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Dr. Michel (PP) Presidente da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Legislativa

À queima-roupa

 

O senhor é do partido do deputado Benedito Domingos. Vai protegê-lo no processo por quebra de decoro
aberto na última quinta-feira?


Não protejo ninguém. Quando era delegado não protegi nem a minha família. Não vai ser por conta de partido que vou mudar isso. Quem fez suas besteiras que a segure.  ...

Seu correligionário foi condenado pelo Tribunal de Justiça por corrupção. Ele quebrou o decoro?
Temos que avaliar. A condenação  indica que o deputado condenado quebra o decoro. Mas ainda temos que dar a ele o direito a defesa eavaliar friamente antes do veredicto.

Se o senhor for escolhido relator, será um peso ?
Sem problema algum. Estarei fazendo um trabalho como qualquer outro. O partido não  está em julgamento. O deputado Benedito não é o PP.

Benedito sempre foi um líder importante do PP. Como fica o partido se ele for cassado?

Mesmo assim, poderá ficar no partido. Mas a vida é cíclica. Tem que ser dinâmica. Podem se construir novas lideranças. Ninguém é eterno.

Acha que deve ser voto aberto ou secreto?
Sempre voto aberto. Deputado não pode ficar em cima do muro, senão leva pedrada dos dois lados.

O PPCub  está pronto para votar?
Ainda falta muita coisa. Temos que analisar isso aí. Eu ainda não estou preparado para votar.

Fonte: Ana Maria Campos e Helena Mader, Coluna Eixo Capital - Correio Braziliense - 24/11/2013

À Queima Roupa: Liliane Roriz (PRTB)


Carlos Moura/CB/D.A Press

Apontada como potencial herdeira dos votos do pai e possível Plano B do grupo de Joaquim Roriz para as eleições de 2014, a deputada defende a candidatura do patriarca, mas diz que está "preparada para tudo".


A união de Roriz e Arruda no ano que vem já está decidida?

Não foi batido o martelo ainda. Por enquanto, eles estão só nas conversas. Já tiveram alguns encontros, o Arruda foi fazer uma visita de cortesia ao meu pai em São Paulo, depois tiveram juntos duas vezes aqui em Brasília, uma delas na casa do Fraga. Mas ninguém pode falar por eles, nem eu, tampouco o Antônio Gomes (secretário-geral do PR, que declarou em entrevista ao Correio esta semana que Arruda e Roriz estarão juntos em 2014).

Mas essa união é possível?

É possível sim, são duas forças políticas da cidade, que têm que se entender. Mas isso só vai ser decidido no ano que vem.

Seu pai será candidato?

Acredito que ele disputará, sim, as eleições no ano que vem. Ele está muito animado para a disputa e as pesquisas deixam ele ainda mais decidido a concorrer.

Você é sempre citada como um plano B ao Joaquim Roriz. Vai disputar o governo caso seu pai tenha algum impedimento jurídico ou de saúde?

Estou preparada para tudo. Mas, neste momento, minha atenção está totalmente voltada aos grandes projetos da Câmara Legislativa. Estou trabalhando muito no meu mandato, preocupada com questões relevantes para a cidade. Daqui até o fim do ano, vamos analisar o PPCUB (Plano de Proteção ao Conjunto Urbanístico de Brasília), a Luos (Lei de Uso e Ocupação do Solo) e o orçamento. Portanto, acho prematuro falar de eleição agora.

Esta semana, circulou pela internet uma foto sua ao lado do deputado Reguffe (PDT). A que se deveu o encontro?

É bom deixar isso bem claro, fui tomar um café lá no gabinete dele a convite do próprio Reguffe. Na semana passada, fiz um pronunciamento duro com relação ao PPCUB e ele me parabenizou por meu discurso, pela minha postura e, na ocasião, me chamou para visitar o gabinete dele. Fui a convite dele. Conversamos muito sobre o PPCUB, sobre política, família, e sobre o contexto da cidade, foi uma conversa muito boa, tanto ele quanto eu queremos o bem da cidade.

Trataram de eleição?

Não falamos absolutamente nada sobre 2014.

É possível uma aliança com candidatos de esquerda, como o próprio Reguffe ou o senador Rollemberg (PSB)?

Quando o assunto é o bem da cidade, essas divergências se tornam pequenas. Estou aberta a todas as conversas.

Seu pai governou a cidade durante quatro anos, mas você tem um discurso de renovação. Como herdar o espólio eleitoral dele e, ao mesmo tempo, passar para o eleitor uma imagem de novidade na política?

Fui criada no meio de uma família política. É claro que cada um pensa de um jeito, meu pai tem as ideias dele, eu tenho as minhas. Mas a gente se respeita muito.

Fonte:Eixo Capital


 

À Queima Roupa: Alberto Fraga, presidente regional do DEM



Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press


O reencontro dos ex-governadores José Roberto Arruda e Joaquim Roriz aconteceu na sua casa, durante um jantar. Você acompanhou a conversa?

Cedi minha casa porque, de acordo com Roriz, era um lugar onde não haveria vazamentos. Por isso, coloquei os dois em uma sala isolada e os deixei sozinhos para conversarem.

Não teve curiosidade de saber o que eles estavam conversando?

A curiosidade foi tirada depois, em conversas com o Arruda e com o Roriz. Eles me colocaram o que foi discutido. O objetivo era fazer o entendimento entre os dois, o que foi alcançado.

O surgimento de lideranças de partidos de direita tem despertado ciúmes. A pré-candidatura de Luiz Pitiman (PSDB), por exemplo, causou reações de correligionários. A oposição no DF está dividida?

A direita pode estar brigando, mas o pensamento é que lá na frente todos vão estar juntos. O problema do Pitiman é que ele não tem histórico e densidade política. Ele chega no processo como uma pessoa habilidosa e bem articulada, que de repente queria se titularizar na disputa para a sucessão, mas sem ter aquilo que é mais importante em uma eleição, que é o voto.

Quem desse grupo tem mais condições de ser cabeça de chapa em 2014?

As nossas duas grandes lideranças são Roriz e Arruda. Se ele forem impossibilitados, haverá um entendimento entre os dois para que indiquem sucessores de seus espólios. Aí, pode ser que seja o Pitiman, a Eliana Pedrosa, eu, ou o Izalci, por exemplo. Mas tem que ser um nome abençoado por Roriz e Arruda. É legítimo pleitear qualquer coisa, mas é preciso ter humildade. Tive 511 mil votos em 2010 e, mesmo assim, não digo que sou candidato a governador acima de qualquer coisa.

O também senhor é pré-candidato ao governo?

Só seria candidato a governador se houvesse consenso e harmonia, ao contrário de alguns, que só porque são habilidosos e bons de conversa acham que vão levar todo mundo no bico. Eu falo o que eu acho que tem que ser falado. As pessoas precisam ter senso para não ficarem expostas a determinadas críticas. Temos que formar o time, mas só escalar em 2014. Alguns não entendem essa mensagem e se acham no direito de se arvorarem a candidato na sucessão. O Pitiman queimou a largada.

Nesta semana, o senhor almoçou com Jofran Frejat (PR) e Izalci (PSDB). Os três podem estar em uma chapa majoritária?

Podemos, claro. Nós reunimos em três nomes questões importantes como saúde, educação e segurança, que são pilares básicos para a sociedade brasiliense. Começaram os entendimentos, mas tivemos o cuidado e a cautela de não tomar nenhuma decisão definitiva, nem fazer nenhum anúncio antecipado. Vamos continuar conversando, é assim que tem que ser.

O senhor convidou o ex-governador Joaquim Roriz para ir para o DEM e o nome foi rejeitado pelo diretório nacional. O senhor não desconfiou que poderia haver rejeição? Foi um jogo de cena?

Foi um grande equivoco por parte do presidente nacional do DEM. Ele não conhece a realidade de Brasília, deu a sua posição, que não foi nem a do diretório. Houve votação, um placar de oito favoráveis e três contrário. Dois desses ele foi buscar pelo telefone. Eu e quem entende de política lamentamos essa posição, até mesmo porque o partido ganharia musculatura para disputar uma eleição majoritária no DF em 2014.

O episódio enfraqueceu o diretório regional do DEM e consequentemente o senhor?

Sim, enfraqueceu muito. O DEM só não morreu porque eu não saí, não abandonei o barco afundando. As pessoas têm que ter sensibilidade, entender que política se faz de acordo com a região. Não me conformei com a decisão do senador Agripino.

Acha que o DEM vai conseguir ganhar na Justiça o mandato de Paulo Roriz, suplente de Raad Massouh?

Com certeza. O mandato pertence ao DEM, esse assunto não tem discussão. Por politicagem e por conta de uma visão míope da mesa diretora, estão querendo tirar o nosso mandato no grito. O Paulo Roriz não é do DEM desde 2012, sendo assim não pode assumir mandato que pertence a partido. Quem deve assumir o mandato de distrital é Tatu do Bem.

Fonte: Eixo Capital

Entrevista do Presidente da ABPH Humberto Silva no Programa do Jô



Fonte: Candangos do C

Liliane Roriz. A queima-Roupa

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Apontada como potencial herdeira dos votos do pai e possível Plano B do grupo de Joaquim Roriz para as eleições de 2014, a deputada defende a candidatura do patriarca, mas diz que está "preparada para tudo".

A união de Roriz e Arruda no ano que vem já está decidida?

Não foi batido o martelo ainda. Por enquanto, eles estão só nas conversas e já tiveram alguns encontros. Mas ninguém pode falar por eles, nem eu, tampouco o Antônio Gomes (secretário-geral do PR, que declarou em entrevista ao Correio esta semana que Arruda e Roriz estarão juntos em 2014). ...

 

Mas essa união é possível?

É possível sim, são duas forças políticas da cidade, que têm que se entender. Mas isso só vai ser decidido no ano que vem. 

 

Seu pai será candidato?

Acredito que ele disputará, sim, as eleições no ano que vem. Ele está muito animado para a disputa e as pesquisas o deixam ainda mais decidido a concorrer.

 

Você é sempre citada como um plano B de Joaquim Roriz. Vai disputar o governo caso seu pai tenha algum impedimento?

Estou preparada para tudo. Mas, neste momento, minha atenção está totalmente voltada aos grandes projetos da Câmara Legislativa. Estou trabalhando muito no meu mandato, preocupada com questões relevantes para a cidade. Daqui até o fim do ano, vamos analisar o PPCUB (Plano de Preservação da Área tombada), a Luos (Lei de Uso e Ocupação do Solo) e o orçamento. Portanto, acho prematuro falar de eleição agora. 

 

Esta semana, circulou pela internet uma foto sua ao lado do deputado Reguffe (PDT). A que se deveu o encontro?

É bom deixar isso bem claro. Fui tomar um café lá no gabinete dele a convite do próprio Reguffe. Na semana passada, fiz um pronunciamento duro com relação ao PPCUB e ele me parabenizou por meu discurso, pela minha postura e, na ocasião, me chamou para visitar o gabinete dele. Conversamos muito sobre o PPCUB, sobre política, família, e sobre o contexto da cidade, foi uma conversa muito boa, tanto ele quanto eu queremos o bem da cidade. 

 

Trataram de eleição?

Não falamos absolutamente nada sobre 2014.

 

É possível uma aliança com candidatos de esquerda, como o próprio Reguffe ou o senador Rollemberg (PSB)?

Quando o assunto é o bem da cidade, essas divergências se tornam pequenas. Estou aberta a todas as conversas.

 

Seu pai governou a cidade durante quatro mandatos, mas você tem um discurso de renovação. Como herdar o espólio eleitoral dele e, ao mesmo tempo, passar para o eleitor uma imagem de novidade na política?

 

Fui criada no meio de uma família política. É claro que cada um pensa de um jeito, meu pai tem as ideias dele, eu tenho as minhas. Mas a gente se respeita muito. 

Fonte: Correio Braziliense-Coluna Eixo Capital com Ana Maria Campos e Helena Mader - 27/10/2013

Band Entrevista com Reguffe

Fonte: YOUTUBE

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