É notória a presencial ausência do Estado no que se refere às setorizações sociocultural, ambiental, urbanística e viária, multiplicando a soma de obras de urbanização em logradouros públicos eivadas de erros e vícios. Seriam elas projetadas e executadas por técnicos – urbanistas de ofício? Porque se mostram com características empíricas e com ações antrópicas que agudizam a irresponsabilidade quanto à drenagem e à acessibilidade. E quanto ao nosso visual? A equipe de planejamento urbano – plano de ocupação – não deveria ter a participação do sistema Crea, Cau, Confea E IAB? Asseguraria a credibilidade da ação, tão necessária para garantir a presença do então ausente Estado, quanto de interferências proibitivas de edifícios em áreas públicas – verdadeiros erros e destruidores do verde, interferindo na permeabilidade do solo, tornando-o apropriado para a proliferação de vetores. Brasília anda é patrimônio cultural da humanidade. Os citados edifícios construídos em áreas públicas têm apropriado nome: voto.

Ariomar da Luz Nogueira 

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