Agenda Cultural e Convites

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Até 25 de novembro, capacitações, espetáculos e desfiles vão promover o debate sobre cultura afrodescendente e racismo

Da Redação da Agência Brasília - 31/10/2016 - 20:35:55


Foto: Divulgação/Edição de Arte - Agência Brasília 

O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, será homenageado com capacitações, espetáculos e desfiles a partir desta terça-feira (1º) e até o dia 25 deste mês. O objetivo é dar destaque à cultura afrodescendente, informações acerca de leis e direitos, prevenir o racismo e promover o debate sobre o tema.

A abertura da comemoração ocorrerá hoje, às 10 horas, no Salão Branco do Palácio do Buriti, com duas palestras. A primeira tratará de racismo institucional e a segunda, de empoderamento da mulher negra. O evento é resultado de parceria da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos com o governo de Brasília, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a sociedade civil.

Para o subsecretário de Igualdade Racial, Victor Nunes, a data é um período propício para a discussão, mas ele defende que ações nesse sentido sejam promovidas durante todo o ano. Um dos destaques da programação, segundo ele, será o curso de prevenção ao racismo oferecido a servidores, de 21 a 25 de novembro, na Escola de Governo (Setor de Garagens e Oficinas Norte, Área Especial 1, Quadra 1).

Além dessa capacitação, estão previstas mais duas: a primeira, para melhorar os serviços de assistência social no Lago Norte e no Varjão, em 11 de novembro, na Casa de Cultura do Varjão (Quadra 2, Conjunto C/D, Lote 2), às 10 horas; a segunda, para trabalhadores da Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF), em 23 de novembro, às 10 horas, no auditório da sede da companhia (Avenida Jequitibá, 155, Águas Claras).

Espetáculo expressa cultura afro-brasileira
Em 22 e 23 de novembro, o grupo artístico Obará, que tem apoio da Subsecretaria de Igualdade Racial e da Secretaria de Cultura, apresentará o espetáculo Mosoró Dayó. Por meio de dança, teatro e cantos em iorubá, o show expressa a cultura afro-brasileira e discute a participação do negro na sociedade. Haverá duas sessões, às 15 e às 20 horas, no Teatro Ulysses Guimarães (Setor de Grandes Áreas Sul, Quadra 913, Conjunto B).

A Estação Central do Metrô-DF abrirá espaço para a passarela do 7º Desfile Beleza Negra, em 23 de novembro, das 17 às 19 horas. Em edições anteriores, a iniciativa deu destaque à carreira do modelo Adriano Lugoli, ex-morador de rua e ex-usuário de drogas. O desfile tem apoio da Secretaria do Trabalho.

De volta ao Salão Branco do Palácio do Buriti em 25 de novembro, o mês será encerrado com a apresentação de cinco políticas para igualdade racial. A solenidade começará às 10 horas.

Origem do Dia da Consciência Negra
O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência negra em 1695. Adotado em 2005, o dia foi oficializado em 10 de novembro de 2011 pela Lei nº 12.519. Nele, reflete-se e comemora-se a inserção do negro na sociedade brasileira, além de demonstrar respeito e valorizar a culturas afrodescendentes.

Neste sábado (29/10), a partir das 16h30 às 18h, o escritor Rômulo Neves, estará no Setor Central do Gama ao lado do Geleia Burger, na loja WS Presentes - Quadra 39. Para O lançamento do livro de poesias “TERMINAL”.

Sobre o autor:

Rômulo Neves nasceu em Anápolis-GO e viveu em Manaus e São Paulo, antes de se mudar para Brasília, em 2005. Ele é diplomata e também escreve uma coluna sobre literatura no Metrópoles, jornal online aqui de Brasília, para quem quiser conhecer, basta acessar a Dedo de Prosa. O autor é bem versátil, foi professor de Ciência Política e Relações Internacionais e, antes de se tornar diplomata, foi jornalista na Folha de São Paulo e na Gazeta Mercantil.

Também foi um dos coordenadores da transição do Governador eleito Rodrigo Rollemberg, chegou a assumir sua Chefia de Gabinete no início do governo, mas deixou o cargo em fevereiro deste ano. Atualmente, também apresenta o programa Jazz Brasil, transmitido pela Rádio Nacional, em Brasília, e pela Rádio MEC/FM, no Rio.

Sobre o livro, vocês precisam saber que o nome é Terminal e que é um compilado de poesias, escritas entre 1999 e 2016, e de fotografias tiradas pelo próprio escritor. Diferente, né?! Acho que só tinha visto livros só de poesias ou só de fotografias, os dois juntos é uma coisa nova para mim. O livro é composto por seis seções que tratam da construção da personalidade, da sexualidade, do diálogo com outros poetas, do diálogo com o espaço, de situações do cotidiano e da relação com a própria literatura.

"para ficar mais fácil para vocês comprarem o Terminal. Se Maomé não vai à montanha. A montanha vai a Maomé", disse o escritor Rômulo Neves, aos gamenses.