Governador Rodrigo Rollemberg participou da entrega do maquinário neste sábado (17) e assinou como testemunha termo de cessão de uso

Larissa Sarmento, da Agência Brasília - 17/02/2018

Foto: Tony Winston/Agência Brasília.

Para fomentar a produção de pequenos agricultores na Ponte Alta do Gama, os titulares da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e da Administração Regional do Gama assinaram, neste sábado (17), termo de cessão de uso de patrulha de mecanização agrícola.

“Fico muito feliz de estar equipando a administração com tratores e implementos agrícolas que apoiarão os produtores rurais do Gama, principalmente os pequenos”, ressaltou o governador Rodrigo Rollemberg, que assinou o documento como testemunha. “Sabemos da importância da área rural para manter a qualidade de vida da área urbana. A cidade não pode viver sem o campo. Porque é do campo que vêm os alimentos”, reforçou o chefe do Executivo.

Fornecida pela Secretaria da Agricultura, a patrulha de mecanização agrícola tem custo total de R$ 160.747 e é composta por 8 itens:

  • Trator agrícola

  • Arado reversível

  • Grade aradora

  • Distribuidor de calcário e fertilizante

  • Rotocanteirador

  • Plantadeira adubadeira tipo hidráulica

  • Carreta agrícola

  • Subsolador

O objetivo da cessão é fomentar a produção e a comercialização de produtos agrícolas, não agrícolas e agroindustrializados da região.

De acordo com o secretário da Agricultura, Argileu Martins, essa é uma forma de dar dinamismo ao equipamento da pasta e ajudar a aumentar a produção local.

“Cedendo a patrulha para a administração, nós estamos contribuindo para o aumento da área plantada e da produção dos mais de 600 hectares de milho e dos mais de 300 hectares de feijão da região. O Gama ainda produz mais de 10% do leite do DF”, afirmou o secretário.

O cronograma de uso será definido em conjunto

O cronograma de uso da patrulha de mecanização agrícola será definido em conjunto entre a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), a administração do Gama e o conselho rural da região. O contrato terá vigência até janeiro de 2020.

“Esse maquinário vai servir para os pequenos produtores daqui que não têm condições financeiras”, disse o presidente da Associação dos Moradores e Produtores da Ponte Alta do Gama, Antônio Francisco Costa.
 

 

Foto: Tony Winston/Agência Brasília.

Profissionais alertam sobre os riscos do problema e prejuízos causados pela dependência

Ailane Silva, da Agência Saúde - DF

A cada mês, aproximadamente 1,5 mil jovens que chegam ao Adolescentro em busca de atendimento apresentam dependência em internet e eletrônicos – computador, celular e videogames, segundo relato dos pais. Essa condição - que é considerada uma doença e precisa ser tratada – provoca prejuízos na escola, nas relações familiares e na saúde, já que até a alimentação é deixada de lado.

Um desses pacientes é Vitor David de Moraes, de 17 anos, que chega a passar mais de 13 horas por dia em frente ao computador. "Eu acordo, lavo o rosto e vou para o computador. Só consigo sair depois da meia-noite. Passo a maior parte do tempo jogando online. É um time com cinco jogadores que enfrenta outro grupo na arena. São vários personagens, com habilidades diferentes", relatou o garoto.

O jovem deixou de lado a vida real para se concentrar no mundo virtual, criado na plataforma do jogo League of Legends e assistir aos famosos animes produzidos no Japão. "Vitor deixa de comer, esqueceu dos amigos e, até mesmo, parou de frequentar a escola por dois anos", relatou o pai, que precisa trabalhar o dia inteiro e, por essa razão, tem dificuldade para controlar as atividades do filho.

"É um garoto inteligente, acima da média, mas os prejuízos estão atropelando essa vantagem", relatou a assistente social que o acompanha, Ana Miriam Garcia. "Por diversas vezes, tentei me livrar desse vício. De vez em quando desinstalo o jogo, mas é difícil", reconheceu o adolescente.

A assistente social relata que, na maioria dos casos, o controle familiar é muito importante para mudar a situação, que pode levar meses ou anos para ser revertida. "Precisa haver uma rotina imposta pela família que deve ser cumprida. No caso do Vitor, ele usa estratégias para manipular de forma que as coisas saiam do jeito dele", avaliou.

ALERTA - A médica psiquiatra da unidade, Marinês Teixeira, destaca que os pais devem ser alertados. A dependência pode ser notada quando os jovens começam a prejudicar as atividades do cotidiano, como as escolares, e coloca as relações com a família e amigos em segundo plano em função do uso de eletrônicos.

"Nós últimos três anos, aparecem casos diariamente. Naqueles mais graves, os adolescentes passam em média 10 horas ininterruptas no celular ou computador. Nas situações menos graves, esse tempo chega a quatro ou cinco horas, o que já é muito", alertou.

Segundo ela, é comum que esses adolescentes passem a madrugada toda nas redes sociais, jogos, assistindo filmes ou navegando na internet. Dependendo do caso, eles precisam ser medicados para regularizar o sono noturno.

"Se ele estuda pela manhã, não acorda para ir à escola. Se estuda à tarde, acorda ao 12h, almoça e volta para o celular. A falta de sono é porque o cérebro está sendo estimulado a cada segundo. Isso é um problema grave", afirmou.

A doença também faz com que os adolescentes emagreçam, por não se alimentarem adequadamente e nos horários corretos. Eles também se tornam agressivos e desafiam os pais. "A família tem que estar ciente dos riscos à saúde. O tratamento pode levar anos. A recuperação não é imediata", finalizou.

Para ter acesso ao tratamento, os jovens podem ser encaminhados pelas unidades de saúde ou buscar o atendimento espontaneamente. No local, o tratamento é oferecido para as faixas etárias de 10 a 18 anos. O acompanhamento é multidisciplinar com assistentes sociais, psicólogos, psiquiatras e odontologistas, entre outros profissionais.

Agência Brasilíla / Assessoria de Comunicação do Bloco dos Raparigueiros - 10/02/2018

O Bloco dos Raparigueiros fará este ano uma campanha da paz que pede respeito à diversidade sexual, sem confusão e briga e, ainda, irá distribuir camisinhas aos foliões. Além disso, intensificará a segurança juntamente com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) com um esquema especial para garantir a segurança de todos os foliões. A ocupação do bloco dos Raparigueiros será em todo o Eixo Monumental e é esperado um público de mais de 500 mil pessoas nos dias 11 e 13 de fevereiro nos desfiles de ruas do bloco.

Para o Diretor e Fundador do Blocos dos Raparigueiros Jean Costa após diversas reuniões com a Secretaria de Segurança Pública é satisfatório o resultado. “Vamos contribuir com a PMDF para que Brasília tenha muita paz e tranquilidade durante o carnaval e que tenhamos uma grande festa”, destacou.

De acordo com a estratégia apresentada no Comando-Geral da corporação da PMDF (coletiva de imprensa), na tarde da última quinta-feira (08/02), o Carnaval 2018 contará com 5,55 mil policiais militares por meio de viaturas no policiamento de trânsito, a pé, em motos, com equipes de rondas ostensivas táticas motorizadas (Rotam), Batalhão de Choque (BPChoque), Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) e de helicópteros.

Ainda de acordo com a PMDF não haverá revista em todos os foliões dos blocos. Os policiais apenas irão abordar pessoas que tenham comportamento suspeito.

“O Bloco dos Raparigueiros preparou uma folia com grandes atrações, entre elas estão a banda Patakundum e Papel Marchê e o cantor Luciano Ibiapina entre outras... A nossa campanha é fazer uma grande festa que promoverá a Cultura da Paz com reforço de uma segurança reforçada pela PMDF”, finalizou o Diretor e Fundador dos Blocos dos Raparigueiros Jean Costa.

Entrega do governador Rodrigo Rollemberg neste sábado (3) atende a uma antiga reivindicação de moradores. Uma estrutura fica sobre o córrego Maracanã, na estrada vicinal 383, e a outra sobre o rio Ponte Alta, na vicinal 381

Agência Brasília - 03/02/2018

Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Uma antiga reivindicação de moradores que transitam entre o Gama e o Jardim Serra Dourada, no município de Santo Antônio do Descoberto (GO), foi atendida neste sábado (3). O governo de Brasília inaugurou duas pontes que vão facilitar o acesso de um para outro.

Licitadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), as obras resultaram em uma ponte sobre o córrego Maracanã, na vicinal 383, e outra sobre o rio Ponte Alta, na vicinal 381.

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, destacou a atenção do Executivo local ao Entorno. “Sabemos da importância dessas pontes, por unirem o Gama ao município de Santo Antônio do Descoberto (GO). Investir no Entorno é investir em Brasília”, disse.

O investimento total foi de R$ 1.038.724,65, com recursos do Tesouro descentralizados para a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos. O valor previsto inicialmente era de R$ 976.942,06, mas houve aditivo de R$ 61.782,59 na construção na vicinal 381, pois o vão da ponte passou de 20 metros.

O diretor-presidente da Novacap, Júlio Menegotto, destacou que o governo “foi muito bem recebido, pois a população reconhece o valor do que é entregue”. Já a administradora regional do Gama, Maria Antônia, destacou que chegou há 25 anos no Gama e que as pontes eram uma necessidade antiga.

Apesar de a inauguração oficial ter sido hoje, no início de fevereiro de 2018, veículos trafegam sobre as pontes desde dezembro do ano passado. As duas estão em perfeitas condições de uso.

Pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg na inauguração das pontes de ligação entre o Gama e o Serra Dourada.
 

Governador Rodrigo Rollemberg e a administradora regional do Gama, Maria Antônia, visitaram a ponte sobre o rio Ponte Alta, na vicinal 381. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

 

Leia mais: Fogo de monturo na Segurança do DF

As aulas serão realizadas nos meses de fevereiro e de abril

(Brasília, 31/1/2018) – O Banco de Brasília abre inscrições para novos cursos de educação financeira. As aulas acontecem durante três dias, de terça à quinta-feira, das 18h45 às 21h45. Serão duas turmas, uma realizada de 20 a 22 de fevereiro; outra de 17 a 19 de abril. O curso aborda, basicamente, três questões: “O que fazer para ter uma vida financeira equilibrada?”, “Planejamento Financeiro - Onde quero chegar?” e “Investimento Financeiro - Projetando o Futuro”.

Karoline Vieira da Cunha, gerente de desenvolvimento de pessoas do BRB, ressalta que este projeto existe desde 2011 e que já atendeu cerca de 32 mil pessoas. “O feedback que recebemos das pessoas que participam do curso faz com que o projeto cresça ano a ano. Com informações básicas de educação financeira, muitos já conseguem se reorganizar, traçar metas e realizar sonhos. Este curso, portanto, é de grande valia a toda a população. Com este projeto, o BRB, como instituição financeira, busca contribuir na formação de cidadãos mais conscientes financeiramente”, destacou Karoline.

Interessados em participar das próximas turmas devem realizar as inscrições por meio do endereço Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. É necessário enviar o nome completo sem abreviações, para emissão do certificado; telefone para contato; e-mail; e a indicação da turma da qual se quer participar. A confirmação da inscrição será feita também por e-mail.

Pede-se, ainda, que em caso de desistência, seja enviado e-mail, também para a caixa Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., informando o cancelamento.

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone 3410-6158. O curso é gratuito e aberto a toda a comunidade.

Serviço

Curso de Educação Financeira BRB

Data: de 20 a 22 de fevereiro e de 17 a 19 de abril

Horário: 18h45 às 21h45

Local: Centro de Treinamento BRB (EQS 410/411, Lote 01, Sobreloja Ag. L2 Sul)

 

Quem perder o prazo terá suspenso o benefício da gratuidade até que regularize a situação

Agência Brasília - 30/01/2018

Foto da internet

governo de Brasília prorrogou até 2 de março o período de atualização cadastral para pessoas com deficiência. Quem perder o prazo terá suspenso o benefício da gratuidade no transporte público até que regularize a situação.

O usuário deve fazer o procedimento pelo portal do Bilhete Único. Caso tenha dificuldade, pode ir até a Estação de metrô Cidadania, na 112 Sul, ou a um dos núcleos de atendimento da Defensoria Pública.

Quem fizer o procedimento pela internet deve acessar o espaço destinado à atualização cadastral e preencher o formulário com dados pessoais como CPF, RG, telefone e e-mail (se tiver).

Entre os documentos exigidos estão: foto 3×4 atual, laudo médico, caso ainda não tenha apresentado a certidão que dá direito ao benefício, obtida na Coordenação de Promoção das Pessoas com Deficiência do DF (Promo-DF), e o comprovante de residência.

A foto pode ser feita por celular, desde que tenha qualidade e fundo branco. Os documentos também podem ser digitalizados com o aparelho telefônico.

Para quem trabalha, é necessário contracheque com validade de no máximo dois meses e carteira profissional. Quem não está empregado tem de enviar dados da carteira de trabalho e extratos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Todo usuário do transporte público do DF com deficiência ou doença crônica, que, por lei, têm direito à gratuidade, precisa fazer a atualização cadastral. O prazo, que terminaria em 31 de janeiro, foi prorrogado pela segunda vez para dar oportunidade a todos.

A medida, de acordo com a Secretaria de Mobilidade, é necessária para adequar os cadastros à biometria facial, que está em fase de implementação no DF, e ajudará a coibir fraudes no sistema. Mas quem perder o prazo poderá restabelecer o benefício se providenciar a atualização.