa a ser de cinco anos. Antes, deveria ser feita a cada dois anos.

O projeto, de autoria do deputado Júlio César (PRB), também havia sido vetado por Rollemberg. Mas essa canetada também foi derrubada pela CLDF.

Da Redação do portal Metrópoles - 04/05/2017 19:38

 

 

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil - 02/01/2016 09h28

No Instituto Municipal Helena Antipoff, professoras aprendem o braille para promover a inclusão de crianças com deficiência na rede pública de ensino Tomaz Silva/Agência Brasil

Entra em vigor neste sábado (2) o Estatuto da Pessoa com Deficiência, que traz regras e orientações para a promoção dos direitos e liberdades dos deficientes com o objetivo de garantir a essas pessoas inclusão social e cidadania. A nova legislação, chamada de Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, garante condições de acesso a educação e saúde e estabelece punições para atitudes discriminatórias contra essa parcela da população.

Hoje no Brasil existem 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. A lei foi sancionada pelo governo federal em julho e passa a valer somente agora, 180 dias após sua publicação no Diário Oficial da União.

Menos abusos

Um dos avanços trazidos pela lei foi a proibição da cobrança de valores adicionais em matrículas e mensalidades de instituições de ensino privadas. O fim da chamada taxa extra, cobrada apenas de alunos com deficiência, era uma demanda de entidades que lutam pelos direitos das pessoas com deficiência.

Quem impedir ou dificultar o ingresso da pessoa com deficiência em planos privados de saúde está sujeito a pena de dois a cinco anos de detenção, além de multa. A mesma punição se aplica a quem negar emprego, recusar assistência médico-hospitalar ou outros direitos a alguém, em razão de sua deficiência.

Veto

Um trecho que foi vetado pela presidenta Dilma Rousseff na época de sua sanção, porém, gerou críticas. O projeto de lei aprovado pelos parlamentares obrigava empresas com menos de 100 funcionários a contratarem pelo menos uma pessoa com deficiência. Atualmente, a obrigação vale apenas para as empresas com 100 trabalhadores ou mais. O veto foi considerado pela deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), relatora da proposta na Câmara, uma “perda irreparável”.

Cotas

De acordo com o estatuto, as empresas de exploração de serviço de táxi deverão reservar 10% das vagas para condutores com deficiência. Legislações anteriores já previam a reserva de 2% das vagas dos estacionamentos públicos para pessoas com deficiência, mas a nova lei garante que haja no mínimo uma vaga em estacionamentos menores. Os locais devem estar devidamente sinalizados e os veículos deverão conter a credencial de beneficiário fornecida pelos órgãos de trânsito.

A legislação exige também que 10% dos dormitórios de hotéis e pousadas sejam acessíveis e que, ao menos uma unidade acessível, seja garantida.

Mais direitos

Outra novidade da lei é a possibilidade de o trabalhador com deficiência recorrer ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço quando receber prescrição de órtese ou prótese para promover sua acessibilidade.

Ao poder público cabe assegurar sistema educacional inclusivo, ofertar recursos de acessibilidade e garantir pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, de acordo com a lei. Para escolas inclusivas, o Estado deve oferecer educação bilíngue, em Libras como primeira língua e português como segunda.

Edição: Denise Griesinger

Por Zildenor Ferreira Dourado da CLDF  21/10/2015 - 19:48

A Câmara Legislativa realizou nesta quarta-feira (21), no Gama, a sétima edição do projeto Câmara em Movimento, com a aprovação de projetos de lei e apreciação de vetos. Mas o destaque da sessão extraordinária, que aconteceu no ginásio do centro olímpico da cidade, foram as reivindicações de obras e serviços, apresentadas pelos moradores e líderes comunitários, que se revezaram na tribuna, ao longo de toda a tarde.

Logo na abertura da sessão, os deputados distritais aprovaram a homologação do convênio do Confaz que isenta as pessoas com deficiência de impostos na compra veículos 0km. Os descontos chegam a até 25% sobre o valor normal.

Os distritais mantiveram o veto total do governador ao projeto de lei n° 408/2015, da deputada Liliane Roriz (PRTB), que previa a redução da base de impostos para medicamentos. Foram aprovados ainda requerimentos e moções, durante a parte inicial da sessão especial no Gama.

Reivindicações – Tão logo a presidente Celina Leão (PDT) abriu espaço para os depoimentos dos moradores, mais de 40 pessoas apresentaram reivindicações de obras. Muitas deles cobraram do governo a regularização de áreas rurais. Outros se queixaram da falta de estrutura das feiras livres e shoppings populares.

"Precisamos de gerador de energia e água potável para as nossas residências nos becos da cidade", cobrou Geraldo Alves. Já Bragança, representante do Shopping Popular, defendeu a necessidade de instalação de um projeto de energia naquele espaço, ocupado por 550 feirantes. O legendário palhaço Pirulito fez um apelo para que os distritais ajudem a reconstruir o antigo Cine Itapuã, que está fechado.

Emendas para Saúde -  Um dos parlamentares que respondeu às sugestões da comunidade, o líder do PT, deputado Chico Vigilante, disse aos moradores que os deputados distritais tiveram que abrir mão este ano de R$ 12 milhões em emendas, que destinariam para obras em todas as cidades do DF. "Em 2016, vou apresentar emendas para o Gama, que precisa de um novo hospital público pois o Hospital atual não suporta tantos puxadinhos".

O distrital Rodrigo Delmasso (PTN) também garantiu aos moradores que destinará parte de suas emendas ao Gama, lembrando que apresentou uma delas para a construção de um CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) para aquela cidade. A deputada Luzia de Paula (Rede) fez uma contundente defesa de construção de creches naquela cidade. "É um escândalo que o Gama não tenha uma creche sequer", criticou. Wasny de Roure (PT) informou aos participantes que apresentou projeto para reestabelecer a liberação de alvarás do Setor Leste Industrial do Gama.

Impostos - Ao fechar a edição do Câmara em Movimento, no começo da noite, Celina Leão ressaltou o empenho de todos os distritais da Câmara Legislativa na defesa dos interesses dos moradores do DF. "Não permitimos a aprovação de projetos que aumentavam impostos, sacrificando ainda mais a população", enfatizou, afirmando ainda que os deputados estão engajados na busca de acordo para as greves dos servidores, que buscam o pagamento dos reajustes aprovados pelos distritais, ano passado.

A presidente da CLDF elogiou a participação ativa dos moradores do Gama sessão do Câmara em Movimento e enalteceu a colaboração da administradora regional do Gama, Maria Antônia. A administradora parabenizou a iniciativa dos distritais, solicitando apoio para o atendimento das demandas apresentadas pelos moradores.

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Centro de Audição e Linguagem Ludovico Pavoni poderá atender aproximadamente 200 pacientes por mês

Foto da Internet: Reprodução

Pacientes com deficiência intelectual que precisam de atendimento na rede pública de saúde do DF podem contar, a partir de agora, com mais um local para reabilitação. A Secretaria de Saúde assinou contrato com o Centro de Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (Ceal), que agora passará a se chamar Centro de Reabilitação 2, por atender deficiências auditiva e intelectual. Até então, o centro atendia pacientes da rede apenas com problemas auditivos.

“O Ceal é o único no DF credenciado junto ao Ministério da Saúde como centro especializado em reabilitação 2, por isso, a Secretaria de Saúde está firmando esse contrato com ele. Com isso, agora temos dois espaços especializados no tratamento e reabilitação intelectual, um em Taguatinga e agora este, no Plano Piloto”, explica o coordenador da rede da pessoa com deficiência e gerente de Saúde Funcional da secretaria, Júlio César Isidro.

Com a assinatura do contrato, a Secretaria de Saúde fará um repasse financeiro recebido do Ministério da Saúde para o Ceal. “Recebemos R$ 349 mil por mês, para passar para os dois centros. O CER 2 receberá um pouco mais devido à estrutura que possui”, destaca Júlio César.

Para a coordenadora de projetos e convênios do centro, Maria Inês Serra Vieira, a assinatura do contrato é um alívio, principalmente para as mães que aguardavam, desde o ano passado, a abertura do atendimento para os filhos com deficiências intelectuais, em especial, os autistas. “Já temos o espaço pronto e um equipe multiprofissional formada, só aguardávamos a assinatura deste contrato”, diz.

A expectativa é de que 200 pacientes sejam atendidos por mês, somando-se aos 300 com deficiência auditiva já atendidos no centro. “O atendimento será regido pela regulação”, ressalta Maria Inês. A equipe que atenderá essas pessoas é formada por neuropediatra, fonoaudiólogos, psicólogos, terapeuta ocupacional, pedagogo, assistente social e otorrinolaringologista. 

Fonte: Ascom da Secretaria de Saúde do DF - 15/09/2015

 

Com surdos no elenco, a peça As mãos que rompem o silêncio é interpretada em português e em Língua Brasileira de Sinais (Libras)

Quando subir no palco da sala Plínio Marcos para dar vida à personagem Aninha, na próxima segunda-feira (27), a atriz Raquel Portela estará contando um pouco da própria história. "Quando estudei, não existia sequer a figura do intérprete. Foi já no ensino médio e, depois, na faculdade, que contei com a ajuda deles em sala de aula", lembra a deficiente auditiva de 23 anos.

A trama de As mãos que rompem o silêncio mostra a jornada de um casal simples do interior em busca de inclusão para a filha, Aninha, que é deficiente auditiva. Com dificuldades para interagir e educar a menina, eles sequer imaginavam a existência da Língua Brasileira de Sinais (Libra) — reconhecida oficialmente pela Lei 10.436, de 2002. Assim, a família parte para Brasília, em busca de educação e do exercício da cidadania plena para a jovem.

"Nunca se sabe quando vai surgir um filho surdo na família", reflete Raquel, que fora dos palcos é professora de educação física e trabalha com o condicionamento dos atletas da Federação Desportiva dos Surdos. Apesar de experiências anteriores em peças da igreja, ela não nega o frio na barriga antes de subir em um dos principais palcos da capital. "Estou ansiosa, será a primeira vez ante um grande público."

Nas duas primeiras cenas da trama, um tradutor passa para o português os diálogos em Libras, assim como traduz para a língua de sinais o que é dito em português. "Depois, a tradução se incorpora ao espetáculo, faz parte dele", explica o diretor Thomaz Coelho. Dentro da proposta, atores de misturam ao público em uma tentativa de transformar o teatro em uma grande classe. Assim, a audiência tem uma verdadeira aula sobre as origens da comunicação por sinais, desde a época do Império, no século XIX, de como funciona a Libras e de que forma ela muda para melhor o cotidiano dos deficientes auditivos.

"Embora tenha um cunho pedagógico, não é uma peça somente didática, ela contempla todos os parâmetros teatrais de entretenimento", conta Coelho, que garante que o enredo possibilita ao público momentos de muita emoção, assim como muitas boas risadas. O espetáculo é resultado de uma parceria entre o Instituto Mais Mulher e a Secretaria de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos

Segundo Alexandre Castro, integrante do elenco e servidor da coordenação de Promoção de Direitos da Pessoa com Deficiência (Promodef), ligado à secretaria, abraçar o espetáculo não foi uma escolha para a pasta, mas uma necessidade. "A peça mostra o potencial que o surdo tem e aborda aspectos importantes de acessibilidade". Dos sete atores, seis são ligados à Promodef.

O enredo também tem um caráter de serviço, ao explicar como funciona a Central de Interpretação de Libras, que disponibiliza tradutores para auxiliar no atendimento presencial e on-line de deficientes auditivos em órgãos públicos. Além da importância da Central, a autora do espetáculo ressalta a importância da Escola Bilíngue, da rede pública de Brasília. "Ela é pioneira por ter sido a primeira no Brasil a ter a Libras como primeira língua, e não o português", explica Christiane Burnier, do Instituto Mais Mulher. A data escolhida para a estreia da peça, explica, é uma alusão ao Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais, comemorado na última sexta-feira (24)

As mãos que rompem o silêncio
Sala Plínio Marcos — Complexo Cultural Funarte, no Eixo Monumental

Segunda-feira, às 19h
Entrada Franca

Fonte: Étore Medeiros, da Agência Brasília - 26/04/2015